Eu Vou mais eu Volto meu Amor
É fácil se declarar amando até surgir a primeira dificuldade e a necessidade de renúncia... O amor desaparece logo, pois nunca existiu.
Você esta negando a si mesmo que o amor aconteceu.
Está querendo ter razão e esquece ela só é verdade quando vem do coração.
Teus gestos, seu olhar quando encontra o meu, me diz aquilo que sua boca se nega.
Você quer me esquecer, que não pensar em mim, e eu não saio da sua cabeça.
Tenta me odiar, me evita, apenas porque sabe, que você faz parte de meus sonhos.
Me diga, o que ganha fugindo?
Poderiamos estar vivendo nossa felicidade.
Você vem e vai e volta, por mais que não queira.
Deixe pra lá o velho medo de se entregar.
Vem, vem me amar, vem me trazer a vida que encontro em seus braços.
Não é a opinião dos outros que lhe fará feliz, são suas escolhas.
Eu já escolhi, quero do seu amor me embriagar.
Deita e me faz sua história, o silêncio, o toque na pele, marcados pra sempre na memória.
Este desejo é vinho, que não vai se acabar, deixa o amor derramar.
Vem em meu amor se embrigar.
ela não gostÁ dee Amor .r$;
De romance nen ccompromisso ;
a CindereelÁ cresceu & ' . agoorÁ
taa terriveeeél ! hehe '
"O amor de verdade acaba, mas nunca morre, pois suas lições e valores perpetuam em nossas memórias até que nossa vida finde."
Que essa semana seja repleta de fé, esperança e de muito amor, com as bênçãos sagradas de Nosso Senhor!
É tão complicado esse sentimento (irracional, ilógico, primitivo e idiota) chamado amor. Sei que por mais que eu coloque tudo pra fora, que eu te diga que gosto, que amo, nada disso fará sentido, porque quando o sentimento não é recíproco o outro não sente absolutamente nada, fica anestesiado, entra por aqui sai por ali e ele nem tchum.
O que será q é o contrário do amor? Pra muitos é o ódio. Não, muito óbvio. Cheguei a conclusão que o contrário do amor é o estado permanente de perplexidade, perplexidade ferida que te prende numa armadilha de onde tu só vai conseguir escapar com a ajuda de quem te abandonou.
O Amor é Renovável
Foi inevitável sucumbir a tristeza da perda,
Perdi o amor,
Perdi a vontade de continuar existindo,
A vida se tornou monótona e repetitiva,
Sem chão, eu chorava a morte desse sentimento,
Senti-me derrotado pela vida e chorei,
As lágrimas expelidas tinham gosto de sangue,
Sentia que o final da minha existência era o único caminho,
Mas será que o Amor morre de verdade?
Não seria o Amor um sentimento renovável?
Antes de entregar-me totalmente resolvi sair,
Era festa, todos estavam felizes e celebrando com alegria,
Sentia-me um peixe fora d água em meio a tanta felicidade,
Eis que do nada uma Princesa apareceu,
Era linda e formosa, mas comprometida,
Os graciosos passos da Musa guiavam meu olhar por onde ela desfilava,
Esse dia foi muito importante para minha recuperação,
Não conseguia admirar ninguém há tempos,
Essa mulher despertou minha atenção sem nem mesmo uma troca de olhares acontecer,
Depois desse dia percebi que outras belezas existiam,
Com o passar dos meses retomei minha vida e também a alegria,
Num certo dia, num happy hour com amigos, um mensageiro me trouxe uma carta,
Explodi de emoção quando vi o remetente do recado,
Era ela, a Virgem que me resgatou em silencio,
Queria me conhecer, pois uma atração também sentiu,
Na primeira ligação senti que tudo seria diferente,
Combinamos de nos encontrar e ansioso aguardei o grande dia,
Nosso primeiro encontro foi maravilhoso, parecia algo já vivido,
Beijos quentes, abraços seguros e um prazer puro,
Hoje vivo as expectativas e as certezas desse amor que nasceu.
Mesmo tendo o desejo do tamanho do mar, quero saber dosar;
Destilando todo esse amor como as ondas que beijam a praia.
Para fazer par com a leveza da areia que dança com o vento,
Fazendo das dunas, telas que imitam suas curvas...
Moça do rosto de porcelana. Gosto de sentir essa tua pele de pluma quando falo minhas juras de amor nesses teus ouvidos de lã. Enquanto escuto seus suspiros passeio o nariz nesse teu rosto maçã. E é nessa hora que esse meu coração se transforma em rio que sai pela boca e deságua no teu mar.
