Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Eu tento escrever meus própios pensamentos, quando menos espero me encontro com algo muito semelhante ou até mesmo igual.Que fazer? Parece que tudo já foi dito por alguém, em alguma ocasião.
olá querida garota que chora por não ter o corpo perfeito de não ser parecida com as meninas do Instagram ou chorar por homens que não te merecem garotas prestem atenção quando você é uma mulher ou uma garota as pessoas querem que você sorria e acene a sociedade acham que você não tem sentimentos ,eu quero que vocês sejam vocês mesmas acreditem nos seus sonhos e se algum homem algum dia ousar mandar em você
primeiro passo ; de um tapa na cara dele
segundo passo ; fale um discurso sobre feminismo para ele
terceiro passo ; xingue ele
quarto passo e ultimo ; termine amizade namoro ou qualquer tipo de contado com ele
todas as mulheres são perfeitas e os homens devem queimar no inferno
Porque viver na dor ? Não há explicação pra esse sofrer, que me faça perceber onde tudo começou, nessa vida que maltrata não refresca meu andor ,de pessoa combalida de uma vida desvalida sem o anseio da dor .
Dizem que a maturidade vem com o tempo.
Vejo velhos imaturos como uma fruta verde a ser colhida.
Jovens maduros demais pra o tempo que lhes der, que parecem frutas maduras, decaída do pé.
Mãe
Estou deitada
De olhos fechados
Pensando no porquê
A vida ser injusta e ninguém
Se importar comigo.
Você me vê, me cobre
E me beija
Deseja boa noite
E sem resposta, pois
Eu finjo que estou
Dormindo.
ele tem uma biblioteca escondida.onde, em cada ação
Consulta seus deuses
E tudo o que sabe é informação de terceiros.
Ele se molda pela bíblia e,
Não sabendo interpretar
Recorre a pastores e religiosos
Convictos da verdade absoluta.
Quer saber tudo
Quer dominar tudo
Quer ser ele, quer ser ela
Não importa
Nada sacia sua sede de controle,
Segurança,
Apego,
Egoísmo.
Quer saber como relacionar
Sem se relacionar
Recorre aos livros pra não errar.
Toda informação ele compulta
É uma máquina
É uma mente
Absurda? Absurda
E não confia no que não está escrito
Não é fácil esquecer alguém...
Todos os dias você via aquela pessoa como algo que te completava,
algo que o fazia sorrir e ansiar pela sua presença.
Quando chega o momento em que você sente que deve ser o fim,
é doloroso,
mas, o que fazer?
Ela está tomando conta de sua mente.
Se você continuasse, a pessoa de anjo se tornaria o próprio demônio da sua vida.
sonho ou meta ?
Uma meta é um sonho com prazo.
Dar um prazo ao seu sonho tira você do vago “algum dia”.
Com uma meta, o sonho adquire vida própria e cria um limite de tempo dentro do qual poderá ser realizado.
O simples ato de criar uma meta começa a liberar o poder e o impulso que o ajudarão a alcançá-la. Mas para chegar a isso é necessário planejar todas as etapas que terá de vencer para chegar lá.
Não tenha medo do poder que existe em planejar. Uma das maiores razões que geralmente impede as pessoas de planejarem é o medo do compromisso e de seu primo em primeiro grau: o medo do fracasso. Não há problema quando se trata de pensar no que precisamos fazer para realizar alguma coisa, mas se traçamos planos bem definidos e o colocamos no papel, podemos fracassar.
Por isso, faça um planejamento realista e deixe-o ser a força motivadora que o levará até o fim. E lembre-se: a diferença entre um sonho e uma meta está no ato de planejar. Se você não o planejar, sua meta permanecerá apenas um sonho de “algum dia”.
Te amo mesmo, talvez pra sempre. Mas nem por isso eu deixo de ser feliz ou viver minha vida. F***-se esse amor. E f***-se você.
Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, levanta os braços, sorri e dispara: "eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também".
No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração "tribalista" se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo para reclamar de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição.
A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu. Beijar na boca é bom? Claro que é! Se manter sem compromisso, viver rodeado de amigos em baladas animadíssimas é legal? Evidente que sim.
Mas por que reclamam depois? Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, de que "toda ação tem uma reação"? Agir como tribalista tem conseqüências, boas e ruins, como tudo na vida. Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo - beijar de língua, namorar e não ser de ninguém. Para comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc.
Embora já saibam namorar, os tribalistas não namoram. Ficar também é coisa do passado. A palavra de ordem hoje é namorix. A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo. Dificilmente está apaixonada, mas gosta da companhia do outro e de manter a ilusão de que não está sozinho.
Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada. Caso uma das partes se ausente durante uma semana, a outra deve fingir que nada aconteceu - afinal, não estão namorando. Aliás, quando foi que se estabeleceu que namoro é sinônimo de cobrança?
A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais.
Assim como só deseja "a cereja do bolo tribal", enxerga apenas o lado negativo das relações mais sólidas. Desconhece a delícia de assistir um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor.
Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer boa noite, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém para amar.
Já dizia o poeta que "amar se aprende amando" e se seguirmos seu raciocínio, esbarraremos na lição que nos foi transmitida nas décadas passadas: relação é sinônimo de desilusão. O número avassalador de divórcios nos últimos tempos, só veio confirmar essa tese e aqueles que se divorciaram (pais e mães dos adeptos do tribalismo) vendem na maioria das vezes a idéia de que casar é um péssimo negócio e que uma relação sólida é sinônimo de frustrações futuras.
Talvez seja por isso que pronunciar a palavra "namoro" traga tanto medo e rejeição. No entanto, vivemos em uma época muito diferente daquela em que nossos pais viveram. Hoje podemos optar com maior liberdade e não somos mais obrigados a "comer sal junto até morrer". Não se trata de responsabilizar pais e mães, ou atribuir um significado latente aos acontecimentos vividos e assimilados na infância, pois somos responsáveis por nossas escolhas, assim como o que fazemos com as lições que nos chegam. A questão não é causal, mas quem sabe correlacional.
Podemos aprender amar se relacionando. Trocando experiências, afetos, conflitos e sensações. Não precisamos amar sob os conceitos que nos foram passados. Somos livres para optar. E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém.
É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento. É arriscar, pagar para ver e correr atrás da felicidade. É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer. É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins.
Ser de todo mundo, não ser de ninguém é o mesmo que não ter ninguém também... É não ser livre para trocar e crescer. É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida solidão.
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! A alguns deles não procuro, basta saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida (...) mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não o declare e não os procure.
Nota: Versão adaptada de trechos da crônica "Meus secretos amigos" de Paulo Sant'Ana: Link. A frase é muitas vezes atribuída, de forma errônea, a Vinicius de Moraes
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