Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Lembro-me do tempo em que eu era "Ridículo", é isso mesmo, "Ridículo" porque era apaixonado pela vida (hoje somente gosto dela),
"Ridículo" por não sentir vergonha em me expor ao "Ridículo" para falar de amor quando esse deixava de ser paixão,
"Ridículo" por penejar com uma caneta em um pedaço de papel todos os meus devaneios.
Sendo "Ridículo", fiz coisas que nem eu acredito que fiz,
Eu fui "Ridículo" do tipo que manda flores sem ter um motivo aparente, ahh, simplesmente porque na vida de um "Ridículo" todas as ocasiões são especiais para falar de amor, agir por amor e sentir-se amado.
Nos dias atuais muito poucos "Ridículos" dizem ou praticam com a ênfase condigno a frase "Eu Te Amo".
Ainda que eu tenha saudade, posso dizer "Foi muito bom ser "Ridículo" "
Davi Souza
As vezes eu aproximo,
As vezes faço distanciar,
As vezes eu sou facinho,
As vezes tem que me conquistar.
As vezes tu se pega rindo sozinho por mim,
As vezes eu aperto tanto, que te faço
Chorar.
As vezes sou uma gota,
As vezes sou todo o mar,
As vezes pareço um minuto,
As vezes por mim, o relógio parece parar.
As vezes sou silêncio,
As vezes quero apenas gritar.
As vezes broto na pedra,
As vezes deságuo em cachoeira.
As vezes sou brilho nos olhos,
As vezes sou desgosto pra vida inteira.
As vezes me confundem com ódio,
As vezes acham que sou brincadeira.
Mas tem uma coisa que sou sempre,
Sou necessário à vida inteira.
E quem ainda não sabe quem eu sou,
Ou ainda não nasceu,
Ou vive mas ainda não acordou.
Eu sorrio quando eu te vejo, eu sorrio quando eu falo com você, eu sorrio quando você me toca, eu sorrio quando você está perto de mim, eu sorrio quando você me olha, eu sorrio quando penso em você, eu sorrio você. Mas a única vez que sou verdadeiramente feliz é quando te faço sorrir de volta.
Eu era o vazio...
Uma velha casa abandonada.
Há muito tempo não habitada.
Vandalizada e menosprezada.
Tu era uma moradora das ruas.
Encarava o calor do sol nos dias e o frio massivo da lua.
E ali estávamos nós...
Frente a frente pela primeira vez.
Tu com fome e frio, e eu debruçada sob a terra úmida imaginando o calor do teu corpo.
Tua fadiga da procura por paz estava evidente já que estavas ali perdida e sozinha no mundo.
Esperando nas pessoas bondade e alguém que entendesse o seu desespero.
Seus olhos me cativaram, seu sorriso me conquistou.
Tudo em você era como a paz de um novo dia.
Pois você era resplandecente, assim como o brilho do sol.
Mas o mundo, sempre cruel não te deu ouvidos.
E você passou a viver no frio das ruas, sob o sussurros da noite.
O alvorecer era a morada da sua angustia, e nada a fazia sorrir, pois a alegria se dissipou do seu interior.
Então...Você viu a mim.
Uma velha casa vazia, que outrora já foi atrativa, com sorrisos sinceros, olás e bom dias.
E em mim você finalmente encontrou abrigo, e com o passar do tempo, com poucos gestos me trouxe de volta a vida.
Você me limpou cuidadosamente, cuidou das minha rachaduras.
E reviveu o meu jardim... Enfim.
Desde então habitas em mim, e o meu vazio se preencheu com a tua doce presença.
Já não sou mas uma antiga casa vazia.
Hoje sou parte importante do teu aconchego.
Hoje, eu penso apenas em desistir. Desistir do que há em você que me faz te querer. Desistir de te querer, e de querer que me queira. Hoje eu não consigo parar de pensar em abandonar o que nós temos, para tentar achar a felicidade em outros portos. Contudo, eu simplesmente não posso. "O coração não obedece a razão" e eu acabo cedendo a tentação de te amar. E, te amando eu navego justamente na direção oposta.
