Eu Vou Seguindo sem Voce
Santo Espírito, eu me rendo ao Teu Agir.
Meu Anseio é permanecer em Teu Amor...
Em Tua presença, Senhor...
Naquele lugar preferido as cores ainda vibram, agora não vejo, mas o que não posso ver eu posso sentir, e o que sinto é muito mais forte do que meus olhos podem testemunhar.
No dia do fim, independentemente de idade, gênero ou posição social, e mesmo que eu me aprofunde ou busque significado em tudo que a vida representa ou no que a partida significa, eu jamais me resignarei à morte.
Em minha fé, creio que a vida aqui na terra é uma provação, um teste, uma seleção, não para sofrer ou ser feliz após a morte, mas para determinar a magnitude da recompensa da alma generosa, que compartilhou alegrias, semeou esperança e esbanjou empatia ao longo do percurso.
A vida prossegue, mais intensa, com maior presença e com muita luz, lá do outro lado, em outra estação na qual desconheço o local exato, mas que está à disposição de todos.
Só o saberei quando eu também a atravessar; enquanto isso, podemos fazer o melhor possível por aqui.
"Contigo eu fico
É jamais do negror deste palácio hei de partir
Aqui. Aqui sempre estarei...
Com seus criados vermes...
Aqui mesmo eu hei de repousar para todo o sempre.
É libertar da maldição dos astros a carne exausta
Olhos. Um último olhar...
Braços. Um último abraço...
É vós o lábios, portal do alento
Selai com este beijo o pacto eterno com a morte insaciável.
Venha meu caminho amargo
Venha insonso guia
Piloto insano atira neste instante
Contra as rochas a barca desgastada
Um brinde ao meu amor."
Na velhice da alma
Eu não escolho sonhar; os sonhos que vêm sobre mim
Algum velho e estranho desejo por ações.
Quanto à mão sem força de algum velho guerreiro
O punho da espada ou o capacete usado desgastado pela guerra
Traz vida momentânea e astúcia longínqua,
Então para minha alma envelhecida -
Envelhecida com muitas justas, muitas incursões,
Envelhecida com nomear de um aqui-vindo e daqui-indo -
Até agora eles lhe enviam sonhos e não mais deveres;
Assim ele se incendeia novamente com poder para a ação,
Esquecido do conselho dos anciãos,
Esquecido de que aquele que governa não mais batalha,
Esquecido de que tal poder não mais se apega a ele
Assim ele se incendeia novamente em direção ao fazer valente.
Às vezes, ao tentar ajudar, acabamos nos complicando. Que eu tenha discernimento para reconhecer onde Deus está trabalhando e não entrar em provas desnecessárias.
A procura.
Deus me enviou para esta vida para encontrar meu grande amor, pois eu me encontrava muito triste, no paraíso. Cruzei mares. Cruzei rios. Subi montanhas. Cheguei até a linha do horizonte, dali fui por estradas, muitas estradas desconhecidas, enfrentando chuvas, sol, frio. Eu não media distâncias para encontrar a mulher amada. Sempre em busca de um sonho e de uma esperança, de encontrá-la. Aquele anjo azul, distante, a beira da estrada, que cada vez que eu me aproximava ia para mais longe, era uma miragem, fantasia de minha imaginação. Atravessei desertos tentando alcançar esta miragem, hoje já cansado e sem forças, resolvi escrever estas palavras simples, mas que poderão alcançá-la. Encontro-me aqui a sua espera.
Tem dias em que eu olho para trás e penso numa coisa meio curiosa, quase irônica, dessas que a gente conta rindo no café da tarde enquanto mexe o açúcar devagarinho. Desde pequena a vida parecia uma arena gigante, como se cada fase viesse com um teste novo, um daqueles que não dá para devolver para o professor dizendo que caiu conteúdo que ninguém explicou. E mesmo assim eu fui atravessando tudo com uma cara tranquila, quase elegante, como quem diz para o mundo que está tudo sob controle, quando na verdade por dentro existia um turbilhão inteiro discutindo filosofia com a própria sobrevivência.
