Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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⁠Chorei feito criança ao perceber que ainda conseguia sentir afeto, sentir ciúmes, sentir amor de fato, me senti mais humano hoje, e portador de todas essas fraquezas, me senti faceiro e orgânico, mais do que achei que era possível.

⁠"Sem amor não existe amanhã".

⁠um lugar onde tudo que se planta cresce, E o Amor é o que floresce.

⁠Nos olhos dela, tudo se revela, cada estrela no céu é como um lembrete do seu amor que vai além do tempo e espaço, pois dentro dela há um universo de amor.

⁠Tal como o amor, a vida era maravilhosa justamente porque tinha um fim.

Genki Kawamura
Se os gatos desaparecessem do mundo. Rio de Janeiro: Bertrand, 2024.

Um dia vai se tornar ex

Em algum momento, você se tornará um ex.
Será um antigo amor, uma antiga paixão, um antigo amigo e um antigo funcionário.
Irá se tornar uma simples lembrança, até ser apagada de forma definitiva.
Um dia você vai se tornar um ex-namorado, um ex de alguém.
Sabe de quem você nunca se tornará um ex? De de si mesmo!
Portanto, não preocupe em em ser o atual na vida de alguém, pois pode se tornar um ex.
Preocupe-se em ser o atual de você mesmo.

⁠A objetividade é o contrário do amor.

Bridgerton (série)
3ª temporada, episódio 1.

⁠Você não dizia que a melhor base para o amor é a amizade?

Bridgerton (série)
3ª temporada, episódio 3.

Morremos espiritualmente, quando deixamos de fazer do amor de Deus a fonte da nossa vida emocional, espiritual e intelectual, através da sua sabedoria perfeita e imensurável.

⁠⁠Amor é troca, paixão é anulação.
Amor é cuidar e ser cuidado,
paixão é só cuidar.
Amor nos remete à racionalidade,
paixão à irracionalidade.
Amor nos faz viver uma realidade,
paixão pode nos conduzir a uma ficção do amor.

⁠Ciúme, sombra do amor que nos devora; em seu jogo, perdemos o discernimento de outora.

Ciúme, neblina da alma, onde nos perdemos em desespero; mas com apreço, transformamos em laços sinceros.

Ciúme, fio tênue entre paixão e loucura; navegar por ele, é uma arte de bravura.

Ciúme, estrutura do desejo, impossível não tê-lo, em demasia torna-se patologia, com zelo mantém a magia.

⁠Entre a bruma da incerteza,
onde o amor se oculta e surge,
navega a alma inquieta,
carregando o fardo do desejo,
sem regras a seguir, sem mapas a traçar,
ele simplesmente acontece,
como uma canção silenciosa,
tecendo laços invisíveis,
no carinho mútuo que floresce.

Oh, linda canção,
declaração infinita,
tua melodia é o ar que respiro,
e o momento sempre juntos,
a paixão que permanece,
um sentimento eterno,
raízes profundas,
alimentando o amor que cresce,
cada verso um anseio,
cada nota um suspiro.

Escrevi-te, amor, em dias de paixão,
quando o coração ardia,
tratando da dificuldade,
de me entregar plenamente,
sentindo o peso da incerteza,
desejando a plenitude.

O primeiro verso é um reflexo,
do desejo mais profundo,
muito mais um sonho que realidade,
lembranças de um tempo,
onde a tristeza era companheira,
a mais triste canção que já escrevi,
ecoando em meu ser.

Não me acostumo sem teus beijos,
sem teus abraços, não sei viver,
aprendi que o tempo é relativo,
meu mel, por um momento ao teu lado,
faria qualquer coisa nesta vida,
para sentir-te mais uma vez.

Amor, tu és a canção inacabada,
que ressoa em meu peito,
esperança persistente,
de que o desejo se torne realidade,
um amor pleno e verdadeiro,
que supera a incerteza,
e nos une para sempre.

⁠Não existem regras para o Amor, ele simplesmente acontece.
Como uma brisa suave que acaricia a pele,
Ou uma tempestade que inunda a alma.
Carinho mútuo, uma dança eterna,
Linda canção, coisa linda,
Uma declaração infinita de um amor que não conhece fronteiras.

Você é o ar que respiro,
O motivo de cada sorriso,
O momento sempre juntos,
A paixão que permanece,
Sentir um grande amor sempre em mim,
E a raiz é você, o alimento de um amor que floresce.

