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Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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Eu deixaria de te beijar, talvez por que o beijo pudesse me impedir de ver teu sorriso, que é o mais doce fruto que se pode colher da felicidade

Eu continuo inquieto e insatisfeito; o que eu amarro com a mão direita, desamarro com a mão esquerda, o que a mão esquerda cria, minha mão direita destrói.

Um dia...

Fiz de tudo para te ver feliz, mesmo que às vezes para isso eu ficasse triste, pensando, se estava certo querer o seu bem, sendo que você pouco se importava comigo.
Cheguei a conclusão que tudo que fiz por você, foi por AMOR.
Perdoe-me se fiz você sofrer, tenho a certeza de que foi tentando te fazer FELIZ!!!

Eu quero tanto ter alguém pra conversar!

Se a vida é simples do que é que eu tenho medo?

Será que você não entendeu ainda ?’ eu não sirvo para segunda opção.

Eu me encantei com seu jeito de ser de agir e de pensar, vejo o que você é realmente sem máscaras sem camuflagens, e você me permitiu isso. Amo quando você me agrada quando me faz sentir única, amo o sua simplicidade, amo o amigo que encontrei em você, amo seu humor, seu jeito tímido e trapalhão de ser, amo porque quando te ensino alguma coisa, eu aprendo mil e uma com você, amo quando me mata de rir e por todo bem que você me faz. Mais o que amo mesmo demais em você é seu sorriso, ele consegue iluminar todos os meus dias, por isso faço de tudo pra te ver sorrir, pois sem seu sorriso meus dias vão ficar muito escuros e sem graça. Você me fez enxergar um lado meu que eu nem conhecia. Você chegou quando eu não acreditava que poderia amar alguém dessa maneira. No momento mais improvável da minha vida você simplesmente chega com toda sua luz e me mostra um lado da vida que eu desconhecia.
Não sei se o ‘‘Felizes para sempre’’ existe, mais quero viver tudo intensamente com você enquanto esse amor durar.

E eu estou de pé. Depois de uma virada em minha vida quem sabe, depois de uma chuva forte que caiu durante uns dois ou três anos. Aprendizados que agora caem em minhas mãos, como se fossem os pingos que ficaram no telhado, arrependimentos que batem em minha porta pedindo pra que eu os enxugue, vozes que me dizem uma mesma coisa o tempo todo como uma goteira caindo e fazendo o mesmo som. Coisas momentâneas. Coisas que vão passar quando eu ver o sol nascer amanhã. Minha previsão do tempo particular me diz que ainda vão vir algumas chuvas de verão, daquelas que logo passam... Mas nada que possa derrubar o abrigo que eu fiz essa noite. Um abrigo com o telhado e as portas de amor próprio, com janelas que são à prova de barulhos que possam me fazer querer sair lá fora, e com paredes que não deixam se quer o cheiro da chuva entrar. Mas sempre existe aquela frestinha como dizem, e se algum vestígio dessa chuva entrar... E não conseguir me conter com a vontade de sair lá fora, peço que me segurem. Não quero me molhar, eu sei que não vale a pena, não por essa chuva!

Se quer mesmo saber de mim

O que eu sou não lhe diz respeito, em parte nenhuma lhe toca. Nasci para poucos e morro por quase ninguém. Contradigo-me em passos de dança invisíveis, enlaçando pernas e prendendo bocas, querendo muito e gostando tão pouco. Não é insatisfação ou sofrimento, é só um tudo ao mesmo tempo agora que não respeita amor de menos, não aceita um gostar pouquinho e querer às vezes. Uma intensidade que não se conforma com noites únicas de começo, meio e fim. Se estou aqui é pela música, pela companhia, pra me perder. Jamais pra desperdiçar uma noite com quem não sabe conversar.
Não me pergunte o que eu faço da vida, isso é banal, é triste, é comum. Queira saber o que me faz feliz, meu ponto fraco pras cócegas. Não pergunte o que me dá dinheiro, porque este é o menor dos meus sucessos. Esqueça meu nome verdadeiro, se eu venho sempre aqui, se estou gostando da música. Agir sem naturalidade é o seu maior fracasso.

Se é mesmo importante que eu responda as perguntas que tanto desprezo, se definir o que sou vai te fazer mais feliz, se quer mesmo saber de mim, comece pelas entrelinhas. Pelo não dito. Pelo movimento dos cílios e as pupilas dilatadas, os olhos nervosos que não se fixam, o modo de apoiar o peso do corpo em uma das pernas e me preocupar com o cabelo. Olhe para as mãos que não sabem repousar e a voz que desafina. Por favor, sou tão ridiculamente fácil de decifrar e ainda insistem em seguir pelo caminho errado. Exponho-me tanto e ainda querem uma cartilha.

E fazem isso porque amam de relance, querem no momento e só por desafio. Porque têm preguiça ou medo de cumplicidade e acreditam perder a noite se optarem por se apaixonar pelo próprio ego. Porque perdem oportunidades de se calarem quando é papel dos olhos falar.
É por isso que eu estou sozinha nesse mundo de luzes e pessoas. É por isso que eu saio de casa e minha roupa não precisa agradar ninguém além de mim. Porque não deixo o calor da minha rotina pra ser prenda em vitrine.

