Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Diz-me com quem andas e te direi se vou contigo.
Se uma loira lhe atirar uma granada, tire o pino e atire de volta.
Se emperrar, force. Se partir, estava mesmo a precisar de trocar...
A primeira amnésia a gente nunca esquece !
Como eu já disse antes: eu nunca repito as coisas.
aprendi que não sou perfeito e que sempre vou errar e machucar,quando o mesmo não quero.sei que o amor me machucou muito ,mais não e por isso .que vou deixar de amar,mesmo sabendo que amar alguamas vezes e desejar muito de uma pessoa ,mesmo sabendo que faço uma aposta incerta ...
21/05/09 (07:51) -> Acordei com vontade de tomar energético. Só não vou comprar pq tô juntando grana pra julho. Quero ter uma boa quantia pra gastar com ela... Quero ver se consigo leva-la em algum restaurante bom por lá... Já que aqui eu não consegui! (...) Saudade? Sim, muita!!
O que vou fazer pra mim conseguir te esquecer ?
Queria tanto ti contar oque sinto, como dói,nao poder mais estar ao seu lado. A angustia de saber que tens outra,e de que nao querer mais ninguem. A raiva de nao ter feito, oque iria fazer,ou falar. Bom gostaria de lhe contar que tudo ia ser diferente e melhor...mais me deixastes sozinha e apaixoonada ^^
Vou-me agora, porque é o melhor momento.
Espero ao encontrar a morte ter a certeza de ter feito a vida valer a pena.
Espero poder rir dela dizendo que a libertação da minha alma desse corpo fadigado, não dissipa as ideias que já deixei em outros corações.
“Palavras ao vento”
Vou formatar minha memória
As palavras estão confusas..
As escritas se repetindo
Estão voltando, se misturando
As que penso estão voando
Aleatórias, ao vento..
As vezes penso que não são minhas...
Serão bem vindas
Se voltarem um dia
Mas se encontrarem outras mentes
Outras almas sensíveis
O mundo se tornará poesia....
Ti sinto agora aqui perto de mim sinto seu cheiro como vou resistir sinto sua falta como vou viver e tanta saudade sinto falta de você
Algumas pessoas acham que vai me deixar mal, só para terem o gostinho de se sentir superior, mas vou mandar uma direção pra você, sou feliz por ser quem sou, pelo que já fiz e ainda faço, o que tenho é pena dos que se acham maiores, prepotentes frios e calculistas.
A minha real vida é a mesma virtual, eu não sei mentir, e mentiras não fazem parte do meu vocabulário, conquistei durante toda minha existência a confiança, caráter e minha dignidade, sou fiel em todos os sentidos, e não vou me render a sua inveja, pq aqui ela passou voando, e se pousasse eu a derrubava de volta...meu escudo aqui é Deus e é nele somente ele confiarei.
Te darei pão, mas deixarei a sede te sufocar e mesmo assim, vou estar na hipócrita visão de ter feito bondade com falso heroísmo
RELÓGIO
Sou as horas que anda, que anda
Segundos, sem fim, sem dimensão
Vou levando verás, agridoce ilusão
Sonhos, e o teor na sua demanda
Sou o tempo, a correr, indagação
A realidade adestrada da varanda
Do viver, sem fingida propaganda
Minutos no vai e vem da emoção
Ninguém pode parar meus anos
Nascem e morrem, sem medida
Desse modo, acertos e os danos
E não há rebelião pra hora corrida
Há vida, tudo passa, sem planos
Então, não desprezais minha batida...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2019, fevereiro, 03
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Vou perseguir os meus sonhos e romper os meus limites, porque nada é impossível. Tudo depende da minha pessoa. Tenho que encarar tudo com um sorriso.
Sou obcecada pela minha própria felicidade. Vou concentrar em melhorar as coisas boas da vida, em vez de tentar consertar o que está errado. Sou provedora da minha própria felicidade e, ponto. Boa noite!
Não sou ingênua. Sei que não vou vencer. Nem quero. Mas quero chegar lá e provar que não há razão pela qual eu não possa ou não deva participar.
Tem muitos que não vão concordar com o que isso que vou escrever, mas sinto muito .Dinheiro essa tal criação do ser humano, Não traz felicidade, corrompe as pessoas. (a falta desse troço) impede á maioria das pessoas de tomarem as próprias decisões,isso inclui saúde,direitos civis e sociais. Acaba sendo a causa do trabalho em vez de ser benefício de troca de favores (ajuda) entre as pessoas . As pessoas criminalizam Chronos= tempo mais não se matam , sim o fazem por dinheiro .Resumindo , dinheiro é podre.
Porque,
bem assim
de pertinho,
não desejo
te largar...
Bem assim
de juntinho,
vou te amar
te amar...
Diogo Gallvão
Élcio José Martins
UMA DOCE LEMBRANÇA
A história que vou contar,
Muitos, também vão se lembrar.
Casinha na roça e laranjas no pomar,
Sombras das mangueiras e noites de luar.
