Eu Vou mais eu Volto meu Amor
De vagar, de vagarinho...
Meu coracao se entrega.
De vagar, de vagarinho,
Seu cheiro em meu corpo se esfrega,
Se declara rendido por este sentimento,
E nao aguenta, cega-me estranhamente.
E nem minha mente, potente como a do elefante,
Se rende ao amor que se sente...
E ela, que está por fora do seu ninho,
Continua a navegar...
De vagar, de vagarinho...
Meus olhos vêm quando andas,
Meus ouvidos quando te zangas.
Ao alto, pendurado, está o meu coração
Frágil, sensível, deixando-se enganar,
Apoiando-se destes sensores para se guiar.
Sobre as asas do triunfo, alço meu voo,
Na senda do saber, trilho meu enlevo.
Às oportunidades, adapto-me com ardor,
Num poema atemporal, forjo meu labor.
Meu docinho é tao doce, dura e suave, a razao de rega- la todos os dias, a mistura da humanas com exatas, a dicotomia que a torna exótica diferente de todas!
No meu corpo a cicratizes do seu corpo, é como se fossemos confindentes de um espaco envolvente!
O seu beijo! Ah o seu beijo, nossa o seu beijo, o momento que mais desejo, tocar seus labios em descompasso e sentir o coracao em arritimia, perder as sinapses neurais, e por um segundo que todo o mundo me esqueça, e ao seu lado eu amanheça!
Dídima inspiracao
Quem é ela?
É o Meu enigma
Minha bela
A dona do meu coracao
Tem o santo forte e o genio tmbm
A mistura da finura do doce
E a complexidade do amargo
Ja passou por tantas coisas que aprendeu a ser resilente - sem aceitar o indiferente
Seu olhar impossivel de desvendar os misterios que estas a pensar, olhar perigoso, olhar de quem vence suas lutas ao passo que me assusta.
FILHOS!
Vocês são os grandes amores da minha vida, sangue do meu sangue, vida que se estendeu da minha, e apenas desejo vê-los felizes e realizados. Oro para que DEUS os guie e proteja sempre, meus filhos! Eu amo vocês com todo meu coração, com toda minha alma!
Anos de vivências, de construção, de desconstrução, e a palavra de DEUS martelando no meu cérebro, pra entender.
O ser humano tem a base da primeira infância, a adolescência que é um turbilhão de hormônios, anos e anos de construção, dores, traumas, vivências, percas, ganhos. Se tudo isso contou pra formação do meu caráter e continua contando até hoje; pois ainda tenho muito a aprender. Como posso te julgar pela profundidade do que eu vivo? Se as atitudes do outro me incomoda eu que me afaste. O que eu vivo é diferente do que o outro viveu e vive. Não posso defini-lo simplesmente!!
Estou feliz com quem sou. Não traio amigos, sinto a dor do meu próximo. Luto pra não ser tóxica. Amo no sentido real da palavra, não esqueço quem fui, não me julgo melhor que ninguém, CREIO EM CRISTO RESSURRETO,sei o que falta fazer,tenho boa memória. Tenho dores, vivências. Sei meu lugar de fala! Odeio maledicência; tenho defeitos pra melhorar. Quem me vê, e enxerga sabe. Então não pretendo ser diferente pra fazer os outros felizes
EU SOU EU MESMA!
Fui até a sacada do meu apartamento e senti um vento frio em meu rosto ao abrir a porta.
Fiquei por alguns minutos olhando para o céu, vendo as estrelas e a lua, com o pensamento bem distante.
É incrível que muitas vezes pedimos tantas coisas para Deus, e muitas delas nós temos no "Agora", isso é sinônimo de muita fé e nos faz lembrar e perceber que muitas coisas que você pediu no passado hoje você realiza.
Nossos sonhos devem ser maiores que nossos medos, pois é Deus quem conduz a nossa caminhada, então deixe Ele escrever a sua história.
Em um belo sábado, meu pai me enviou uma imagem,
Ao abrir, uma flor radiante, a gerbera, em sua linguagem.
Perguntei-me qual seria o significado desse presente,
E mergulhei na busca por sua conexão envolvente.
Descobri que a gerbera é símbolo de alegria e vitalidade,
Um lembrete da beleza efêmera, da vida em sua plenitude.
Assim, entendi que essa flor era um convite à vivacidade,
Ao colorir meus dias com o brilho da felicidade.
Cada pétala, um lembrete do poder de renovação,
Uma inspiração para abraçar cada momento com paixão.
