Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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E que se dane se o circo pegar fogo. Estou solteira mesmo. É bom que eu sequestro o palhaço.

Eu comando.. vc obedece...
eu mando.. vc cumpre...
vc observa, eu dou as regras...
eu imponho... vc diz sim senhora..

Eu tô com saudades da nossa amizade. Do tempo em que a gente amava se ver.

Bobby: É tão bom, que eu tenho medo que seja um sonho.

Eu e você pra mim parece combinar, eu sou a letra e você a melodia e com você cantaria todo dia.

E Deus me Disse:
_Traga as flores que eu te dou o caminho.
E tão depressa me prontifiquei a colher as flores da vida,todas quanto eu conseguisse,
Enquanto eu souber ser flor e perfumar meu coração,
Deus será o jardim da alma a firmar o meu chão!

Eu te desejo uma doce tarde!
Recheada de surpresas,
Repleta de paz, cheia de
alegria e otimismo, para
que assim, voce possa vencer
as poucos horas do dia que
ainda faltam.
Boa Tarde!

A DISTÂNCIA QUE DENOMINAMOS “EU”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
A ideia de que existe uma distância entre a criatura e o Princípio Divino não deve ser compreendida como afastamento espacial, mas como hiato moral e consciencial. Essa distância nasce quando o ser espiritual, dotado de razão e liberdade, passa a absolutizar a própria individualidade, convertendo-a em centro exclusivo de referência. O “eu” deixa de ser identidade legítima e transforma-se em eixo de autoexaltação.
À luz da Doutrina Espírita, o ser humano é Espírito em processo contínuo de aperfeiçoamento, destinado ao progresso moral e intelectual. A individualidade é condição necessária da responsabilidade. Sem ela, não haveria escolha, mérito ou aprendizado. Contudo, quando essa individualidade degenera em egoísmo e orgulho, instaura-se uma deformação psíquica que obscurece a percepção da realidade espiritual. O “eu” hipertrofiado passa a medir o mundo pela régua do interesse pessoal.
No campo psicológico, esse fenômeno manifesta-se como necessidade constante de reconhecimento, comparação e validação. O sujeito estrutura sua identidade sobre aplausos, conquistas ou ressentimentos. Desenvolve narrativas internas que reforçam a centralidade do próprio valor ou da própria dor. Tanto a superioridade quanto a vitimização são expressões do mesmo núcleo egocêntrico. Em ambos os casos, a consciência permanece fixada em si mesma.
A perspectiva espírita identifica no egoísmo a raiz dos conflitos humanos. Trata-se de resquício de fases primitivas da evolução, quando a sobrevivência instintiva predominava sobre a fraternidade. O progresso espiritual exige a sublimação desses impulsos. A lei de evolução impõe ao Espírito a transição do exclusivismo para a solidariedade. Cada existência corporal oferece oportunidade de reeducação das tendências inferiores.
A distância denominada “eu” é construída por pensamentos recorrentes que reforçam a autoafirmação desmedida. Afirmações como “eu mereço mais”, “eu não posso ceder” ou “eu estou sempre certo” erguem barreiras invisíveis. Tais construções mentais não apenas isolam o indivíduo dos outros, mas também lhe dificultam a sintonia com as leis superiores que regem a vida. A consciência torna-se turva, incapaz de perceber o valor do serviço e da renúncia.
Entretanto, a Doutrina Espírita não propõe a anulação da personalidade. A humildade não é autodepreciação. É lucidez quanto à própria condição evolutiva. Reconhecer-se aprendiz reduz a ansiedade de afirmação e dissolve a rigidez do orgulho. O exame diário da consciência, recomendado como disciplina moral, permite identificar tendências egocêntricas e corrigi-las progressivamente. Não se trata de cultivar culpa, mas discernimento.
A prática da caridade, entendida como benevolência, indulgência e perdão, constitui o antídoto direto contra a hipertrofia do ego. Ao servir, o Espírito desloca o centro da própria vida para além de si. Descobre que a verdadeira grandeza não reside em impor-se, mas em contribuir. Esse movimento interior produz serenidade, pois extingue a competição constante que alimenta tensões psíquicas.
Sob análise introspectiva, percebe-se que o sofrimento muitas vezes advém da resistência do ego às circunstâncias educativas da existência. Frustrações, perdas e humilhações funcionam como instrumentos pedagógicos. Quando o indivíduo compreende a finalidade evolutiva dessas experiências, a revolta cede lugar à aceitação consciente. A distância diminui à medida que a compreensão substitui o orgulho.
Em termos espirituais, jamais houve separação ontológica entre criatura e Criador. O que existe é desarmonia vibratória, resultante de escolhas morais inadequadas. À medida que o Espírito cultiva virtudes, essa desarmonia se reduz. O “eu” deixa de ser muralha e converte-se em instrumento de aperfeiçoamento.
Assim, a distância que denominamos “eu” é etapa transitória no itinerário da consciência. Ela se dissolve quando o ser compreende que sua realização não está na exaltação de si mesmo, mas na integração harmoniosa com a Lei que governa o Universo. E nesse processo silencioso de transformação interior, a alma descobre que a verdadeira elevação não consiste em afirmar-se acima dos outros, mas em elevar-se junto deles, sob a égide do amor e da responsabilidade moral.

