Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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⁠"Meu pai era analfabeto. Não sabia assinar nem o próprio nome, mas
na escola da vida foi um mestre...
Agradeço a Deus, por ter tido um pai maravilhoso, que partiu deixando saudade, nenhum bem material, mas, excelentes lições de vida e lembranças boas,que superam qualquer fortuna.
Sempre a saudade vem colocar lágrimas em meus olhos.
Nunca vou esquecer aquele dia vinte de fevereiro de dois mil e seis..."

Inserida por evertonlimaoficial

Meu nome é Everton Lima.
Meu talento é fazer rima.
Meu verso é matéria-prima,
é cultura e é ligeiro⁠.
Do soneto ao cordel,
desempenho meu papel
com rima precisa e fiel,
cantando quadrâo mineiro.

Inserida por evertonlimaoficial

Sou poeta raiz do meu nordeste,
uma lenda na arte d⁠o improviso.
O meu verso pesado corre liso,
desbravando esse rincão agreste.
Rima pesada de um caba da peste,
que defende a cultura sem descarte.
Sempre há alguém que em alguma parte
ignora a minha rima, então.
São alguns colegas de profissão,
que, por inveja, ignoram minha arte.

Inserida por evertonlimaoficial

⁠O cordel para mim é a poesia
que retrata a nossa realidade.
Fala do silêncio do meu sertão,
fala também no agito da cidade.
Com a cultura o cordel segue vivo.
E se não for bem direto é inclusivo,
perde parte da sensibilidade...

Inserida por evertonlimaoficial

⁠Meu nome é Everton Lima,
minha casa é o sertão,
o meu verso tem paixão
e tinta pintando o clima.
Minha seresta é com rima,
o meu clássico é forró,
e no cordel sigo só
porque nele me destaco...
Minha maleta é o saco,
meu cadeado é o nó!

Inserida por evertonlimaoficial

Menino, menino!
Dorme meu filho,
Nesse teu sono, tranquílo
De pequenino...

Dorme, dorme criança!
Nessa tua infância...
Dorme! Porque o vento, ainda não sopra.
Só o rouxinol, música sua, toca.

E quando fores homem,
Sê menino, ainda,
Nesse estado de ordem...

Ouve música d´arpa!
Por campos, verdes, faz tua saída!
Continua, brincando na neve alva!

Inserida por Helder-DUARTE

Ah! se neste ser houvera...
Palavras para junto de ti levar,
O que ainda não levara,
No meu já tanto orar...

O que em mim vai de sofrer,
Neste minha vida momento.
Então haveria em ti Deus querer,
Para de mim tirar tão grande sofrimento.

Deus! Deus! Deus!...
Já é tempo de ouvires,
Este clamor meu...

Dá-me então, a este meu coração...
Um expôr permitires,
Em palavras altas minha tribulação!!!

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⁠Adoração
Louvo-te Rei do universo, meu Deus!
Tu és Santo! SantO!...
Tu só Santo... SANTO!
lindos são atos teus!

Louvo-te nesta hora!
Só tu és amigo!
E estás comigo!
Eu te sinto agora!

Recebe do meu ser,
toda adoração!
Te canto esta canção!

Teu é o poder!
Teu é o louvor!
Tu és o Senhor!

Inserida por Helder-DUARTE




E falei-lhes assim:
Alma minha! Meu espirito, sem fim!
Meu corpo; meu ser!...
Se sobre vós, não ousou chover!


Como então! Perante meu fado,
E meu tanto enfado...
Sobre nós, então, buscar ides!
Águas, para destes cegos olhos, lágrimas sair verdes?!


Então me disseram:
Eis que sobre tu e nós!
Águas que são, serão e eram...


Aliviam esta tormenta...
Que continua veloz...
Porque são águas fortes, como sete vezes setenta!...

Inserida por Helder-DUARTE


Eis oh povo, mundo e poetas de arte!
Sabei uma verdade eterna!
Meu nome é Helder Duarte!...
Meu nome é imundo e aquele que erra!


Mas oh povo e Portugal!
Oh pinhais de Leiria!...
E reino de Bal,
E terras do rei, Faria!

Sabe tu existência, que eu vivo eternamente.
Não há morte em mim!...
Nem nada de mal, concretamente.

Porque, havendo em mim, o mal,
A fé no bem e meu amar, enfim.
A vida me traz afinal!...

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⁠Por Cá

Canto o meu cântico, qu'em minha alma está,
como sempre sai lindo, santo, puro e perfeito,
o meu ser, nesse acto tem para isso efeito,
Pois nisso, vim eu para cantar por cá.

Cantai comigo povo, este cântico, qu'eu sinto.
Então sentireis, alma vossa voando, vivendo,
e aos outros, vida esta sempre estendendo.
Sim! A isso eu no tempo, muito insisto.

E faço isto até que em vós haja, a música,
que a alma nossa, muito e sempre, educa,
e juntos demos as nossas unidas mãos.

Até que entre os homens, para sempre,
se cante este, sem que haja mau vento,
E os homens, sejam, de facto irmãos!

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Desconforto

Ainda tenho Deus no meu coração,

Sim, tenho-o com toda a minha ação.

Como não o ter pois digo eu?

Neste meu ser, que é sempre seu.



Se não ter Deus, o que ter então?

Que porei eu no meu coração?

Onde vou buscar a minha vida?

Eis que Deus é o mais importante ainda.



De noite a minha alma, na minha cama,

sente-se desconfortada, solitária...

E o meu espírito a Deus Clama.



