Evangelho

Cerca de 2608 frases e pensamentos: Evangelho

A simplicidade do evangelho tem o poder de atrair o humilde e quebrantar os orgulhosos.

Inserida por rogersestevam10

⁠Um "evangelho" parcial deixa de ser um evangelho de vida e se torna um evangelho de condenação.

Inserida por rogersestevam10

Se não é integral, não é evangelho. É hobby!

Inserida por rogersestevam10

A Evolução Anímica do Princípio Espiritual no Reino Mineral.

No Evangelho, encontramos a orientação segura de Jesus ao afirmar que Deus trabalha incessantemente. Uma das manifestações permanentes da Divindade é a criação contínua de princípios espirituais. Convém esclarecer que somente no estágio hominal, quando o ser adquire a razão, é que recebe propriamente o nome de Espírito, entendido como “os seres inteligentes da criação” (O Livro dos Espíritos, questão nº 76). Até esse ponto, fala-se em princípio espiritual, ainda em desenvolvimento nos reinos da Natureza. Essa compreensão harmoniza-se com as descobertas científicas modernas que apontam o Universo em constante expansão.

A física contemporânea, em especial a mecânica quântica, tem revelado que a realidade última da matéria é energia. Assim, na essência, o Espírito pode ser compreendido como energia espiritual em processo de evolução, criada por Deus para uma trajetória ascensional rumo à plenitude.

Segundo a Codificação Espírita, o princípio espiritual é criado simples e ignorante, sem complexidade, e percorre longos períodos de aprendizado nos reinos inferiores da criação — mineral, vegetal e animal — até alcançar a individualização, o despertar da inteligência e, posteriormente, do senso moral (O Livro dos Espíritos, questão nº 607-A).

Em nosso estágio atual de evolução, permanece um enigma a forma exata pela qual Deus cria o princípio espiritual e como este se manifesta, inicialmente, no reino mineral. Os Espíritos Superiores demonstram cautela ao abordar o tema, reconhecendo a limitação da linguagem humana para expressar processos que transcendem nosso campo de percepção. É, contudo, plausível supor que, com o avanço da ciência, novas luzes possam auxiliar na compreensão desse processo inicial.

A benfeitora espiritual Joanna de Ângelis, em Iluminação Interior, esclarece:

> “Manifestando-se em sono profundo nos minerais através dos milhões de milênios, germina, mediante processo de modificação estrutural, transferindo-se para o reino vegetal...” (cap. “A Divina Presença”).

No mesmo sentido, Emmanuel, em O Consolador, sintetiza a marcha evolutiva:

> “O mineral é atração. O vegetal é sensação. O animal é instinto. O homem é razão. O anjo é divindade.” (questão nº 79).

Essas orientações revelam uma continuidade perfeita com os princípios expostos por Allan Kardec. Não há contradição, mas harmonia com a Codificação. Quando Kardec registra em A Gênese (cap. XI, item 10) que “Deus jamais uniria um Espírito a uma pedra”, refere-se ao fato de que o Espírito, já em estágio de razão ou em estágios mais avançados de individualização, não pode regredir ao reino mineral. Tal retorno seria incompatível com a lei do progresso.

Gabriel Delanne, em Evolução Anímica, oferece uma analogia esclarecedora: no reino mineral, o princípio espiritual conquista a “solidez”, símbolo da estrutura inicial que possibilitará o desenvolvimento ulterior (cap. II). De modo semelhante, o Espírito Camilo, na obra Nos Passos da Vida Terrestre (cap. I), pela mediunidade de José Raul Teixeira, confirma que o “átomo primitivo” referido em O Livro dos Espíritos (questão nº 540) corresponde ao átomo da matéria cósmica primitiva, ainda não plenamente conhecido pela ciência humana.

No capítulo XI da segunda parte de O Livro dos Espíritos, os Espíritos Superiores explicam:

> “É nesses seres, que se está longe de conhecer plenamente, que o princípio inteligente se elabora, individualiza-se pouco a pouco, e ensaia para a vida...” (questão nº 607-A).

Dessa forma, fica evidente que a elaboração do princípio espiritual inicia-se já nos reinos inferiores, o que naturalmente inclui o mineral.