Nunca contei quase nada. Não porque não existisse história, muito pelo contrário. Era tanto capítulo que dava para montar uma biblioteca inteira, daquelas silenciosas, onde só eu conheço o catálogo. E reclamar nunca foi muito meu estilo, não por heroísmo, mas porque as pessoas criaram uma versão de mim que parece feita de aço temperado. A tal mulher forte. Aquela que resolve. Aquela que aguenta. Aquela que sempre volta. E quando o mundo decide que você é forte, pronto, está oficialmente proibida de fraquejar em público, como se fosse uma regra invisível assinada numa reunião secreta da humanidade.
O curioso é que eu mesma comecei a acreditar nessa história. Não que eu nunca tenha cansado, claro que cansei. Só que eu aprendi a conversar comigo mesma como quem acende uma luz interna no meio de um apagão. Houve uma vez, só uma, que pensei em dividir o peso, abrir a caixa preta da minha história, mostrar as evidências, os fragmentos, os acontecimentos. E a resposta foi aquele silêncio estranho, ou pior, aquela frase que parece pequena mas faz eco dentro da gente por muito tempo. Não acreditam em evidências. E eu pensei, então está bem, talvez a minha prova não seja para convencer ninguém, talvez seja apenas para me manter de pé.
Engraçado como a gente descobre forças que não estavam no manual de instruções da vida. Eu fui percebendo que existe uma musculatura invisível dentro da alma. Uma espécie de academia espiritual onde cada queda vira um exercício novo. E ali, sem plateia, eu fui ficando mais resistente, não porque o mundo exigiu, mas porque alguma coisa maior sempre esteve comigo. Aquela presença silenciosa que não precisa de explicação, que aparece nos momentos mais absurdos da existência e sussurra, calma, continua.
Então eu continuo. Não enlouquecida, como alguns poderiam imaginar quando veem a quantidade de batalhas acumuladas desde a infância, mas curiosamente lúcida. Como quem atravessou tempestades suficientes para reconhecer o som da própria paz quando ela aparece. E tem uma coisa engraçada nisso tudo, quase uma ironia elegante da vida. As pessoas pensam que eu nunca precisei de ajuda. Mas na verdade eu sempre tive ajuda, só que veio de um lugar que não depende de aplauso, de aprovação ou de testemunha.
No fim das contas, eu sigo com essa mistura de força interior e fé silenciosa que me acompanhou o tempo inteiro. Como se eu estivesse caminhando por um mundo barulhento com uma bússola dentro do peito. E olha, posso te dizer uma coisa com aquela tranquilidade de quem já atravessou muita coisa. Quando a gente aprende a confiar nessa força que mora dentro da gente, o caos até tenta fazer barulho, mas já não manda mais na história. Porque a história, no fim, continua sendo minha. E eu ainda estou escrevendo.
Dizem por aí
Dizem por aí, que sou eu quem rouba as tuas lembranças,
quando estás pensativa.
Dizem que sou eu quem rouba os teus amigos,
roubo alimentos e delírios e levo embora a tua bússola de destinos.
Dizem por aí, que roubo a tua água, sabão e esponjas que lavariam os teus erros.
E dizem mais.
Dizem que fui ligeiro, ao encher os teus olhos de areia e pendurar aranhas nas luas cheias plantadas em teus jardins.
A Globo não diz, mas teus seios cresceram me esperando.
Não diz que os meus arbustos floresceram, exercitando os seus músculos, dentro da solidão e saudade de ti.
Dizem por aí, que eu me fiz passar por alguém que a levaria ao cinema.
Mas, de bolsos vazios? Claro que não apareci.
Te neguei refúgio, neguei-te a claridade e roubei os teus cigarros.
Fiz desenhos alunares e a deixei sonhando com o altar.
É claro que todos estão certos, afinal, sou esse monstro repleto de traças e de brochuras. Sou único, a montar e desmontar os teus quebra-cabeças.
Dizem as esquerdas, que conhecestes a liberdade, através de mim!
Não dou testemunhos falsos.
Juntos, caminharemos firmes rumo ao massacre.
