Eu Vou Seguindo sem Voce

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Esse é o mundo que eu vivo... mundo cheio de preconceitos, mundo cheio de injustiças, injustiça perante meus olhos... olhos cansados de tudo isso... olhos que, por mais abertos, só veem a escuridão... olhos que sorriem pra não mostrar o que realmente sinto... sentimento... sentimento de uma vida que não existe... não adianta... vc é julgado por tudo que faz, tudo que pensa, tudo que queria ser ou fazer... mundo que julga o caráter de uma pessoa pela aparência... queria ter o poder do tempo... queria poder mudar meu destino... que pena não posso fazê-lo... vou viver condenado por uma sociedade, vou viver escondido, vou viver à espera de um milagre...

Me intitulei como burro por testar a profundidade de um rio com os dois pés, mas infelizmente eu precisava ser burro para aprender a não ser burro.

Eu deixaria de te beijar, talvez por que o beijo pudesse me impedir de ver teu sorriso, que é o mais doce fruto que se pode colher da felicidade

Eu continuo inquieto e insatisfeito; o que eu amarro com a mão direita, desamarro com a mão esquerda, o que a mão esquerda cria, minha mão direita destrói.

Se tudo o que eu tivesse fosse um último fôlego
Eu o usaria todo só para cantar o teu louvor
Só para dizer teu nome
Se o que eu tivesse fosse apenas mais uma oração
Eu oraria, pois sei que tu sempre me ouves
Se eu pudesse viver mil vidas neste mundo
Eu vivieria cada uma delas ao teu lado

Se eu não empunhar a
espada , eu não
posso te proteger

E se eu continuar
empunhando
a espada , eu não
posso te abraçar.

Os céus estão chorando, eu estou assistindo. Pegando as lágrimas em minhas mãos. Somente silêncio, tem o seu fim. Como se nunca tivéssemos tido uma chance.
Você tem que me fazer sentir como se não restasse nada de mim?
Você pode pegar tudo o que eu tenho, você pode quebrar tudo o que eu sou; Como se eu fosse feita de vidro, como se eu fosse feita de papel. Vá em frente e tente me derrubar, eu vou me levantar do chão, como um arranha-céu.

Demi Lovato

Nota: Skyscraper

- Eu compreendo-a perfeitamente. É uma moça [...] ainda jovem no corpo, mas velha n'alma. Quando se atira a esses excessos de depravação [...] atordoa-se, embriaga-se e esquece um momento; depois vem a reação, o nojo das torpezas em que rojou, a irritabilidade de desejos que a devoram e que não pode satisfazer; nestas ocasiões tem suas veleidades de arrependimento; a consciência solta ainda num grito fraco; a cortesã revolta-se contra si mesma. Isso passa no dia seguinte. Eis o que é Lúcia; daqui a algum tempo o hábito fará dela o mesmo que tem feito das outras: envelhecerá o corpo, como já envelheceu a alma.

Um dia...

Fiz de tudo para te ver feliz, mesmo que às vezes para isso eu ficasse triste, pensando, se estava certo querer o seu bem, sendo que você pouco se importava comigo.
Cheguei a conclusão que tudo que fiz por você, foi por AMOR.
Perdoe-me se fiz você sofrer, tenho a certeza de que foi tentando te fazer FELIZ!!!

Aprendi que posso tudo a partir do momento em que eu quero.

Enquanto eu estiver deste lado da eternidade, jamais esperarei ficar livre das tribulações – só espero que elas variem. Pois é necessário curar o orgulho do meu coração; para tanto, elas precisam ocorrer.

Assistir à morte de um amor é como assinar embaixo em um atestado de incompetência: "Eu sou um fracassado sentimental".

Ailin Aleixo

Nota: Trecho do texto "Vá com Deus" publicado por Ailin Aleixo em seu antigo blog Mulher Honesta, em 09/11/2004.

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Eu não quero viver como se sobrevivesse a cada dia que passo sozinha. Não quero andar como se procurasse meu complemento em cada olhar vago. Eu acho que mereço mais que isso por tudo o que eu sei que posso fazer por alguém. E fico só esperando, na surpresa do dia que eu desencanar de esperar, um par de olhos que me faça ficar sem nenhuma palavra, nada além de dois olhos se enlaçando quatro.

Eu sou um guerreiro que sonhou com a paz. Às vezes ela demora para acontecer, às vezes não acontece. Mas você tem que acordar.

Eu só queria algo pelo qual valesse a pena lutar.

Tem hora que bate uma tristeza tão grande, que eu não sei o que fazer, e nem pra onde ir.
É tanta coisa que eu queria dizer, mas não tem ninguém pra ouvir...
Então eu choro, choro, sem ninguém ver!