A sequência evolutiva descrita pela Doutrina é coerente: após estagiar no reino mineral, onde o princípio espiritual se submete às leis de atração e repulsão, adquirindo estrutura e solidez, ele progride para o reino vegetal. Nesse estágio, começa a experimentar funções mais complexas, como a sensibilidade rudimentar, a respiração e a vitalidade orgânica. Posteriormente, no reino animal, desenvolve instintos e as primeiras manifestações de inteligência, preparando-se para alcançar a razão no reino hominal.

Essa progressão encontra ressonância na síntese poética de Léon Denis em O Problema do Ser, do Destino e da Dor:

> “Na planta, a inteligência dormita; no animal, sonha; só no homem acorda, conhece-se, possui-se e torna-se consciente.”

Em complemento, poderíamos dizer que, no reino mineral, o princípio espiritual repousa em estado latente, estruturando-se energeticamente para as etapas subsequentes.

Ao refletirmos sobre a afirmação de Joanna de Ângelis em Iluminação Interior — “Deus prossegue criando sem cessar. O Seu psiquismo dá nascimento a verdadeiros fascículos de luz, que contêm em germe toda a grandeza da fatalidade do seu processo de evolução” — compreendemos que cada ser é expressão do Amor divino em marcha para a perfeição relativa.

Assim, confirmam-se as palavras do apóstolo João: “Deus é Amor” (1 João 4:8). Somos frutos desse Amor infinito e estamos destinados à angelitude, cabendo-nos, na atualidade, acelerar nossa evolução pelo esforço consciente na busca da verdade e da prática do bem.

Referências:

KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de José Herculano Pires. São Paulo: Edicel.

KARDEC, Allan. A Gênese. Tradução de José Herculano Pires. São Paulo: Edicel.

XAVIER, Francisco Cândido (pelo Espírito Emmanuel). O Consolador. 2. ed. Rio de Janeiro: FEB.

FRANCO, Divaldo Pereira (pelo Espírito Joanna de Ângelis). Iluminação Interior. Salvador: LEAL.

TEIXEIRA, José Raul (pelo Espírito Camilo). Nos Passos da Vida Terrestre. Niterói: Fráter.

DELANNE, Gabriel. Evolução Anímica. São Paulo: FEB.

DENIS, Léon. O Problema do Ser, do Destino e da Dor. Rio de Janeiro: FEB.

XAVIER, Francisco Cândido (pelo Espírito Humberto de Campos). Boa Nova. Rio de Janeiro: FEB.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Num país onde poucas igrejas levam o verdadeiro evangelho a sério, os reformados confessionais são os esquisitos!

Inserida por fabiocabral

⁠Quando vivemos o evangelho, nossas palavras só confirmam aquilo que todos já sabem, mas quando falamos o que não vivemos, também seremos conhecidos, não por cristãos, mas por HIPÓCRITAS.

Inserida por fabiocabral

⁠Afastar-se de quem não leva o evangelho a sério é a melhor coisa que devemos fazer, para não tornarmos semelhantes.

Inserida por fabiocabral

⁠⁠No passado me fingi de surdo para não ouvir o teu evangelho, de cego para não ver as Tuas obras, de mudo para não confessar, mas não resisti ao Teu chamado, agora prefiro o Teu reino à posse de todas as riquezas do mundo.

Inserida por fabiocabral

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - O ORGULHO E A VAIDADE.
SOBRE O ORGULHO E A VAIDADE E A ILUSÃO DO DOMÍNIO INTERIOR.

ORGULHO E VAIDADE COMO DESAFIOS DA VIDA MORAL.

Procuremos examinar com serenidade e método dois dos defeitos que mais frequentemente se manifestam no psiquismo humano o orgulho e a vaidade. A análise desses estados morais exige disposição sincera para conhecê los em profundidade sem mascarar lhes os impulsos nem justificar lhes as expressões. A tolerância verdadeira inicia se no trato que dispensamos a nós mesmos pois ninguém se reforma por meio da autopunição mas pelo esclarecimento progressivo da consciência. O trabalho de prospecção interior portanto deve realizar se com brandura vigilante evitando tanto a complacência quanto a censura destrutiva.

Trazer aos níveis conscientes as manifestações impulsivas que ainda nos governam parcialmente é condição indispensável para que possamos educá las e controlá las. Não se trata de negar os defeitos mas de compreendê los em sua origem e dinâmica reconhecendo que o domínio interior não é fruto de repressão violenta mas de lucidez moral constante.