Deixe que falem que sou romanesco e até simplório. Deixe que chorem.
Lágrimas salgadas de oceano são sintomas sem vidas. Foi o Fernando quem falou essa coisa.
Loucuras sem método? Aguarde notícias.
Só não interfira no que faço. Deixe-me errar. Eu sei errar sozinho.
Quando o poeta está errando, deixe que enlouqueça.
Não afugente os seus delírios.
De mãos dadas, rumaremos ao desastre.
Pode ser que nos matem e que nos rasguem, e até nos apaguem. Se a direita ressuscitar, isto é certo.
Mas vamos nos pertencer. Formaremos uma só ideia. Alimentaremos a tudo que de certa forma possa gerar futuros.
Chegaremos ao futuro expondo nossas vísceras. Seremos dois gigantes destemidos. Não vamos perpetuar orçamentos em segredo.
"Ah, como eu queria deitar-te em meus braços e enamorar cada detalhe seu, sem pressa, com os meus olhos e em seguida deslizar as minhas mãos em seu rosto tão sublime e adentrar em um caminho sem fim através do seu olhar. Olhar que me leva para um universo paralelo onde só existe eu e você. E nesse universo você que escolhe:
- Ser minha por uma vida ou só até ao amanhecer?"
Eu ainda continuo!
Apesar de todos os espinhos no caminho, apesar de todos os julgamentos e de toda a dor que ainda sinto.
CONTINUO!
Não pq não tenho medo nem dúvidas, continuo pq apesar de tudo sei que irei encontrar o q procuro!
E mesmo não sabendo exatamente o q estou procurando e o q irei encontrar, sei que valerá a pena independentemente do q encontrar.
Então, apesar de tudo, eu apenas
CONTINUO!
Quando eu contava cerca de sete anos de idade, vivi um episódio singelo na forma, mas profundo em suas consequências. Havia, nas cercanias de minha infância, um homem dado à intriga fácil, desses que fazem da palavra instrumento de desordem. Num instante de impaciência, ainda imaturo, nomeei-o pelo que me parecia ser: fofoqueiro.
A palavra, uma vez proferida, não se dissipa — retorna. E retornou. Chegou aos ouvidos de minha mãe, que, sem hesitação, aplicou-me a devida correção.
Não foi a dor que me marcou — pois essa é efêmera. Foi a intenção pedagógica, precisa, quase cirúrgica. Minha mãe não punia por ira, mas por princípio. E suas palavras ecoam até hoje com a força de um mandamento: “Respeite os mais velhos.”
Naquele tempo — e aqui não falo com saudosismo barato, mas com senso histórico — o respeito não era tema de debate, era prática cotidiana. No transporte público, por exemplo, não havia hesitação: a presença de um idoso bastava para que nos levantássemos. Não por obrigação legal, mas por formação moral.
Éramos moldados sob a égide de limites claros. Havia hierarquia. Havia disciplina. Havia, sobretudo, a compreensão de que viver em sociedade exige contenção do ego e consideração pelo outro.
O que observo hoje, entretanto, é uma perigosa diluição desses fundamentos. Confunde-se liberdade com ausência de freio. Exalta-se o indivíduo em detrimento do coletivo. E o resultado é visível: uma erosão silenciosa do respeito, da paciência e da responsabilidade.
Não se trata de nostalgia — trata-se de estrutura. Nenhuma sociedade se sustenta sem pilares. E pilares como respeito, disciplina e responsabilidade não são acessórios: são indispensáveis.
A pergunta, portanto, não é retórica — é urgente:
que tipo de caráter estamos formando… e que tipo de sociedade estamos autorizando a existir?
**Quem me ver não sabem quem sou.
E quem sabe quem sou também não me ver.
Como também o que eu falo ninguém escreve,
Como também o que eu escrevo ninguém fala.
Sou pesadelo de quem nunca viu.
Mas sou um sonho de quem ver.
Ontem teve mil,
E hoje mil não tem.
Sem eiras e beiras
Preferem duvidar, apontar, se calar quando mais preciso.
