Eu Vou mais eu Volto meu Amor
"Nada mudou....o que eu sinto por você...Eles não vão nos impedir.... E eu não desisti de você se é isso que vc quer saber... Aguarde! Eu te adoro e vc sabe disso também!Devo admitir que tbém sou uma jogadora, porém tenho meus blefes... Mas nunca com VOCÊ!!!E fico feliz com cada passo para frente que vc dá lá dentro."
As vezes durante o dia eu sinto a minha alma vazia. O pensamento longe e o sentimento perto. Mas ela é estranha e me domina, as vezes eu sinto a minha alma vazia.
eu sempre
me enfio
nessa confusão
eu sempre deixo
que ele diga que sou incrível
e meio que acredito
eu sempre pulo pensando
que ele vai me segurar
na queda
irremediavelmente eu sou
a amante e
a sonhadora e
isso ainda
acaba comigo
A DISTÂNCIA QUE DENOMINAMOS “EU”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
A ideia de que existe uma distância entre a criatura e o Princípio Divino não deve ser compreendida como afastamento espacial, mas como hiato moral e consciencial. Essa distância nasce quando o ser espiritual, dotado de razão e liberdade, passa a absolutizar a própria individualidade, convertendo-a em centro exclusivo de referência. O “eu” deixa de ser identidade legítima e transforma-se em eixo de autoexaltação.
À luz da Doutrina Espírita, o ser humano é Espírito em processo contínuo de aperfeiçoamento, destinado ao progresso moral e intelectual. A individualidade é condição necessária da responsabilidade. Sem ela, não haveria escolha, mérito ou aprendizado. Contudo, quando essa individualidade degenera em egoísmo e orgulho, instaura-se uma deformação psíquica que obscurece a percepção da realidade espiritual. O “eu” hipertrofiado passa a medir o mundo pela régua do interesse pessoal.
No campo psicológico, esse fenômeno manifesta-se como necessidade constante de reconhecimento, comparação e validação. O sujeito estrutura sua identidade sobre aplausos, conquistas ou ressentimentos. Desenvolve narrativas internas que reforçam a centralidade do próprio valor ou da própria dor. Tanto a superioridade quanto a vitimização são expressões do mesmo núcleo egocêntrico. Em ambos os casos, a consciência permanece fixada em si mesma.
A perspectiva espírita identifica no egoísmo a raiz dos conflitos humanos. Trata-se de resquício de fases primitivas da evolução, quando a sobrevivência instintiva predominava sobre a fraternidade. O progresso espiritual exige a sublimação desses impulsos. A lei de evolução impõe ao Espírito a transição do exclusivismo para a solidariedade. Cada existência corporal oferece oportunidade de reeducação das tendências inferiores.
A distância denominada “eu” é construída por pensamentos recorrentes que reforçam a autoafirmação desmedida. Afirmações como “eu mereço mais”, “eu não posso ceder” ou “eu estou sempre certo” erguem barreiras invisíveis. Tais construções mentais não apenas isolam o indivíduo dos outros, mas também lhe dificultam a sintonia com as leis superiores que regem a vida. A consciência torna-se turva, incapaz de perceber o valor do serviço e da renúncia.
Entretanto, a Doutrina Espírita não propõe a anulação da personalidade. A humildade não é autodepreciação. É lucidez quanto à própria condição evolutiva. Reconhecer-se aprendiz reduz a ansiedade de afirmação e dissolve a rigidez do orgulho. O exame diário da consciência, recomendado como disciplina moral, permite identificar tendências egocêntricas e corrigi-las progressivamente. Não se trata de cultivar culpa, mas discernimento.
A prática da caridade, entendida como benevolência, indulgência e perdão, constitui o antídoto direto contra a hipertrofia do ego. Ao servir, o Espírito desloca o centro da própria vida para além de si. Descobre que a verdadeira grandeza não reside em impor-se, mas em contribuir. Esse movimento interior produz serenidade, pois extingue a competição constante que alimenta tensões psíquicas.
Sob análise introspectiva, percebe-se que o sofrimento muitas vezes advém da resistência do ego às circunstâncias educativas da existência. Frustrações, perdas e humilhações funcionam como instrumentos pedagógicos. Quando o indivíduo compreende a finalidade evolutiva dessas experiências, a revolta cede lugar à aceitação consciente. A distância diminui à medida que a compreensão substitui o orgulho.
Em termos espirituais, jamais houve separação ontológica entre criatura e Criador. O que existe é desarmonia vibratória, resultante de escolhas morais inadequadas. À medida que o Espírito cultiva virtudes, essa desarmonia se reduz. O “eu” deixa de ser muralha e converte-se em instrumento de aperfeiçoamento.