O ORGULHO À LUZ DA DOUTRINA MORAL

O orgulho constitui uma das mais antigas e persistentes imperfeições do espírito. Ele manifesta se quando o indivíduo passa a condicionar sua felicidade à satisfação do amor próprio e dos apetites grosseiros tornando se infeliz sempre que não consegue impor sua vontade ou preservar a imagem idealizada de si mesmo. Segundo os ensinamentos apresentados em O Livro dos Espíritos por Allan Kardec no exame das penas e gozos terrenos aquele que se prende ao supérfluo sofre intensamente diante das frustrações enquanto o espírito que relativiza as aparências encontra equilíbrio mesmo em situações adversas.

O orgulho induz o homem a julgar se mais elevado do que realmente é a rejeitar comparações que lhe pareçam rebaixadoras e a colocar se acima dos outros seja por inteligência posição social ou vantagens pessoais. Conforme se esclarece em O Evangelho Segundo o Espiritismo no capítulo dedicado à cólera o orgulho gera irritação ressentimento e explosões emocionais sempre que o eu se vê contrariado ou questionado.

Entre as características mais recorrentes do indivíduo predominantemente orgulhoso destacam se a hipersensibilidade às críticas a reação agressiva a observações alheias a necessidade constante de centralidade e imposição das próprias ideias a recusa em reconhecer erros e a dificuldade em abrir se ao diálogo construtivo. Soma se a isso o menosprezo pelas opiniões do próximo a satisfação presunçosa diante de elogios e a preocupação excessiva com a aparência exterior com gestos calculados e com o prestígio social.

O orgulhoso frequentemente acredita que todos ao seu redor devem girar em torno de si e não admite humilhar se por considerar tal atitude sinal de fraqueza. Recorre à ironia e ao deboche como instrumentos de defesa nas contendas e acaba por viver numa atmosfera ilusória de superioridade intelectual ou social que lhe impede o acesso honesto à própria realidade interior.

Na maioria dos casos o orgulho funciona como mecanismo de defesa destinado a encobrir inseguranças profundas limitações formativas conflitos familiares não resolvidos ou frustrações relacionadas à imagem social que o indivíduo construiu para si. Em vez de enfrentar tais fragilidades o sujeito identifica se com o papel que escolheu desempenhar no cenário social tornando se prisioneiro da própria representação.

VAIDADE COMO DESDOBRAMENTO DO ORGULHO

A vaidade deriva diretamente do orgulho e com ele caminha de forma próxima e complementar. Enquanto o orgulho se estrutura como convicção interna de superioridade a vaidade manifesta se como necessidade externa de reconhecimento e admiração. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo ao tratar das causas atuais das aflições ensina se que o homem muitas vezes é o responsável pelos próprios infortúnios mas prefere atribuí los à sorte ou à fatalidade para poupar a vaidade ferida.

Entre as expressões mais comuns da vaidade encontram se a apresentação pessoal exuberante no vestir nos adornos e nos gestos afetados o falar excessivo e autorreferente a ostentação de qualidades intelectuais físicas ou sociais e o esforço constante para destacar se aos olhos dos outros mesmo ao custo de provocar antipatia. Observa se ainda intolerância para com os que possuem condição social ou intelectual mais humilde bem como aspiração a cargos e posições que ampliem o prestígio pessoal.

O vaidoso revela dificuldade em reconhecer a própria responsabilidade diante das adversidades e tende a obstruir a capacidade de autoanalisar se culpando a má sorte ou a injustiça do destino por suas dores. Essa postura impede o amadurecimento moral e favorece a cristalização do defeito.

A vaidade atua de modo sutil infiltrando se nas motivações aparentemente nobres. Por essa razão constitui terreno propício à influência de espíritos inferiores que se aproveitam da necessidade de destaque para gerar perturbações nos vínculos afetivos e sociais. Todos trazemos em nós alguma parcela de vaidade em diferentes graus o que pode ser compreensível até certo limite. O perigo reside no excesso e na incapacidade de distinguir entre o idealismo sincero voltado a uma causa elevada e o desejo oculto de exaltação pessoal.