Chega de promessas não cumpridas, de palavras vazias, de juras falsas. Eu quero verdades, sinceridades, honestidade e transparência. Quero realidade, franqueza, quero ter mais certeza. Ando precisando de apegos, apreços, carinho, atenção, de dedicação, de consideração, de gratidão. Quero intenções, atitudes. Bons ventos e pensamentos. Mais gentileza, mais cavalheirismo, mais suavidade. Chega de palavras que machucam, de atitudes que ferem, de olhares que angustiam. O mundo precisa de mais afeto, demais respeito, de mais educação, de mais consideração.

Eu sou livre!

Vocês podem achar que eu sou Louco. Fofoqueiro. Ridículo. Homem. Mulher.
Gay. Lésbica. Vocês podem achar o que bem quiserem de mim. Desde que me tenham como um amigo. Eu sinceramente não me importo em saber o que pensam a respeito de mim. Pra que saber o que pensam a respeito da minha pessoa se isso não vai mudar ou influenciar em nada minha vida cotidiana? Tudo isso se deve ao fato que só temos uma vez. Uma única vez, uma única chance de fazer tudo o que desejamos e planejamos. Nós todos, independentes classe, cor ou credo, só temos essa vida pra aproveitar o máximo que podemos. E por isso que sou assim. Ligado 24 horas na tomada. Viciado em viver, mesmo que muitas vezes pacato e quieto. Mas é assim mesmo, ninguém vive fazendo festa todo dia, ninguém consegue levantar de bom humor todo dia, embora a ditadura do bem viver nos diga que devemos sorrir até mesmo dormindo ou debaixo do banho. E mesmo que eu não consiga dessa forma estar sorrindo diariamente, eu tento, eu me esforço pra contentar quem ta ao meu redor.
Já disseram diversas vezes que eu tenho o dom de alegrar quem está ao meu lado, de fazer rir quem está junto de mim. E vocês pensam que isso é bom? Isso é muito bom, é gratificante, mesmo que quase freqüentemente eu extrapole e acabe irritando uns que acabo perdoando logo depois. Tudo bem, até reconheço que ninguém é obrigado a ouvir minha bela voz toda hora e todo dia. Mas eu vou em frente.
Costumo muito dizer que eu vou embora. E eu vou mesmo. Sinto muito caros amigos, mas irei deixá-los dia desses. Não posso viver pra sempre no mundo que não é completamente meu. Eu pretendo e afirmo que vou viajar o planeta inteiro, conhecer pessoas e lugares, entreter outras pessoas e elas descobrirem que eu existo. E como muitos sabem, vocês irão poder amenizar a saudade ligando a televisão e dizer: - Como o Mateus tá bonito hoje. Como o Mateus tá magro. Como o Mateus tá estranho hoje. E poderão finalizar dizendo: Faz horas que ele não aparece por aqui, faz horas que ele não liga. Claro amigo, todos devem entender que morar em grandes metrópoles exige muito trabalho, corre corre e nem sempre se consegue vir a toda hora rever vocês.
Mas é assim mesmo...
Lógico que é assim mesmo, uns me amam, outros me detestam. E na grande maioria todos me adoram.
Eu me decepcionei. Simplesmente porque ninguém é o aparente ou o que tu achas que é. E diante dessa imensa decepção eu não me deixei abater. Eu sou muito melhor do que ontem e vou em frente.
Pois bem brilhantes amigos. Espero um dia poder fazer parte da história da vida de cada um de vocês. De ser lembrado e reconhecido pelo meu jeito elétrico e bizarro de viver. E seria tão bom se todos soubessem o quanto é maravilhoso ser ridículo. Já dizia o ilustre Luiz Fernando Veríssimo: “ Mas eu desconfio que a única pessoa livre, realmente livre, é a que não tem medo do ridículo. “ E eu hoje me considero livre.
Amigos. Embora muitos não sabem, nem denotam a tamanha adoração que tenho por vocês, saibam que carrego todos dia a dia no meu enorme coração que é que nem de mãe. Sempre cabe mais um.
Fiquem bem. E espero um dia ser reconhecido pelo meu trabalho voluntário de fazer vocês rirem e assim eu dou risada, movimento 300 músculos e fico mais feliz vendo a felicidade no rosto de cada um.
Eu vou lá...
Até a próxima! Um abraço.

Cartas, santos, números, astros: eu queria afastar completamente todas essas coisas da minha vida. Queria o real, um real sem nada por trás além dele mesmo. Apenas mais fundo, mais indisfarçável, sem nenhum sentido outro que não aquele que pudesse ver, tocar e cheirar como os cheiros, mesmo nauseantes, mas verdadeiros, dos corredores do edifício. Eu estava farto do invisível.

Eu sou humilde, mas não modesto. Modéstia é falsidade.