O que eu sou não lhe diz respeito, em parte nenhuma lhe toca. Mas se quiser mesmo saber de mim, experimente não me perguntar. E talvez assim desperte minha vontade de contar.

Com tantos caminhos a serem seguidos, eu permaneço querendo seguir sempre o mesmo, achando que mesmo que eu quebre a cara possa de alguma forma valer a pena. Confesso que em alguns momentos há vantagens em ser assim, afinal você vai conhecendo cada vez melhor a trajetória e acaba aprendendo a lidar com os desafios nela existentes. Se eu insisto, se eu tento novamente é porque acredito que algo bom possa vir a acontecer mesmo apos tantas decepções. Mas confesso também que ando cansada dessas mesmas insistências, de acreditar em algo que muitas vezes só tem fundamento na minha imaginação, vontade de jogar tudo para o ar, e que se dane você e as coisas que eu julgo sentir, será que não vale a pena pelo menos uma vez na vida eu deixar a minha razão falar mais alto que o meu coração? acredito que assim eu possa vir a sofrer menos, sua ausência, seu silêncio não vão mais me incomodar com tanta intensidade como tem me incomodado agora, a verdade é que cansei de correr atrás das coisas ou das pessoas, acho que chegou a hora em que eu fico esperando que as coisas venham atrás de mim, a hora em que o meu silêncio vai ser o motivo do seu sofrimento, que a minha ausência será o motivo da sua mais imensa saudade.

O céu é só uma promessa
Eu tenho pressa, vamos nessa direção
Atrás de um sol que nos aqueça
Minha cabeça não aguenta mais...

Gosto quando você fala que sente a minha falta, mesmo quando eu não acredito.

Às vezes se eu me distraio, se eu não me vigio um instante, me transporto pra perto de você. Já vi que não posso ficar tão solta. Me vem logo aquele cheiro que passa de você pra mim num fluxo perfeito.

Cartas, santos, números, astros: eu queria afastar completamente todas essas coisas da minha vida. Queria o real, um real sem nada por trás além dele mesmo. Apenas mais fundo, mais indisfarçável, sem nenhum sentido outro que não aquele que pudesse ver, tocar e cheirar como os cheiros, mesmo nauseantes, mas verdadeiros, dos corredores do edifício. Eu estava farto do invisível.

Eu estava muito feliz , antes de tropeçar . Será que foi por isso que eu cai?
Talvez todas as coisas boas tenham que ser pagas por uma coisa ruim.

Me intitulei como burro por testar a profundidade de um rio com os dois pés, mas infelizmente eu precisava ser burro para aprender a não ser burro.

Os céus estão chorando, eu estou assistindo. Pegando as lágrimas em minhas mãos. Somente silêncio, tem o seu fim. Como se nunca tivéssemos tido uma chance.
Você tem que me fazer sentir como se não restasse nada de mim?
Você pode pegar tudo o que eu tenho, você pode quebrar tudo o que eu sou; Como se eu fosse feita de vidro, como se eu fosse feita de papel. Vá em frente e tente me derrubar, eu vou me levantar do chão, como um arranha-céu.

Demi Lovato

Nota: Skyscraper

PRIMEIRA ELEGIA

Quem se eu gritasse, me ouviria pois entre as ordens
Dos anjos? E dado mesmo que me tomasse
Um deles de repente em seu coração, eu sucumbiria
Ante sua existência mais forte. Pois o belo não é
Senão o início do terrível, que já a custo suportamos,
E o admiramos tanto porque ele tranqüilamente desdenha
Destruir-nos. Cada anjo é terrível.
E assim me contenho pois, e reprimo o apelo

De obscuro soluço. Ah! A quem podemos
Recorrer então? Nem aos anjos nem aos homens,
E os animais sagazes logo percebem
Que não estamos muito seguros
No mundo interpretado. Resta-nos talvez
Alguma árvore na encosta que diariamente
Possamos rever. Resta-nos a rua de ontem
E a mimada fidelidade de um hábito,
Que se compraz conosco e assim fica e não nos abandona.
Ó e a noite, a noite, quando o vento cheio dos espaços
Do mundo desgasta-nos o rosto -, para quem ela não é /sempre a desejada,
Levemente decepcionante, que para o solitário coração
Se impõe penosamente. Ela é mais leve para os amantes?
Ah! Eles escondem apenas um com o outro a própria sorte.
Não o sabes ainda? Atira dos braços o vazio
Para os espaços que respiramos; talvez que os pássaros
Sintam o ar mais vasto num vôo mais íntimo.