DIMENSÃO PSICOLÓGICA E MORAL DA VAIDADE

As manifestações externas da vaidade revelam quase sempre uma deformação na relação do indivíduo com os valores sociais. Quanto mais artificiais se tornam a aparência os gestos e o discurso maior costuma ser a insegurança íntima e a carência afetiva subjacente. Muitas dessas fixações originam se na infância e na adolescência quando modelos idealizados de sucesso e felicidade são assimilados sem discernimento crítico.

O vaidoso frequentemente não percebe que vive encarnando um personagem. Seu íntimo diverge da imagem que projeta e essa dualidade produz conflitos silenciosos. Há sofrimento interior e desejo de encontrar se mas também medo de abandonar a máscara que lhe garantiu visibilidade e aceitação. Com o tempo essa dissociação pode gerar endurecimento emocional frieza afetiva e empobrecimento do sentimento.

O aprendiz do Evangelho encontra nesse processo vasto campo de reflexão. A análise tranquila das próprias deformações permite identificar as raízes que as originaram e favorece o resgate da autenticidade interior. Despir se da roupagem teatral e assumir se integralmente constitui passo decisivo rumo à maturidade moral e à disposição sincera de melhorar sempre.

ORGULHO VAIDADE E DOMÍNIO INTERIOR

O orgulho não caminha por virtude mas por carência. Ele busca companhia porque teme o silêncio no qual a consciência poderia interrogá lo. Trata se de um afeto desordenado que se apresenta como força quando na realidade é fragilidade não confessada. Onde o orgulho se instala a segurança é simulada e o eu passa a representar um papel inclusive diante de si mesmo.

Convém recordar que os defeitos não são senhores autônomos da alma. Eles não governam por natureza mas por concessão. O erro fundamental do orgulhoso consiste em inverter a relação entre sujeito e atributo. O homem não é possuído pelo defeito ele o abriga o alimenta e o preserva como se fosse parte essencial de sua identidade. O que poderia ser corrigido passa a ser defendido e dessa confusão nasce a servidão moral.

A lucidez ética inicia se quando o indivíduo reconhece que possuir um defeito não equivale a ser definido por ele. O vício é acidente e não substância. Enquanto essa distinção não se estabelece o orgulho seguirá mal acompanhado aliado à negação à rigidez e à insegurança. Quando a razão reassume o governo interior o orgulho perde o trono e revela se apenas como um hábito suscetível de superação.

Assim a verdadeira elevação não nasce da exaltação do eu mas da coragem serena de reconhecê lo incompleto e perfectível pois somente aquele que se conhece sem ilusões caminha com firmeza rumo à imortalidade do espírito consciente.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠"Evangelho que não tem fogo para queimar, martelo para ferir e esmiuçar, espada para cortar e causa dor, pode ser qualquer outra coisa menos evangelho".

Inserida por jefferson_santos_11

Comunismo é comunismo.
Socialismo é socialismo.
Viver o evangelho é viver o evangelho.
QUEM vive o evangelho segue os ensinos de Cristo, por esse motivo as pessoas de atos vendiam tudo o que tinham e davam aos pobres. Isto é, não preciso ser socialista para entender a importância de compartilhar os bens com aqueles que precisam.
As vezes, é preciso matar o individualismo capitalista que há em você.

Inserida por Lugli

Todo o coração cheio da graça de Deus, jamais buscará andar no evangelho por causa do medo do inferno e nem tão pouco por interesse do "ir para o céu", visto que no relacionamento com Deus, não cabe interesse algum, não cabe medo algum. Amamos a Deus por Ele ter nos amado primeiro e com isso, seguimos em amor para com Ele, amando-o por aquilo que Deus é. Se caso Deus faça algo por nós ou não faça nada, iremos ama-lo da mesma forma, pois no amor, TODAS as formas de barganhas são vencidas.

Inserida por Lugli

Todo o coração cheio da graça de Deus, jamais buscará andar no evangelho por causa do medo do inferno e nem tão pouco por interesse do "ir para o céu", visto que no relacionamento com Deus, não cabe interesse algum, não cabe medo algum. Amamos a Deus por Ele ter nos amado primeiro e com isso, seguimos em amor para com Ele, amando-o por aquilo que Deus é. Se caso Deus faça algo por nós ou não faça nada, iremos ama-lo da mesma forma, pois no amor, TODAS as formas de barganhas são vencidas.

