Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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Amor-próprio e ódio a si próprio são as mais profundas das forças produtivas terrenas.

Se julgarmos o amor pela maior parte dos seus efeitos, ele assemelha-se mais ao ódio do que à amizade.

O que as pessoas querem é o ódio, o ódio, nada mais do que o ódio, em nome do amor e da justiça, odeiam.

O amor sob a sua forma mais elevada revela valores que sem ele ficariam ignorados.

No mundo nada mais existe a não ser o amor. Qualquer que ele seja.

Amor e ódio são os dois mais poderosos afetos da vontade humana.

Mesmo à mulher mais faladora, o amor ensina a calar.

O amor civiliza o homem mais embrutecido, faz falar com elegância quem antes era mudo, faz do covarde um atrevido, transforma o preguiçoso em lesto e ativo.

O ciúme tem as suas raízes mais no egoísmo do que no amor.

O primeiro amor, que nos parece haver de ser eterno quando chega, é o que mais nos faz rir quando passou.

O maior e o mais velho amor, é o amor pela vida.

O amor é o melhor padrinho do casamento, e a estima recíproca o seu amigo mais fiel.

No ciúme, há mais amor-próprio do que amor.

Nada há de mais sujo do que o amor-próprio.

No amor, quem se cura primeiro é quem fica mais bem curado.

É mais vulgar ver um amor absoluto do que uma amizade perfeita.

Duvida da luz dos astros,
De que o sol tenha calor,
Duvida até da verdade,
Mas confia em meu amor.

William Shakespeare
Hamlet, tradução de Millôr Fernandes. São Paulo, Editora Peixoto Neto, 2004.

SONETO LXXXVIII

Quando me tratas mal e, desprezado,
Sinto que o meu valor vês com desdém,
Lutando contra mim, fico a teu lado
E, inda perjuro, provo que és um bem.
Conhecendo melhor meus próprios erros,
A te apoiar te ponho a par da história
De ocultas faltas, onde estou enfermo;
Então, ao me perder, tens toda a glória.
Mas lucro também tiro desse ofício:
Curvando sobre ti amor tamanho,
Mal que me faço me traz benefício,
Pois o que ganhas duas vezes ganho.
Assim é o meu amor e a ti o reporto:
Por ti todas as culpas eu suporto.

William Shakespeare

Nota: Soneto 88.

Não confio em produto local. Sempre que viajo levo meu uísque e minha mulher.

De hoje em diante eu vou modificar o meu modo de vida... e pra começar eu só vou gostar de quem gosta de mim!