Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Para sempre vou te Amar
❝ ...Quero te provar isto
não somente hoje,
mas todos os dias
de minha vida, eu
sempre ei de te
amar. Quando estiver
triste, estarei ali para
te acolher em meus
braços. Quando estiver
dormindo ficarei ali
te admirando. Quero
te sentir sempre
perto de mim.
Te abraçar e sentir
seu calor. Sou feliz
por te amar e ser
Amada por ti.
E por que te amo
quero te ter
sempre aqui.
Te amei em meio
as tempestades,
te amei no deserto
das dificuldades, te
amei na alegria
e também na dor,
e sou grata pelo
imenso amor que
demonstra por mim.
Te amar é o meu
prazer, você é a
luz dos meus olhos,
o sorriso dos meus
lábios, e a realização
dos meus desejos.
Sempre vou te Amar...❞
-------------------- Poetisa:Eliana Angel Wolf
NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO
(Fundamento estrutural da obra)
Vou começar simples.
O processo não nasce da norma.
Não nasce do artigo.
Não nasce da tese jurídica.
Ele nasce de uma perda.
Alguém perdeu algo.
Tempo.
Dinheiro.
Oportunidade.
Trabalho.
Dignidade.
Se não houve perda, não há razão para acionar o Estado.
O próprio texto da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 é claro:
“A lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito.”
Lesão.
Ameaça.
Ou seja: prejuízo.
O que fiz no livro não foi inventar categoria nova.
Foi reorganizar o eixo.
O prejuízo não é consequência do direito.
Ele é o pressuposto da jurisdição.
O erro estrutural da advocacia
A advocacia foi treinada para começar pelo artigo.
Primeiro a norma.
Depois o direito.
Depois a prova.
No final, se sobrar espaço, o dano.
Isso está invertido.
O juiz não começa decidindo qual artigo aplicar.
Ele começa, ainda que silenciosamente, perguntando:
Se eu decidir assim, isso vai me custar o quê?
Se a resposta for: nada relevante,
o processo morreu.
Não por injustiça.
Por arquitetura.
O que o livro revela
O processo contemporâneo não falha ao ignorar prejuízos invisíveis.
Ele funciona exatamente como foi estruturado para funcionar.
Se o prejuízo não foi:
delimitado,
tornado identificável,
vinculado à decisão,
apresentado como irreversível,
o sistema oferece ao julgador uma saída confortável:
forma,
insuficiência probatória,
preclusão,
silêncio.
Nada disso é ilegal.
É econômico.
A tese central
Não existe lide sem prejuízo.
A pretensão resistida é consequência.
Antes da resistência, houve perda.
E toda decisão que encerra um processo sem enfrentar o prejuízo faz uma coisa só:
redistribui o dano.
Quem perde?
O que perde?
Por que essa perda é juridicamente tolerável?
Se a decisão não responde isso,
ela não resolveu o conflito.
Apenas o neutralizou.
Decisão barata × decisão custosa
Existe algo que poucos dizem:
O juiz não evita decidir.
Ele evita decidir caro.
Decisão barata é aquela que pode ser escrita sem nomear a perda.
Decisão custosa é aquela que exige assumir quem absorve o prejuízo.
O papel do advogado não é convencer.
É tornar a decisão incontornável.
Não para ganhar sempre.
Mas para impedir que o processo finja que ninguém perdeu nada.
Não é ataque. É estrutura.
Não estou acusando juiz.
Não estou acusando assessor.
Não estou acusando o sistema.
Estou descrevendo como ele funciona.
Quem não entende isso escreve para convencer.
Quem entende, escreve para fechar saídas confortáveis.
O fundamento do livro
O livro “Não Existe Lide sem Prejuízo” não cria um novo Código.
Ele revela uma lógica:
Se o prejuízo não pressiona, a forma decide.
Se a perda não é visível, ela é legitimada.
O direito nasce para evitar prejuízos.
Transformá-los em abstração é inverter sua origem.
Se depois de séculos de processo alguém acha que não se pode reorganizar a forma de enxergar a decisão, a história do direito prova o contrário.
O que proponho não é ruptura dogmática. Se houver disruptiva metodológica estratégica do prejuízo e com ela vier a Justiça, Amém.