Inserida por Lugli

Eu entendo que o evangelho é vida, uma vez quando está vida é manifestada dentro do coração do homem, ele jamais será o mesmo, mesmo que ele queira desviar-se daquilo pelo qual Deus o chamou, ele sempre voltará ser o que é, pois o chamado de Deus está muito ligado em fazer a pessoa entender aquilo que ela sempre foi, do que aquilo que ela pode se tornar. Assim penso sobre a humanidade, todos já nascemos com nossos dons e no tempo de Deus iremos manifesta-los com muita graça, com muito amor. Seu amor é sem fim, ainda que o mundo religioso diga que o amor de Deus é limitado, não acredite, o seu amor é sem fim.

Inserida por Lugli

O evangelho é vida para ser vivido na graça de Deus, em amor com o outro.

Inserida por Lugli

É preciso tirarmos as máscaras da falsa modesta, para vivemos o evangelho.

Inserida por Lugli

Toda hora surgem "apologetas" defendendo o seu "verdadeiro evangelho", para eles, todos são hereges e eles são "defensores da verdade". Portanto, se alguém FALAR qualquer coisa fora daquilo que Cristo ensinou, daquilo que Cristo é, estes estão fora da verdade e a verdade não está neles. Entretanto, não há problemas nas diversidades de ideias, nas diversidades de opiniões, desde que Cristo prevaleça como Senhor de todas elas. Pois quem é maior?
Cristo ou seu teólogo?
Que toda glória seja dada ao Rei dos reis.

Inserida por Lugli

A melhor pregação de um homem é viver realmente o evangelho com suas atitudes, querer converter alguém à sua religião sem viver isso é hipocrisia.

Inserida por fiorehsotana

O cristão genuíno tem o desejo de aprender os princípios do evangelho de Jesus. Sua capacidade de testemunhar e perseverar resume à profundidade de sua conversão. Se somos realmente convertidos ao evangelho de Cristo, nossas escolhas serão inspiradas pelo Espírito Santo.

Inserida por fiorehsotana

⁠O Evangelho segundo o Apóstolo Paulo

E conveniente em toda a verdade, analisar o evangelho exposto pelo Apóstolo Paulo, na sua forma própria. Assim temos um evangelho que contém o mesmo tema que os Evangelhos Sinópticos e o evangelho de João, nos quais o tema é Jesus Cristo. Nos primeiros evangelhos encontramos uma narrativa da ação de Nosso Senhor Jesus Cristo, no espaço e no tempo, enquanto que o Apóstolo Paulo ao escrever as suas epístolas refere as verdades mais profundas do evangelho. As verdades que todo homem, precisa de saber. Ele nos explica o que é o evangelho? E porquê o evangelho é dado aos homens? Será o evangelho mais uma religião dos homens? Não certamente que não é uma filosofia dos homens! A verdade encontrada nos escritos de Paulo, ( Nas suas epístolas ) é uma exposição teológica-doutrinária, que ao ser exposta ao ser humano, faz com que todo o homem fique calado diante de Deus! Mas vamos fazer uma outra análise, para que consigamos compreender as epístolas Paulinas. O Velho Testamento e o Novo Testamento, com toda a autoridade que me é conferida, digo! Estes dois são a palavra de Deus no seu todo. Na sua palavra Deus, revelou-se gradualmente do Velho, para o Novo Testamento! Assim temos o Velho Testamento, que é a Palavra de Deus, mas que em si mesmo, é uma figura da segunda Aliança (Do Novo Testamento )! É uma palavra espiritual, mas pela lei, os homens não podem ser salvos. E necessário algo mais completo.Daí se dizer " pela lei ninguém poder ser salvo!... Pela lei o homem tem conhecimento do pecado!" Para o homem ser salvo pela lei necessitaria de cumprir todos os mandamentos de Deus! Mas isto é algo que o homem por si próprio, não consegue realizar. Por isso o caminho para a salvação não é tanto a lei, mas algo mais perfeito neste sentido de salvação!

Sendo assim, ninguém pode ser salvo! Já que não há homem que faça tudo bem feito. Sendo assim; Na lei, nos profetas e nos salmos ( No mesmo Velho Testamento ), a primeira Aliança, não falhou, mas a humanidade falhou ( Tanto o povo de Israel como os gentios falharam perante Deus, erraram o alvo! ) Daí que Deus mesmo nesta primeira Aliança, fale numa segunda , pela qual, o homem, pode ser salvo, pela fé, em alguém que é superior à primeira aliança ( Jesus Cristo e a nova Aliança ). Jesus Cristo é superior a Moisés. Por isso João Batista diz " A lei foi dada por Moisés, mas a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo !".