Mas o que eles não sabem… é que eu já vi o futuro.
Já imaginei a virada, o momento em que tudo muda.
Cada conquista, cada passo firme, cada vitória que ainda vai chegar.
Eu não faço isso pra provar nada.
Não preciso convencer quem nunca esteve comigo.
Eu faço isso pra calar.
Calar as vozes que disseram “você não vai conseguir”.
Calar os olhares que subestimaram.
Calar o passado que tentou me limitar.
Porque quando acontecer e vai acontecer
eles vão assistir em silêncio.
Vão ver tudo o que eu construí.
Vão engolir cada dúvida, cada palavra não dita.
E eu?
Eu vou sorrir.
Não por vingança.
Mas porque eu sempre soube.
Importar-se é mais que sentir ,
é escolher permanecer.
Eu me importo, sim. Mas não por obrigação, nem por costume.
Me importo quando há reciprocidade, quando o vínculo é feito de verdade e não de conveniência.
Me importo quando há aliança não apenas de palavras, mas de atitudes.
Quando o respeito é a base e o cuidado é mútuo.
Porque afeto sem respeito é só apego disfarçado.
E presença sem compromisso é só ausência com outro nome.
Então, sim, eu me importo.
Mas só onde há espaço para ser inteiro, e não apenas útil.
Na real
Eu sou abrigo pra quem quer abrigo,
sou teto em dia de tempestade,
sou silêncio que acolhe o grito,
sou presença quando falta verdade.
Sou a paz pra quem busca descanso,
sou colo pra quem já cansou de lutar,
sou ponte onde só havia abismo,
sou luz mesmo sem me deixarem brilhar.
Sou o ombro que não cobra retorno,
sou escuta que não exige voz,
sou inteiro mesmo sendo quebrado,
sou muitos, mesmo quando estou a sós.
Sou o que fica quando todos vão,
sou raiz em solo que não me quer,
sou amor sem manual de uso,
sou força que ninguém vê de pé.
Mas também sou limite, sou freio, sou fim, alguns me chamam de doido e o sem noção quando querem me manipular,.
sou o não que aprendeu a dizer sim pra si.
Porque ser tudo pra todos me fez quase nada, e agora sou tudo pra mim.
E sou sim pra quem quer ficar ao lado do respeito e da dignidade .
Evans Araújo
Então agora é um recomeço
Apenas eu e esse mundo sem nome
Onde o silêncio grita e o vento me chama
Preciso reencontrar aquele lado animal de novo
Rasgar a pele da rotina
Correr com os pés descalços sobre a terra crua
Sentir o cheiro da liberdade no ar
Deixar que o instinto guie, sem medo, sem freio
Que venham as noites sem estrelas
Que venham os dias sem rumo
Eu sou o grito que não se cala
Sou o fogo que não se apaga
Sou o animal que desperta
A Verdadeira Fonte da Riqueza
Não é que eu não tenha chegado lá…
Não é que eu não tenha riquezas…
Mas eu sei de onde vem tudo aquilo que é bom..
Foi Deus quem disse.
Antes, te lembrarás do Senhor, teu Deus, que é Ele que te dá força para adquirires riquezas.
Deuteronômio 8:18
As fortunas do mundo não são fruto apenas de esforço humano, mas da graça divina.
Ele é o dono do ouro e da prata pega essa visão em (Ageu 2:8) e quando Ele decide abençoar, não há porta que fique fechada.
E se liga nesse texto . O Senhor empobrece e enriquece; abaixa e também exalta."
1 Samuel 2:7
Então, se ainda não alcancei tudo o que sonho, é porque o tempo dEle está se cumprindo.
Eu sigo firme, com fé, porque sei que a prosperidade que vem de Deus não traz dores, mas paz (Provérbios 10:22).
*Declaro hoje:*
“Minha riqueza está nas mãos de Deus. Ele me dá força, sabedoria e oportunidade. Eu confio, eu espero, e eu recebo!”
Em nome de Jesus Cristo amém.
Graças ao Senhor Jeová o Pai da criação.
Texto de fonte bíblicas .e adaptações de:
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