Eu Vou mais eu Volto meu Amor
"Posso lidar com você me dizendo O que eu fiz ou deixei de fazer.
E posso lidar com suas interpretações.
Mas, por favor, não misture as duas coisas.
Se você quer deixar qualquer assunto confuso, Posso lhe dizer como fazer: Misture o que eu faço Com a maneira que você reage a isso.
Diga-me que você está decepcionada Com as tarefas inacabadas que você vê, Mas me chamar de “irresponsável”
Não é um modo de me motivar.
E me diga que fica magoada Quando digo “não” às suas aproximações, Mas me chamar de um homem “frígido”
Não vai melhorar suas chances.
Sim, posso lidar com você me dizendo O que fiz ou deixei de fazer.
E posso lidar com suas interpretações.
Mas, por favor, não misture as duas coisas.
Tenho aquela pressa boba de ser feliz, mas até pra isto eu tenho que saber esperar, eu tenho que acreditar em Deus, eu tenho que ter fé bonita e coração leve, eu tenho que ter paz, eu tenho que caminhar sem me afobar, eu tenho que viver sem querer retroceder, porque a felicidade minha gente, é coisa simples, mas não existe se a gente não crer...
Está vendo aquele lago? Suas águas estão calmas e serenas. Eu era assim!
Mas se atirarmos uma pedra, ficará agitado. Como eu fiquei!
Com o tempo, se acalmará novamente, mas a pedra continuará lá. Fará parte dele e o modificará para sempre!
Sozinha nos trilhos eu ia,
coração aos saltos no peito.
O espaço entre os dormentes
era excessivo, ou muito estreito.
Paisagem empobrecida:
carvalhos, pinheiros franzinos;
e além da folhagem cinzenta
vi luzir ao longe o laguinho
onde vive o eremita sujo,
como uma lágrima translúcida
a conter seus sofrimentos
ao longo dos anos, lúcida.
O eremita deu um tiro
e uma árvore balançou.
O laguinho estremeceu.
Sua galinha cocoricou.
Bradou o velho eremita:
“Amor tem que ser posto em prática!”
Ao longe, um eco esboçou
sua adesão, não muito enfática.
Você pode controlar suas ações até certo ponto, mas quando tenta purificar seu coração, eu lhe asseguro que quanto mais você tentar, mais negro ele ficará.
Ó Deus, por onde vagava eu à procura de Vós? Ó beleza infinita, eu vos procurei fora e estáveis dentro do meu coração.
Avril Lavigne - When You're Gone (tradução)
Eu sempre precisei de tempo para mim mesma
Eu nunca imaginei que eu precisaria de você
Quando eu choro
E os dias parecem anos
Quando eu estou sozinha
E a cama onde você deita
Está arrumada ao seu lado
Quando você vai embora
Eu conto os passos que você dá
Você vê o quanto eu preciso de você agora?
Quando você está longe
Os pedaços do meu coração sentem a sua falta
Quando você está longe
O rosto que eu conhecia está perdido também
Quando você está longe
As palavras que preciso ouvir pra eu sempre conseguir
ir adiante com o dia
E fazer tudo estar bem
Eu sinto a sua falta
Eu nunca tinha me sentido dessa forma antes
E as coisas que eu faço
Me lembram você
E as roupas que você deixou sobre o chão
Elas tem seu cheiro
Eu amo as coisas que você faz
Quando você vai embora
Eu conto os passos que você dá
Você vê o quanto eu preciso de você agora?
Quando você está longe
Os pedaços do meu coração sentem a sua falta
Quando você está longe
O rosto que eu conhecia está perdido também
Quando você está longe
As palavras que preciso ouvir pra eu sempre conseguir
ir adiante com o dia
E fazer tudo estar bem
Eu sinto a sua falta
Nós fomos feitos um para o outro
Para todo o sempre
Sim, eu sei que fomos
Ohhhhh
Tudo que eu sempre quis foi você saber
Que tudo o que eu faço te dou coração e alma
Eu acho difícil até respirar
Eu preciso te ouvir aqui comigo
Yeah
Quando você está longe
Os pedaços do meu coração sentem a sua falta
Quando você está longe
O rosto que eu conhecia está perdido também
Quando você está longe
As palavras que preciso ouvir pra eu sempre conseguir
ir adiante com o dia
E fazer tudo estar bem
Eu sinto a sua falta
Odeio quando você finge não gosta de mim, quando eu avanço em você e você se faz de difícil.Odeio quando você finge não saber que eu te amo.
Violência doméstica
Quantas vezes me bateu
sem falar o que eu fiz
eu só queria ser feliz
você não compreendeu
o meu coração sofreu
sentindo o corpo padecer
em troca de tanto amor
tive sofrimento e dor
mas não vivo sem você
É difícil de entender
porque sou tão submissa
sirvo pra tua cobiça
teu momento de prazer
porém, nada vou dizer
o meu direito é se calar
se nem piso na calçada
mesmo assim fico marcada
sem ter forças pra lutar
Apenas vou chorar
recuar mais uma vez
diante da tua embriaguez
nada posso recusar
tudo tenho que aceitar
calada sou agredida
e por ser tão dependente
vivo casada e carente
escrava da própria vida
Gostaria de gritar
para o mundo inteiro ouvir
o tanto que sofri
sem poder denunciar
se não tenho onde morar
vivo a mercê da sorte
vou me recolher tão cedo
convivendo com o medo
de escrever a própria morte.
Estou com esse temperamento no qual se eu estivesse debaixo de água, dificilmente iria espernear para chegar à superfície.
Um dia eu aprendi que quando não tenho reação, é quando eu devo me preocupar. Eu parei de sorrir, eu parei de chorar. Eu olhei fixamente para a parede, tentando não pensar em nada, reparando nas sujeiras - ontem era dia de limpar a sala, mas eu não o fiz - ele me olhava, querendo saber o que era tão interessante para me manter tão dispersa. Aflito, conversava comigo... Se explicava, tentava (em vão) me fazer entender. E eu observava atentamente a textura da parede. Eu não queria sentir, não queria existir, não queria viver. Ele, delicadamente colocava suas mãos entre as minhas, me consolando, mas já não era o bastante. Eu queria um amor, não um amigo. Será que ele poderia me dar isso? - pensava enquanto olhava a luz forte entrar no vazio dos meus olhos - clareando todos a minha volta, menos o vão que acabara de se abrir dentro do meu coração. Já não era mais sobre você, sobre nós. Era algo maior. Algo que existia há muito tempo no fundo do meu ser, que sempre estava ali, tentando me fazer desistir, mas com você aqui, como ele conseguiria? Hoje, ele está tão perto de me possuir. Eu existo, não vivo mais. Lentamente, encostei minha cabeça no sofá, fechei os olhos e guardei o momento.