Piso de chão batido ou tijolo mal cozido,
Telhado de estrelas com fissuras de vidro.
São goles e goteiras de saudade,
Portas e janelas de humildade.
Lamparina ou lampião,
Davam luz na escuridão.
Na trempe do fogão cozinhava-se o feijão,
No fumeiro, o toucinho e a linguiça à altura da mão.
Na taipa do fogão aquecia-se do frio,
Causos eram contados, davam medo de arrepio.
Para o fogo não apagar era um grande desafio,
Lenha boa fazia brasa e queimava noite a fio.
A água era da bica,
Era saudável, era rica.
O colchão era de palha,
Não existiam grades e nem muralha.
Biscoito no forno era a sensação,
Dia de pamonha tinha muita emoção.
Porco no chiqueiro ficava bem grandão,
Carne não faltava, tinha em toda refeição.
Carne na lata a gordura conservava,
Quando matava porco era alegria da criançada.
Vitaminas eram naturais e saborosas,
Colhia-se do pomar as frutas mais gostosas.
As conversas eram sempre prazerosas,
Damas habilidosas eram muito prestimosas.
Na redondeza eram famosas,
Envergonhadas, disfarçavam, não davam prosas.
O paiol o milho lotava,
Os bois e os porcos, vovô tratava.
No moinho o milho era moído,
No pilão o fubá era batido.
O cavalo arreado era para a lida e a peleja,
A carroça e o carro de bois carregavam a riqueza.
A colheita era certeza,
Era o fruto do trabalho feito com destreza.
No monjolo a farinha era preparada,
No engenho a garapa era gerada.
Da garapa fazia-se o melado,
A rapadura temperava o café do povoado.
Das galinhas eu me lembro com saudade,
Hora do trato era alegria e felicidade.
O milho espalhado pelo terreiro,
Só faltava abrir o portão do galinheiro.
Lembro-me das modas de viola,
Reunia-se a vizinhança pra fazer a cantarola.
No sábado o bailinho levantava o pó e a poeira,
Era saudável, tinha respeito e não havia bebedeira.
Cobras, sapos e lagartos. Só não tinha iguana.
A palha de arroz servia como cabana.
O prazer era subir nas árvores para apanhar os frutos mais altos,
O guerreiro marchador gostava de dar seus saltos.
Cedo as vacas encostavam. Era hora da ordenha.
Bem cedo descobri o que é uma vaca prenha.
Até hoje ainda ouço o mugir,
É bom e é gostoso a lembrança emergir.
Saudade daquele tempo. Era duro e trabalhoso,
Com certeza não tem ninguém que não se ache orgulhoso.
Não tinha luxo, não tinha vaidade,
A viagem mais longe era compras na cidade.
Calça curta com suspensório,
Sapato preto com meia branca.
Era mais que necessário,
Pra criança mostrar sua panca.
Pés descalços com espinhos e bichos de pé,
Tinha festa todo ano com barraca de sapé.
Tinham doces, quitandas e salgados,
Só não podia faltar o bule de café,
Rezava-se se o terço, pois primeiro vinha à fé.
Procissão de ramos caminhava a pé.
Os ramos que para a casa levava,
Serviam pra amansar o ruído da chuva brava.
Manga com leite era veneno,
Assombração tinha terreno.
O respeito vinha apenas de um aceno,
A punição era severa pelo gesto obsceno.
Da infância levo a saudade,
Levo o amor, o afeto e a amizade.
Faltava o alfabeto, mas muita educação,
É da roça que se ergue o sustento da nação.
Mesmo com dificuldade o pai à escola encaminhou,
Queria ver seus filhos tudo aquilo que sonhou.
Com sacrifício criou os filhos para uma vida melhor,
A estrela foi mostrada por Gaspar, Baltasar e Belchior.
Hoje é só agradecimento,
Nada de tristeza, de lamento ou sentimento.
Cada um é um vencedor, pois mudou o tom da cor,
O sacrifício da família deu aos filhos o caminho e o amor.
As pedras no caminho serviram de degrau,
Os desvios da vida fizeram distanciar do mal.
Os meandros dos sonhos fizeram um novo recital,
Do sertão para a cidade e depois pra capital.
Fez doutores e senhores de respeito,
Deu escola, deu lição, muro de arrimo e parapeito.
Nosso dicionário não existia e palavra desrespeito,
Com orgulho e gratidão encho o riso e choro o peito.
É colheita do que se plantou outrora,
Tudo somou e nada ficou de fora.
O fruto de agora,
É a luta, é o trabalho, é a fé. É a mão de Nossa Senhora.
Élcio José Martins
Vontades loucas, absurdas, idéias idiotas. São delas que vou me lembrar. Acordar arrependida? Que nada, eu acordo querendo de novo, e de novo, e de novo..
Nada melhor do que ser livre para tomar suas próprias decisões. Tô com vontade? Faço. Se arrepender é melhor do que nunca saber como teria sido!