Sim, as primaveras precisavam de ti.Muitas estrelas
Esperavam que tu as percebesses. Do passado
Erguia-se uma vaga aproximando-se, ou
Ao passares sob uma janela aberta,
Um violino se entregava. Tudo isso era missão.
Mas a levaste ao fim? Não estavas sempre
Distraído pela espera, como se tudo te ansiasse
A bem amada? (onde queres abrigá-la
Então, se os grandes e estranhos pensamentos entram
E saem em ti e muitas vezes ficam pela noite.)
Se a nostalgia te dominar, porém, cantas as amantes; muito
Ainda falta para ser bastante imortal seu celebrado sentimento.
Aquelas que tu quase invejaste, as desprezadas, que tu
Achaste muito mais amorosas que as apaziguadas. Começa
Sempre de novo o louvor jamais acessível;
Pensa: o herói se conserva, mesmo a queda lhe foi
Apenas um pretexto para ser : o seu derradeiro nascimento.
As amantes, porém, a natureza exausta as toma
Novamente em si, como se não houvesse duas vezes forças para realizá-las.
Já pensaste pois em Gaspara Stampa
O bastante para que alguma jovem,
A quem o amante abandonou, diante do elevado exemplo
Dessa apaixonada, sinta o desejo de tornar-se como ela?
Essas velhíssimas dores afinal não se devem tornar
Mais fecundas para nós? Não é tempo de nos libertarmos,
Amando, do objeto amado e a ele tremendo resistirmos Como a flecha suporta à corda, para, concentrando-se no salto Ser mais do que ela mesma?
Pois parada não há em /parte alguma.

Vozes, vozes.Escuta, coração como outrora somente
os santos escutavam: até que o gigantesco apelo
levantava-os do chão; mas eles continuavam ajoelhados,
inabaláveis, sem desviarem a atenção:
eles assim escutavam. Não que tu pudesses suportar
a voz de Deus, de modo algum. Mas escuta o sopro,
a incessante mensagem que nasce do silêncio.
Daqueles jovens mortos sobe agora um murmúrio em direção /a ti.
Onde quer que penetraste, nas igrejas
De Roma ou de Nápoles, seu destino não falou a ti, /tranqüilamente?
Ou uma augusta inscrição não se impôs a ti
Como recentemente a lousa em Santa Maria Formosa.
Que eles querem de mim? Lentamente devo dissipar
A aparência de injustiça que às vezes dificulta um pouco
O puro movimento de seus espíritos.

Certo, é estranho não habitar mais terra,
Não mais praticar hábitos ainda mal adquiridos,
Às rosas e outras coisas especialmente cheias de promessas
Não dar sentido do futuro humano;
O que se era, entre mãos infinitamente cheias de medo
Não ser mais, e até o próprio nome
Deixar de lado como um brinquedo quebrado.
Estranho, não desejar mais os desejos. Estranho,
Ver tudo o que se encadeava esvoaçar solto
No espaço. E estar morto é penoso
E cheio de recuperações, até que lentamente se divise
Um pouco da eternidade. - Mas os vivos
Cometem todos o erro de muito profundamente distinguir.
Os anjos (dizem) não saberiam muitas vezes
Se caminham entre vivos ou mortos. A correnteza eterna
Arrebata através de ambos os reinos todas as idades
Sempre consigo e seu rumor as sobrepuja em ambos.

Finalmente não precisam mais de nós os que partiram cedo,
Perde-se docemente o hábito do que é terrestre, como o /seio materno
suavemente se deixa, ao crescer.Mas nós que de tão grandes
mistérios precisamos, para quem do luto tantas vezes
o abençoado progresso se origina - : poderíamos passar /sem eles?
É vã a lenda de que outrora, lamentando Linos,
A primeira música ousando atravessou o árido letargo,
Que então no sobressaltado espaço, do qual um quase /divino adolescente
escapou de súbito e para sempre, o vazio entrou
naquela vibração que agora nos arrebata e consola e ajuda?

Esse é o mundo que eu vivo... mundo cheio de preconceitos, mundo cheio de injustiças, injustiça perante meus olhos... olhos cansados de tudo isso... olhos que, por mais abertos, só veem a escuridão... olhos que sorriem pra não mostrar o que realmente sinto... sentimento... sentimento de uma vida que não existe... não adianta... vc é julgado por tudo que faz, tudo que pensa, tudo que queria ser ou fazer... mundo que julga o caráter de uma pessoa pela aparência... queria ter o poder do tempo... queria poder mudar meu destino... que pena não posso fazê-lo... vou viver condenado por uma sociedade, vou viver escondido, vou viver à espera de um milagre...

- Eu compreendo-a perfeitamente. É uma moça [...] ainda jovem no corpo, mas velha n'alma. Quando se atira a esses excessos de depravação [...] atordoa-se, embriaga-se e esquece um momento; depois vem a reação, o nojo das torpezas em que rojou, a irritabilidade de desejos que a devoram e que não pode satisfazer; nestas ocasiões tem suas veleidades de arrependimento; a consciência solta ainda num grito fraco; a cortesã revolta-se contra si mesma. Isso passa no dia seguinte. Eis o que é Lúcia; daqui a algum tempo o hábito fará dela o mesmo que tem feito das outras: envelhecerá o corpo, como já envelheceu a alma.