Desde então, a gerbera se tornou mais do que uma flor,
É um lembrete constante de viver intensamente, com amor.
Minha voz é doce e suave,
Vejo bondade em cada olhar,
Não mudarei meu jeito de ser,
Para agradar ou me moldar.
Minhas roupas, meu falar,
Minha forma de agir e amar,
Demonstrar, sentir e viver,
São meus, não vou mudar.
Por trás de tudo o que vivemos,
Ainda há amor a se encontrar,
Aquele que dá frio na barriga,
Ao receber uma mensagem.
Esse é o amor que desejo sentir,
Recíproco, verdadeiro e brilhante,
Onde vejo a vida feliz,
Com um encanto constante.
hoje a morte veio e sentou
ao meu lado da cama e
disse "vim te visitar, porque
ultimamente você só tem
pensado em mim"
Então, você decide me ignorar. Como se tivesse o propósito de me ver chorar por isso, e aplaudir meu declínio com prazer. Ofereceu-me o desprezo, para que eu refletisse os momentos bons vividos e sentisse tua falta. Lembro-me ainda hoje quando sussurrava ao meu ouvido: "Eu vou te amar eternamente", e eu inocentemente acreditará em tamanha farsa. Entre nós permanece apenas esse silêncio de palavras não ditas, e eu continuo vivendo com essa sensação de vazio. Devido a mágoa que ainda habita em nós, sei que nossos sentimentos não serão mais recíprocos. Minhas lembranças continuarão intactas, em algum lugar, perdidas entre os meus pensamentos. Mas saiba, se eu me tornar inesperadamente incompreensível, e você me sentir rude demais...Significa que os meus sentimentos por ti morreram e eu já não te amo mais.
Minha cara de prato,
Meu cabelo bagunçado,
Uma franja mal cortada,
Um nariz de batata,
Um colar enferrujado,
Minha pouca competência em viver
E meu grande prazer em estar vivo!
A crueza do meu corpo e espírito dar-se em dias turbulentos, onde as crises existenciais e os surtos emocionais se fizeram úteis para a indagação de quem sou ?!
ser uma incógnita é ser meu passa-tempo em dias cruéis que não há nada a se fazer, descobrir-me se tornou parte de um plano maior ... Esse mistério de não saber e ser assim, emaranhou qualidades, habilidades e a sensibilidade me tornou tediosa!
Detalhes pessoais
Gosto dos meus pés descalços
E meu pescoço descoberto
Gosto da delicadeza dos tecidos sobre o meu corpo
Gosto da minha pele macia
Do meu traseiro redondo em roupas coladas
Gosto da minha feminilidade
Dos meus passos e tropeços
Gosto do meu olhar selvagem as vezes
Das feições nada meigas
Os detalhes dos meus movimentos
Gosto de ser quem sou e de brilhar onde vou
De atrair, desejar e ser desejada
Sou menina mulher
Sou levada.
Submersa
submersa no meu pensamento
Entre o fôlego e o engasgo
Entre a água e ar
Submersa
Em todas coisas que me afagam
Entre teu disfarce e a interface das palavras
Entre abraços sem braços e sorrisos sem dentes
Submersa
No raso racional que não questiona
Enquanto pensante, palavras e significados
Enquanto vento, somente vastidão
Submersa
Nas sensações do ser
Nas intenções não intencionadas
No pedido, na mágoa, no ponto ou reticências?
Submersa
No se e no talvez
No mergulho mais complexo
No existencialismo mais inútil
Na decisão, e no confuso!
Em total submersão entre a loucura e a razão!
A vista da janela
Nos meus pensamentos há uma janela
Dela vejo a minha vida
Meu presente
Meu futuro
Me vejo
Sentada na grama enquanto o sol queima minha pele,
Enquanto o vento me abraça
E os meus pés no chão sentindo cada grão de areia
Tomada pelos mil acordes que existem em meus dedos
Por todas as músicas que sei de cor
Tomada por todos os pensamentos que possuo.
Olhando da janela até parece uma mulher comum em um dia qualquer
Sem visão, pois ver vai além dos que os olhos captam
Essa mulher que vive o universo das entrelinhas,
Vive a folha rasgada e amassada
Que busca todos os sentidos
Todas as sinestesias
Todas as curas
Dos amores a fúria
Mais fortes das ternuras
Pois nela há tantas ranhuras
Que se pensares bem
A perspectiva da realidade às vezes é mera vaidade…