E lá estava eu, enrolado nos afazeres do dia-a-dia, entregando-me às promessas dos deuses que guardam os segredos do amanhã, deixando que os dias passem por mim sem que eu passe por eles, adorava a automaticidade a que havia chegado, tornava as coisas bem mais tênues e livres de complicações.
Afinal não existia nada de tão inovador em minha vida que me propusesse qualquer perspectiva diferente, mas pensava em muitas, e quase o tempo todo, embora nunca tivesse iniciativa para me propor jornadas tão ao horizonte líquido de possibilidades do desconhecido.
Isso é sempre algo que requer insensatez, intrepidez, para não dizer estupidez. Coisas que não habitam em mim há sabe-se quanto tempo, costumo me convencer de que sou naturalmente inclinado à condutas que traçam linhas retas, sem desvios; retas ao que me prescrevo como razoável.
Mas este não é o ponto a que quero chegar.
Aconteceu que, de repente, algo começou a me incomodar o pescoço, como se alguma coisa tivesse me picado, passei a mão e me comprometi a olhar no espelho, quando chegasse em casa, tornando-me novamente aos afazeres mecânicos do que a sociedade chama de profissão.
Com certeza a dor é algo que incomoda, assim como o caos à ordem. Quando sentimos dor, o incômodo acaba com a nossa concentração e transforma a si mesmo no palco para onde vertemos os holofotes da nossa atenção.
Eu não estava acostumado à incômodos, sempre tinha tudo em ordem, estava completamente habituado ao ritmo sólido e constante com que as coisas vibravam. Mas, hoje, mal podia fazer atividades medíocres, que vinha fazendo há anos à fio.
É bem verdade que essa rotina me transformou em alguém de pouco humor, sempre mordaz com as pessoas, dono de um ceticismo intragável, às vezes, nem mesmo eu suportava conviver comigo mesmo, mas o tinha de ser, se pode fugir de tudo na vida exceto de si mesmo. Esta é uma responsabilidade de natureza perene, que cada um tem para consigo mesmo, a de arcar com aquilo que fizeste de si: ‘criaste-te, agora, suporta-te’ — pensei.
Entretanto, não posso negar, situei-me por tanto tempo fora do espaço comum, que habituei-me a minha individualidade, meu espaço sem estrangeiros, com seus sotaques de ideias, suas religiões de valores, havia muito tempo que não me metia em conflitos, era só eu e eu mesmo.
Chegando em casa, fui logo ao quarto e me dispus a olhar-me no espelho, ali, bem no sítio em que me doía insuportavelmente. Para minha surpresa, não havia nada. Exatamente, nada. Nem mesmo um único vergão, marca, bolha ou ferida. Mas doía como se o incômodo viesse da picada de um escorpião. Dizem que é uma das peçonhas mais doloridas e incômodas. Nunca fui picado, li em algum lugar. Diferente de nada, nada não podia doer tanto.
Era violenta e invasiva, a dor. Não parava de latejar, sentia-a pulsar pelo meu corpo todo, mas se concentrava ali, no pescoço. Malditos calafrios.
Todo este arrebatamento, talvez se devesse a isto estar tirando-me do comum. Deveria ter passado no supermercado depois das vinte horas, que é quando paro no trabalho, e ter comprado algo para entreter meu estômago. Isso, entreter e não alimentar, pois é isso que acontece nas sextas à noite. Mas com toda essa situação me afligindo, mal lembro se desliguei a luz quando saí.
Só consigo pensar nisso, em resolver este incômodo, que parece estar tomando o controle da minha vida. E inimaginavelmente, como pode fazer sofrer tanto algo que começou há menos de doze horas.
Reclamei tanto comigo mesmo, fiz a dor acima de todos os meus sentidos.
O que mais me incomodava talvez fosse a confissão que devia a mim mesmo. E o diabo sabe como machucar. Azucrina com o que de mais importante guardamos no fundo do obscuro baú execrável de nossas almas, mas não podemos mentir a nós mesmos eternamente. Uma hora a verdade nos consome, e o que fazíamos oculto aparece. É como mágica, fingir bem é a chave. Fingir tão bem ao ponto de que todos acreditem. E a mágica só tem poder quando nós mesmos acreditamos nela. É assim que o truque funciona.
No fundo, eu sabia de uma coisa, que quis esconder de mim mesmo, o motivo real da minha falta de controle sobre a situação, com todos esses rodeios mentais. Algo que era comum, ao menos para mim. Rodeios mentais.