Assim, a distância que denominamos “eu” é etapa transitória no itinerário da consciência. Ela se dissolve quando o ser compreende que sua realização não está na exaltação de si mesmo, mas na integração harmoniosa com a Lei que governa o Universo. E nesse processo silencioso de transformação interior, a alma descobre que a verdadeira elevação não consiste em afirmar-se acima dos outros, mas em elevar-se junto deles, sob a égide do amor e da responsabilidade moral.
Ele é louco. Sou eu. Eu sou sua loucura. Por anos ele vem procurando algo para depositar sua loucura. E ele me encontrou.
Palavras e estrelas
De todas as palavras que eu já contei para o vento
essas são as que eu jamais quero que ele espalhe,
as que eu realmente me importo.
De todas os poemas que já escrevi,
você é o verso que eu nunca vou esquecer.
Ainda me lembro de todas as vezes que eu consegui ver as estrelas,
mas só agora eu sei que posso tocá-las.
Esperando o fim chegar desejando que eu tivesse força para suportar não é isso que eu tinha planejado isto saiu do meu controle.
De minha parte, eu viajo não para ir a algum lugar, mas para ir. Eu viajo pelo ideal de viajar. O negócio é se mover.
Vamos nos permitir
Eu quero ser feliz, não quero me intrometer na vida de ninguém, e se outros falarem de mim, não faz mal, tá tudo bem.
Porque eu sou a ousadia, sou aprendizagem e lição, não sigo as regras da sociedade, só escuto o meu coração.
Eu não me prendo a coisa alguma, meu lema é recomeçar, e se a situação está tensa, eu sei que logo vai passar.
Vamos nos permitir, vamos ousar, vamos viver. Comece fazendo o mais importante: Se apaixone por você.
Eu prometo não deixar a paixão fazer de de mim uma pessoa controladora, e sim respeitar a sua individualidade, lembrando sempre que você não me pertence e que vc esta ao meu lado por livre e espontania verdade.
Prometo ser sua amiga e sua amante, sabendo extamente quendo devo entrar em cena uma ou outra sem que isso me transfomre numa pessoa de dupla identidade ou uma pessoa menos romantica.
Eu prometo Amar compreesivamente,e respeitar que cada uma ama do seu jeito.
Eu prometo que não deixarei que o dia a dia me mude aponto de mover o meu amor de lugar.. ( pq amor não acaba somo nos que mudamos).
Eu prometo fazer da passagem ds anos uma vida de amadurecimento e não uma via de cobranças por sonhos idealzados que podem não chegar a se concretizar.
Prometo sentir o przer de estar com vc, pessao amada que eu escolhi e ser feliz ao seu lado pelo simples fato de vc ser a pessoa que melhor me conhece e por tanto a mas bem preparada para me ajduar assim como eu ajduar vc
Eu prometo me deixar cnhcer todos os dias e fazer o memso
Eu prometo que seguirei sendo uma pessoa gentil, carimnhosa e educada, que não usarei a rotina como desculpa para minha falta de humor
Eu prometo que farei amor sem pudores, que lhe darei filhos por amor e por vontade, e não pq é oque vc espera de mim, e que os educarei para serem independentes e bem informados sobre as realidades que os aguarda.
Prometo que a palavra liberdade seguira tendo a mesma importancia que sempre teve em nossa vida, e que saberemos nos responsabilizar por nos mesmo e nosso atos, sem ficar escravisado um pelo outro e que ssaberemos lidar com nossa propria solidão, que casamento algum ilimina.
Prometo a você que serei tão eu mesma quento eu era minutos antes de entrar aki e m tornar sua esposa....
Sendo assim... não nos declaro marido e mulher.... declaron-no maduros..
e assim sera na alegria e tristeza ate o fim de nossos dias...
Comigo é assim: Eu não faço cerimônia. Se eu não gostei, eu falo mesmo! Pode chamar a minha atitude de egoísmo, mas no meu lugar, nem o mais famoso palhaço aguentaria. - Não quero ser piada, muito menos no meu pior dia.
Vivem me perguntando o porque de eu não conversar com muita gente, ou ter poucas amizades. Mas sinceramente eu não me lembro qual foi a última vez que eu fiquei magoado com alguém que eu considerava amigo. Esse meu isolamento opcional deve ter me salvado diversas vezes sem que eu percebesse.
Eu, e não os acontecimentos, tenho o poder de me fazer sentir feliz ou infeliz hoje. Eu posso escolher como é que quero estar. O ontem está morto, o amanhã ainda não chegou. Eu tenho apenas este dia, o de hoje, e vou ser feliz enquanto ele decorrer.