E a luz então vem a mim,

preencher as trevas área,

do meu humano ser, assim!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Coração

Bate coração no meu peito forte,
e sente a vida, que em mim há.
Vai fala com a minha alma, cá,
diz-lhe, que nós vencemos a morte.

Sim conta-lhe isso, e diz-lhe,
que tudo está bem, sim.
Que há um caminho lindo, enfim,
por entre as estrelas, conta-lhe.

Fala-lhe do hino do universo, tocado,
quando o Grande Espírito, iniciou, tudo,
nos seis dias, em que a vida, apareceu.

E a sublime criação, sentia a união ,
naquele gesto da do logos ação.
Em que o amor ao universo se deu!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Gigantes
E muitos ventos sopraram, na terra do meu ser,
desde que esta terra nasceu, sim, sopraram,
e esta terra, quase que tanto danificaram,
ventos uivantes, do Norte e do Sul, e do Nascer,

Gigantes antediluvianos sobre mim arremessaram,
e do mar tsunamis fortes sobre mim, inundaram...
Mas o maior gigante fui eu, que me tornei de mim,
próprio muito inimigo, de agora e de antes, assim.

Então nesses de momentos tempestades, eu invoco,
o meu rei, da Judeia terra, que as do mar da Galileia,
ondas acalmou e com os gigantes, em Canaã guerreia.

E dele eu me aproximo, para vencer, todas as potestades
que contra mim avançam, com agressividades...
E recebo dele vida e força, quando nele eu toco!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Homens


Meu pai, loucos são os homens.
Os do mundo, pois então...
Se não fossem, eram da razão.
Mas são das do mundo ordens.

São criadores de vasos, partidos.
Que não tem nenhum valor...
São das obras dos sentidos,
Que aos mansos, causa dor.

Meu filho, os homens, enganosos,
São do mundo e temporais.
Mas os mansos são racionais.

Dos mansos é a vida.
E a alegria ainda.
Pois são do bem temerosos!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠O Meu Amado

A dama do país do sol, cantava alto e em bom som!
Se souberes do meu amado, dizei-me onde está!
Aquele a quem ama minha alma, com amor que é dom...
Então os guardas do lindo país, disseram, Ele não está cá!

Mas a dama clamava mais alto, meu amado! Meu amado!
Onde estás!? Tu que minha alma sacia!? Vem meu amor!
Tu que és como o lírio do campo de tão bela cor!
Tu cisne branco! No meu lago, tão estimado!

O meu amado é lindo como o sol do meio dia!
Vem eu te espero, com grande esperança,
Vem eu preciso tanto da tua voz mansa!

De ti eu sou só, de ti só meu tão adorado!
Eu sou como a flor, que o sol tanto queria!
Vem meu cravo por mim tão desejado!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Ladeira da Nora

De ti fica a recordação, neste gesto de recordar.
Neste já entardecer, do meu dia que vai findar.
O sol brilhou em ti, naquele tempo, do meu existir.
Quando eu era um vento, naquele meu agir.

Eras linda de encantar, naquele comigo dançar.
Também contigo, era no muito trabalhar!
Eram os tempos de todos e de tudo...
Os anos do passar, de ano no estudo.

E colher batatas , milho, e feijão,
de ao rio ir à apanha do berbigão.
Em ti fica nas tuas terras!...

Os meus passos de habitante,
mas que talvez, não fossem importantes.
Neste já declinar do dia, lembro do que eras!...

Inserida por Helder-DUARTE

⁠A VALSA


Dança meu príncipe a tua dança suave,
dança com energia nesse teu movimentar,
és uma do céu sempre linda e leve ave.
nesse teu gracioso tanto e tanto andar.


Olha a princesa, a princesa que te espera,
desde cedo, te espera, sem desesperar,
isto por muito, te desde sempre amar!
Por ti ela tudo de mal, sempre supera.


Isto porque ela num longo salão, contigo,
muito quer valsear, a valsa antiga, linda.
De música de amor antigo e verdadeiro.

Vem já saltando tu príncipe perfeito,
nessa dança, com belo de arte efeito,
tu que és o último e o primeiro!...

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Messias


Eis aqui o meu enviado, a quem dou autoridade,
é o meu Messias, em quem se regozija ser meu,
Ele tem a minha substância, tal como sou eu.
Ele não é vaidoso, na sua pregada verdade.

Ele é o juiz de todas as nações da terra.
Ao fraco ele não deixa, ir para a morte.
É rei, das nações no sul e no norte.
As nações nele, esperarão em toda a era.

Assim diz Deus, o Senhor que criou os céus,
e formou a terra e os componentes seus.
E dá a vida, aos homens que nela estão.

Eu o Senhor te chamei em toda a retidão.
Para fazeres um novo testamento, ao povo,
com o gentio que agora já me ouve!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Universo


Estou voando no universo, no meu voar,
Mas em espírito é este meu movimentar.
Voo por entre as estrelas, planetas...
Em outras galáxias, muitos sois e cometas.



Eu estou indo e vejo paz divina, na criação,
Não há desequilibrios, nem má formação,
Nem mesmo meteorito que vem em devastação.
Há paz nos mundos, onde é a dos anjos habitação.


Mas senti, que nas pequenas coisas tambem havia paz,
nos átomos havia circulação de orbitas, de modo eficaz,
Tudo era bom, nas grandes e pequenas operações.

Toda as criaturas estavam unidas em amor grande,
na terra e no céu, não havia mais dor, nem pranto.
Isto porque era Jesus Cristo que ordenava todas as ações!

Inserida por Helder-DUARTE