Assim Paulo, nos ensina em "Romanos", que todos os homens, são pecadores, quer sejam Judeus, quer sejam gentios. Toda a humanidade numa revelação geral, além da revelação escrita, (há uma revelação geral de Deus dada aos homens - Deus revela-se na natureza aos homens ) que têm tudo, para crer em Deus; Têm tudo para saber que Deus existe! Ainda assim os homens se afastaram cada vez mais de Deus! Por isso não há desculpa para estes dizerem que não sabiam que Deus existia. Os homens são inescusáveis! Só que aqui, há um problema, o homem por si próprio, não se consegue salvar. Assim sendo, precisa de um "Salvador "! A Humanidade é pecadora! Nesta primeira análise, vai ser condenada, porque peca. Mas agora é o próprio Deus que num outro prisma, se trasforma em salvador do homem. Jesus Cristo veio ao mundo, para ser feito "pecado" e morrer em lugar da humanidade( que em todos os sentidos estava morta) e ressuscitar para justificação de todo aquele que nele crê! Assim a Justiça de Deus que exigia que o homem morresse, caiu em Jesus Cristo, e assim os que crêem nisto, são salvos. Porque Jesus Cristo não morreu por si próprio, mas pelos homens.

Sendo assim, todo o homem que tem fé em Jesus Cristo, tem vitória, porque como Cristo morreu de uma vez por todas para o pecado, assim em Jesus Cristo todo o crente está morto para o pecado! E como Jesus Cristo ressuscitou, assim todo o crente em Jesus Cristo vive para Deus e por fim ainda que venha a morrer fisicamente, vai contudo ressuscitar na segunda vinda de Jesus Cristo e assim tem vida eterna! Nestes novos tempos em que Deus fez uma nova Aliança com a humanidade e com Israel, uma Aliança na qual, Deus escreveu a sua palavra, não em tábuas de pedra, mas no coração de carne dos homens! Agora todo aquele que invocar o nome do Senhor, será salvo! Por isso o evangelho de Paulo é o poder de Deus e não o poder do homem. No evangelho descobre-se a a justiça de Deus, de fé em fé! Pois o justo viverá da fé! Esta salvação não vem das obras do homem, mas da fé em Jesus Cristo, pela mesma fé que faz com que homem faça então "Boas obras"! O homem faz agora Boas obras, porque o Espírito Santo, está no homem!

Na Epístola aos Galtas, temos Jesus Cristo sendo nossa "liberdade " Ele nos liberta e devemos ser sempre livres! Na Epístola aos Hebreus, temos a exaltação de Jesus Cristo por Deus, em que ele é Deus com o Pai ( só há um Deus em três pessoas, Pai , Filho e Espírito Santo). Em Jesus Cristo, todo o crente chegou a Deus, ao céu e às coisas eternas!) Na Epístola aos Efésios, Deus em Jesus Cristo de dois povos (Judeus e Gentios ) fez um só povo, salvo pela fé! Deus revelou o mistério oculto no coração de Deus desde os tempos eternos, mas revelado nestes últimos tempos pelos apóstolos. Isto a igreja de Deus, a assembleia de Deus. A assembleia de Deus ou igreja dos Santos, que têm vida eterna. DEUS SALVOU OS SEUS FILHOS, POR MEIO DO SANGUE DE JESUS CRISTO. AGORA NENHUMA Condenação há para todo aquele que está em Jesus Cristo. Pois não anda segundo a carne mas segundo o Espírito! Por isso na segunda vinda de Jesus Cristo, o salvo,,vai ser glorificado. Ou seja o seu corpo vai ter condições de poder estar na eternidade. O evangelho de Jesus Cristo tem toda a autoridade, porque vem Deus e não do homem. O evangelho é o próprio Jesus Cristo. É o verbo Divino criador de todas as coisas. Todos os poderes têm que estar sujeitos ao Deus todo poderoso. Por Jesus Deus venceu para todo o sempre. Este é o evangelho segundo são Paulo!

Mário Dias

Inserida por Helder-DUARTE