Sempre tento argumentar comigo mesmo, como se existissem dois lados em disputa, um dizendo algo e o outro tentando impor suas ideias, seus anseios, em via contrária.
A dor no pescoço, todo este incômodo, esta agonia, sinto-me tirado de mim mesmo, para fora, para longe do confortável buraco onde havia me enfiado desde a pré-história da minha vida, para o horizonte líquido e detestável de possibilidades, como eu o via, mas devo admitir, que ainda sinto os lábios dela marcarem suavemente um beijo de despedida no meu pescoço.
Naqueles olhos tem um mistério
um vazio, sonhos, medos, ternura, desejos, eu vi um mundo naqueles olhos, eu me vi naqueles olhos ...
Me chamam de velha, hora bolas! Só porque eu me amo tanto que acredito não ser o melhor momento para amar outro?
E a esperança que renasce dentro de mim, me faz reviver momentos no qual eu já tinha esquecido, mas seu olhar me trouxe de volta a vida, e com a vida trouxe o amor!
Eu precisava de um tempo para mim, tempo esse que eu queria ter vivido ao seu lado
Foi difícil ficar esses meses sem nenhum contato seu, sem aquele “bom dia” pela manhã, sem aquele áudio de você bêbado cantando a nossa música
Me segurei milésimas vezes para não te mandar uma mensagem, para não perguntar o que eu fiz de errado
Me vejo chorando no canto do quarto lembrando da gente e do seu perfume
Fico imaginando o que será que você está fazendo às 21hs de um sábado chuvoso
Vejo que você me esqueceu e isso me mata, por que parece que nada do que eu fiz valeu para você perceber que eu te amava
Eu tento me distrair nos finais de semana com caras errados, para ver se esqueço que você existe, mais é só chegar em casa e colocar a cabeça no travesseiro que você vem átona.
Será que só eu estou sofrendo por isso, será?
Será que eu não sou suficientemente boa para fazer um cara feliz?
Ficaria aqui questionando esse caso por horas, mais vi que já não vale a pena
Você já deve estar refazendo a sua história e eu aqui ainda remoendo os vestígios que você me causou.
Te amo hoje e talvez amanhã
Fica com Deus
Meu quase ex amor ♥
Olha, só quero lhe dizer que eu sabia que não seria fácil se acaso me apaixonasse por você. Tanto que hoje, estou aqui louca pra lhe dar o meu amor, mais você não quer. Apesar de estar me sentindo assim, e ti amar tanto, não o quero pela metade, não quero seu meio sorriso nem o seu talvez, não sou mulher de amar só um pouquinho. Para estar em seus braços por alguns momentos e ter a certeza de que sou amada tanto quanto o amo, seria bom, seria maravilhoso. Mas se não for assim, prefiro nem tentar. Se for pra acontecer, que aconteça pra valer, se for pra ser, que seja por muito tempo. Não posso e nem quero imaginar estar com você hoje e amanhã não ter mais certeza de nada, entende...Só preciso que saiba que o que sinto é mais forte que eu, por isso prefiro não seguir em frente com um sonho que talvez nem se realize. Só não esqueça de uma coisa...Eu amo você!!
"Eu já não sei o que fazer
Só tenho você em mente
Mas nada tenho pra te oferecer
Além de amor e um coração carente"
Desejo que você nunca encontre alguém melhor que eu, porque quero ser sempre o melhor para sua vida, assim como você é para minha vida.
"Por quanto tempo, não me importa
O que eu quero é você
Por um minuto
Uma hora
Um momento
Quero agora
Quero já e sem demora"
Se ser humilde e sentimental e ridiculo , eu so totalmente ridiculo.
Mas continuo amando meus amigos e famíliares.
Além da indiscutível Santidade (para quem tem fé), eu acredito em humanidade. O que passa disso é mero rótulo. Mesmo quando todos os "ismos" não fazem mais sentido, a natureza humana continua. E basta.
Eu e Você, Você e Eu, Hoje Se Tornamos um Só, Dois Corpos e a Junção De Dois Corações, E Uma Única Vontade, Que Você Seja Só Meu Pra Toda Eternidade.