É lucidez estrutural.
E isso, no processo civil contemporâneo, já é muito.
Abençoai Senhor, os medicamentos e a água que vou tomar, para que me façam bem ao corpo e à alma, curando-me e libertando-me de todos os males, pelos quais vos louvamos e agradecemos, em nome do Pai, Filho e Espírito Santo, Amém.
Ah...vou suspirar com a brisa
por ela te mandar um recado
num beijo com perfume de flor
que de meu coração foi exalado...
“Nunca vou desistir, porque dentro de mim há uma voz que não se cala, mesmo quando tudo desaba ao redor. Já caí, já perdi, já chorei — mas cada dor que enfrentei construiu a minha força. Aprendi que o caminho dos fortes não é o mais fácil, é o mais verdadeiro. Desistir seria apagar tudo o que lutei para conquistar, seria renunciar ao propósito que me move. Então sigo, mesmo cansado, mesmo sem aplausos, porque a minha vitória não está em chegar primeiro, mas em nunca parar de caminhar.”
Vou deixar para o mundo um legado de riqueza que não se conta em moedas, mas em vidas transformadas.
Muitos crentes dizem sou crente e vou pro céu sou pastor e vou pro céu cara o que adianta você ser tudo isso e não amar o próximo diz-me o que adianta você anda com uma bíblia e só pensa em dinheiro mim, diz o que adianta você trair a sua esposa e abandonar seus filhos por uma pessoa que você conheceu a uns meses atrás dizem aí.
"Não vou mentir. A infelicidade é uma companheira amarga, que nos acompanha em sua vil espreita. Você terá pouca felicidade na vida, por isso faça o seu melhor para tornar melhor a vida dos que são importantes para você. Essa é a sua maior recompensa."
Minha religião? Sou evangélico. Mas, se não viver o evangelho, vou para o inferno com religião e tudo. Ser Cristão é muito mais do que ter uma religião. É servir e amar a Cristo.
“Então vou te amar de longe… em silêncio, nas lembranças, nas músicas que me fazem pensar em você e em cada saudade que seu nome ainda deixa no meu coração.”
Pelo sim ou pelo não, vou fazendo um zigue zague com uma cordinha chamada “talvez” e nessa linha imaginária e pueril ela fica flutuante como pipa conforme o vento sopra…
Onde?
- No meu coração!
O AVESSO DO DIZER
(O Verbo que o Silêncio Esconde)
Assim, vou vivendo entre sonho e realidade,
essa ilusão é como a bruma que borda o amanhecer,
e vivo assim em passos lentos caminhando sem saber...
tropeçando em letras para juntar o que não consigo dizer.
Se no meu silêncio mora a poesia desconexa,
aí eu pergunto:
— Palavras pra quê?
Lu Lena / 2026
Agora vou correr atrás do futuro, o passado é só um livro velho de páginas amareladas. Não vale a pena chorar por quem ficou para trás, uma vez que quem permanece caminhando é quem tem as mãos limpas e o coração puro. É tempo de acender luzes, luzes que iluminem o meu caminho, e o caminho daqueles que andarem comigo. A história não acabou, ela recomeçou, com novas cores, nova vida e novo brilho, assim como vivo e brilhante é o novo amanhecer.
'inda olho o por do sol
pela janela
vejo ao longe nuvens
e a lua que se esconde nelas
Vou ao encontro deles
Campo aberto
Vou me juntar ao espetáculo
que não sabe da platéia
Não consigo contar
Não se descreve o encontro de céu e mar
De sol e luar
De dois corpos que só sabem amar.
Um eclipse
Fenômeno natural
Assim também é respirar
Mas este um dia acaba.
você é a primeira pessoa que penso ao acordar e a última quando vou dormir,
com você minha vida está mais feliz...
você veio pra mim completar, meu sonho é te abraçar, no meu coração vou te guarda, na minha vida sempre estará ao seu lado quero caminhar...Ter várias histórias pra contar o que sinto por você não consigo expressar...
Mais de uma coisa tenho certeza, meu coração por você apaixonado está.
Comece a manhã dizendo a si mesmo: Hoje vou encontrar: um ingrato, um ignorante, um raivoso.
