Eu Vou mais eu Volto meu Amor
O amor por si mesma não é nenhuma vergonha, pois quando nos admiramos criamos uma força, uma coragem maior para enfrentar a vida. E realmente, não é só não ter vergonha – é algo que devemos cultivar com carinho! Quando nos aceitamos e nos admiramos verdadeiramente, conseguimos enfrentar desafios que pareciam impossíveis antes. Muitas vezes a gente espera que os outros nos valorizem, mas a base de tudo mesmo é o que a gente sente por nós mesmos, pois essa conexão interna funciona como um superpoder que nos sustenta em todos os momentos.
Fale de amor, valorize quem é importante, dê carinho e olhe com muita atenção a todos que te tratam bem, pois isso é algo raro de se encontrar
A vida somente faz sentido
Quando se vive com o amor
De alguém q'é muito querido
A gente é feliz seja onde for.
Ser mulher é força e flor
é ternura que se revela,
traz no peito o puro amor
e a coragem que a eleva.
Existe um tipo de amor humano, natural, que faz parte da própria essência do homem em relação ao próximo. Porém, o amor verdadeiro apresentado na Bíblia tem origem espiritual e, muitas vezes, manifesta características e profundidade diferentes desse amor comum. Enquanto o amor natural é inerente ao ser humano e possui limitações, o amor espiritual vem de Deus, é cultivado em nós pelo Espírito Santo e é capaz de ir muito além dessas limitações.
ser amor
Sempre perguntava-me onde está o amor, angustiava-me em pensar que talvez não havia experimentado, na verdade, mais um pouco observei: aceno para crianças, cumprimento e oferto fáceis sorrisos a estranhos, brinco com bebês e oro todos os dias por aqueles que precisam deum afago e de esperança. Eu sou amor.
Regue-se
Vista-se de si mesma, regue-se com amor
acaricie seu ego, refrigere sua alma...
estimule-se com o bem, sem olhar à quem,
seja brisa, ao passar na avenida da vida,
queira bem ao outro, mas queira-se também.
Tudo o que amamos profundamente torna-se uma parte de nós.
Quando dedicamos um profundo amor a algo ou alguém, essa conexão transcende as fronteiras do simples apreço, tornando-se uma parte intrínseca de nossa essência. Os sentimentos intensos que nutrimos geram uma fusão entre o objeto do nosso afeto e a nossa própria identidade, criando laços indissolúveis que moldam quem somos.
É como se a energia emocional que investimos em nossas paixões e afeições se fundisse com a nossa própria essência, integrando-se ao tecido da nossa existência. Essa interligação emocional não apenas influencia nossas escolhas e ações, mas também molda a forma como percebemos o mundo ao nosso redor. O que amamos profundamente deixa uma marca duradoura, uma impressão que perdura mesmo nas complexidades da vida cotidiana.
A ideia de que aquilo que amamos se torna uma parte de nós reflete a profunda interconexão entre emoções e identidade. Essa fusão de sentimentos e experiências contribui para a nossa jornada pessoal, moldando a narrativa da nossa vida de maneiras que só o verdadeiro amor e apreço podem fazer. Portanto, ao investirmos nossos sentimentos mais profundos, estamos, de certa forma, esculpindo as linhas do nosso ser com as cores vibrantes daquilo que valorizamos e amamos intensamente.
Parabéns a todas as mulheres nesse 8 de março !
Dinheiro, consciência e amor às raízes parecem, à primeira vista, forças que caminham em direções opostas. Um fala de expansão, outro de presença, e o último de pertencimento. Mas essa separação talvez seja apenas uma ilusão criada por uma mente que ainda não integrou suas próprias camadas.
O dinheiro, em sua essência, não é nem puro nem corrompido ele é amplificador. Ele revela o que já habita em quem o possui. Nas mãos de alguém desconectado, ele vira excesso, fuga, ruído. Mas nas mãos de alguém consciente, ele se transforma em ferramenta: constrói, preserva, honra. O problema nunca foi o dinheiro, mas o nível de consciência de quem o movimenta.
Consciência, por sua vez, é o que traz direção. É o que impede que o dinheiro te possua em vez de ser possuído. É o que te faz questionar: “Para quê?” e não apenas “Quanto?”. Sem consciência, até a abundância vira vazio. Com consciência, até o pouco ganha sentido.
E então entram as raízes.
Amar as raízes não é viver preso ao passado é reconhecer de onde vem a sua força. É entender que tudo o que tu constrói hoje carrega, de alguma forma, a história de quem veio antes. É honrar sem se limitar. É crescer sem negar.
Podem coexistir?
Sim mas não automaticamente.
Eles coexistem quando o dinheiro deixa de ser um fim e passa a ser um meio. Quando a consciência guia as escolhas, e não apenas os impulsos. E quando as raízes não são âncoras que impedem o movimento, mas sim alicerces que sustentam o crescimento.
O conflito não está entre eles. Está dentro de quem ainda acredita que precisa escolher entre prosperar e permanecer fiel à própria essência.
No nível mais profundo, prosperar com consciência é, na verdade, uma forma de honrar as próprias raízes elevando aquilo que começou antes a um novo patamar de existência.
A pergunta real não é se podem coexistir.
É se tu está disposto a se tornar alguém capaz de sustentar os três ao mesmo tempo.
O coração sempre conserva
o amor em seu labirinto
ali em algum cantinho dele
dorme o sentimento infinito
Quando chega nova primavera
realçando os tons da vida
brota novamente a flor de ternura
que jazia ali um tanto esquecida
Traz perfumes, cores, alegria,
enfeitando o seu bem querer
como é bela a arte do amor
sempre há motivo para viver
Era tão tímido, mas tão tímido que amava, mas negava esse amor se o questionassem. Só sabia declará-lo no papel, mas não o endereçava a ninguém. Resultado: ficou a vida toda a ver navios.
Canção de Amor
As notas musicais murmuram seu nome,
chegam como sua voz, reverberando em mim,
na sinfonia só nossa, não precisa de claves,
porque é uma canção de amor sem fim
O amor não cabe num poema,
é o sentimento maior, pura emoção,
mas cabe todinho,
num olhar,
num abraço,
num beijo
ou num simples aperto de mão !