É tarde eu preciso ir agora
Uma despedida sem fim
Ouvindo o adeus daquela velha senhora
Vivo hoje com pedaços de mim
Achei que julgaria o fim
com certeza que todos os erros foram meus
Mas me engano...
Como sempre...
Minha inocência cegou a você
Mas não tao quanto cegou a mim...
Estávamos la
Ouvindo os sábios disseres daquela velha senhora
Oh, não poderia julgar o fim...
Enquanto houver em que acreditar
Enquanto tiver esperanças pra lutar...
Ela poderia ter deixado você morrer ali
Mas não, ela não quis
Por que a tua causa não a assustou
Você magoa tudo aquilo que ama
Mas não entende por que tem que ser assim
OH, você não teria coragem de julgar a mim?

O tempo passa, as coisas mudam, mas, independente do que passa e do que muda, eu gosto muito de você, e isso nunca vai mudar.

Teus Olhos

Que lindos olhos
Que estão em ti!
Tão lindos olhos
Eu nunca vi...

Pode haver belos
Mas não tais quais;
Não há no mundo
Quem tenha iguais.

São dois luzeiros,
São dois faróis:
Dois claros astros,
Dois vivos sóis.

Olhos que roubam
A luz de Deus:
Só estes olhos
Podem ser teus.

Olhos que falam
Ao coração:
Olhos que sabem
Dizer paixão.

Têm tal encanto
Os olhos teus!
— Quem pode mais?
Eles ou Deus?

Junqueira Freire um bom baiano.

Risos e lágrimas são ambos respostas a sentimentos de frustração e exaustão. Eu pessoalmente prefiro rir, visto que depois do riso há muito menos trabalho de limpeza.

Eu quero ser amada por inteira, até com o cabelo bagunçado, roupas largas e pantufas, quero um amor sincero e sem frescuras.

Talvez Um “Eu Só Falo Se Falarem Comigo” “Eu Não Sei Puxar Assunto” “Você Não Fala…” “Estou Ocupada” Sejam Apenas Sinônimos De: EU NÃO QUERO FALAR COM VOCÊ! Isso É Apenas Uma Questão De Interpretação.

Jesus apaga e luz,
Ela é do jeito que eu gosto...

Eu queria não sentir mas é o que eu sinto!!!!

[NO MEIO DO CAMINHO]

Cheguei. Chegaste. Vinhas fatigada
E triste, e triste e fatigado eu vinha.
Tinhas a alma de sonhos povoada,
E a alma de sonhos povoada eu tinha...

E paramos de súbito na estrada
Da vida: longos anos, presa à minha
A tua mão, a vista deslumbrada
Tive da luz que teu olhar continha.

Hoje, segues de novo... Na partida
Nem o pranto os teus olhos umedece,
Nem te comove a dor da despedida.

E eu, solitário, volto a face, e tremo,
Vendo o teu vulto que desaparece
Na extrema curva do caminho extremo.

Por isso que eu falo pra você
Pra demonstrar que eu gosto de ti, mina
Você é linda demais. Pra mim você é uma rainha
Olha, essa paixão que me dá autoestima
Tudo que eu quero é ter você
Eu te amo, você deve entender.


Ela me disse que sua cor favorita era laranja e eu quis transformar o universo todo em tons laranja.

Quis fazer um dia inteiro de pôr-do-sol e uma semana toda só com o sol nascendo.

Quis tornar do mel o doce mais visto na boca das crianças.

Quis fazer da abóbora o fruto proibido de Adão e Eva e eleger a laranja como fruta mais saborosa do mundo.

Desejei que Mao Tse-Tung tivesse escrito o livro laranja, e não vermelho, que o Toda Poesia do Leminski virasse a nova Bíblia.

Desejei mil e uma coisas, para ver se desse modo ela desejava um pouco mais a minha alma, que não é laranja. É roxa, como uma uva, como o sangue estancado de uma pancada, como um rosto sufocado sem ar.

Desimportante, é claro, eu quis dizer.