Quando escrevi essa canção, estava apaixonado,
Tratando da grande dificuldade de me entregar plenamente,
O primeiro verso é um desejo, um anseio profundo,
De um amor sem barreiras, sem medo de se perder.

Eu me lembro quando escrevi,
Foi a coisa mais triste que já fiz,
Pois não me acostumo sem seus beijos,
E não sei viver sem seus abraços.
Aprendi que pouco tempo é muito,
Meu mel, faço qualquer coisa nessa vida
Para ficar um pouco do seu lado.

E assim, na melodia do amor,
Cantamos juntos uma canção sem fim,
Você e eu, entrelaçados em versos e notas,
Numa declaração infinita de um amor,
Que é livre, sem regras,
Simplesmente acontece,
E permanece.

⁠Tem dias que só falo de amor.
Tem dias que só falo da dor.
Tem dias que o amor não é o suficiente, nem é a dor é intensa.
E haverá um dia que negarei as minhas tristezas.

Vocês sabem quê a culpa de tudo é do capitalismo né? Ta na cara, pelo amor de deus.⁠

⁠No coração do poeta
brota amor e poesia.
Em sintonia com a esperança
e a alegria!

⁠O amor nunca foi baseado em intenções, mas demonstrado na prática diariamente, com o que é abundante em seu coração.

O amor é uma droga, nos vicia, nos ilude, e no final nos deteriora.⁠

⁠Saga de Zé do Chapéu: Um Conto de Amor e Superação no Sertão

No sertão do Nordeste, onde o sol brilha forte,
Há um conto que se conta com amor e sorte.
Era uma vez um vaqueiro valente e audaz,
Chamado Zé do Chapéu, com seu jeito sagaz.
Zé do Chapéu montava seu cavalo alazão,
Percorrendo as caatingas, sem medo ou hesitação.
Com sua sanfona a tiracolo, soltava um cantar,
Enquanto os pássaros faziam coro a voar.
Ele era um verdadeiro matuto sertanejo,
Conhecia os segredos de cada riacho e brejo.
Seu coração era grande, cheio de compaixão,
Ajudava os mais pobres sem pedir contraprestação.
Certo dia, Zé do Chapéu ouviu um lamento,
Vindo de uma moça, com semblante sofrimento.
Era a bela Maria, a flor do sertão,
Com os olhos marejados e o coração em aflição.
Maria tinha um sonho de ver a chuva cair,
Para saciar a sede e o chão ressurgir.
Mas a seca castigava a terra impiedosamente,
E o desespero tomava conta de sua mente.
Zé do Chapéu, com sua bondade sem igual,
Decidiu ajudar Maria a realizar seu ideal.
Juntos, partiram em busca de um cangaceiro,
Conhecido como Lampião, o rei do cativeiro.
No caminho, enfrentaram perigos e desafios,
Cactos espinhosos e animais vadios.
Mas Zé do Chapéu, com seu jeito esperto,
Desviava dos perigos, sempre alerto.
Ao chegar ao esconderijo de Lampião,
Foram recebidos com desconfiança e indignação.
Mas Zé do Chapéu explicou sua missão,
Trazer a chuva para salvar a população.
Lampião, com seu olhar astuto e experiente,
Aceitou ajudar, movido pela causa urgente.
Reuniu seus cangaceiros, valentes e destemidos,
E juntos, partiram em uma missão de heróis intrépidos.
Com suas armas e coragem, enfrentaram o céu,
Atirando para o alto, buscando romper o véu.
E a chuva veio, como um milagre do sertão,
Lavando a terra seca e trazendo a renovação.
Maria sorriu, agradecida e emocionada,
A seca havia partido, a esperança estava restabelecida.
Zé do Chapéu, com sua valentia e compaixão,
Tornou-se o herói do sertão, amado por toda a nação.
Assim, o conto nordestino chega ao seu fim,
Com Zé do Chapéu e Maria, em um abraço enfim.
A força do sertanejo, a resiliência sem igual,
Marcando uma história de amor e superação no local.

⁠O amor você pode tudo, você pode beijar verdadeiramente,
abraça verdadeiramente e dá um selinho
verdadeiramente.
Você pode amar e ser amado, você pode cuidar e ser cuidado.
Além das boas emoções que o cérebro recebe por causa da energia vital do amor que alimenta o próximo fortemente e simplesmente você pode chamar de môh ou mozão e ser zelado pelo seu amor infinitamente.