Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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– Qual é a coisa mais corajosa que você já disse?
– Socorro.

O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo
O menino, a toupeira, a raposa e o cavalo. Rio de Janeiro: Sextante, 2020.

Agora vamos fazer a coisa mais humana de todas: tentar fazer algo fútil com uma tonelada de autoconfiança não merecida e falhar de forma espetacular!

Um coração quente, quando é ferido, se torna frio como gelo e mais resistente que titânio. Ele perde a capacidade do amor, mas ganha a força e compreensão necessária para viver neste mundo. O fato é que, quando não existe o coração para falar mais alto, só nos resta a consciência.

⁠Precisamos saber quem somos para que possamos perceber as nossas armas e tornarmo-nos mais fortes, tendo em conta as nossas limitações.

Ter fé é muito mais que ter religião. Ter fé é ter o poder de Deus dentro do coração. É saber esperar e confiar. É atravessar tribulações com um sorriso no rosto; é nunca desistir mesmo quando tudo parece impossível. A fé nos levanta quando caímos, nos empurra quando paramos, e nos eleva acima das nossas capacidades quando julgamos não conseguir mais. Pois Deus está sempre conosco, nos amparando e nos guiando; e para seguir o caminho certo só temos que ter fé e confiar em Deus.

Nada mais fará para restaurar o contentamento e a alegria da nossa salvação do que um verdadeiro espírito de gratidão.

Quando alguém vê o vizinho ficando mais rico, começa a evolução natural da bolha. Bastam três coisas para a sua formação: os inovadores, os imitadores e os idiotas.

Não é o fato de você ter mentido para mim, e sim o fato de que já não posso mais acreditar em você, que me apavora.”

Mulheres são como flores, quanto mais carinho elas recebem, mais lindas elas se tornam.

O remédio mais simples e ao alcance de todos é o choro e o riso, mas só quem chora de verdade sabe rir com vontade.

DESILUSÃO...
Depois de ter te esquecido,
Nada mais passou a ter sentido,
O que resta agora é uma vida vazia
E uma vida vazia não aproveita momentos,
Não se alegra com a presença de outro alguém,
Não vive,
Simplesmente passa por passar.

SOBRE O TEMPO QUE NOS ENGOLE


O tempo está passando cada vez mais veloz.
Tão veloz que, às vezes, parece que não sou eu quem vive a vida,
mas a vida que corre por cima de mim.
E nesse atropelo, eu fico tentando me ajustar,
tentando caber em dias que ficaram pequenos demais
para tudo o que sinto, tudo o que sou, tudo o que esperam.


A gente cresce acreditando que precisa acompanhar o mundo,
mas ninguém fala que o mundo também corre em cima da gente.
Ele pede pressa, maturidade, força, constância
como se nossos medos tivessem prazo,
como se nossas fraquezas fossem proibidas.


E quando eu tento respirar,
eu percebo que estou sempre no meio dessa cobrança silenciosa:
de um lado, o que eu espero do mundo;
do outro, o que o mundo espera de mim.
E é engraçado, ou triste, ou só humano
como eu me perco nesse intervalo.


Porque enquanto eu espero acolhimento,
o mundo espera desempenho.
Enquanto eu quero tempo,
o mundo exige resposta.
Enquanto eu só peço um respiro,
o mundo abre um cronômetro invisível
e me lembra que estou atrasada até para existir.


E eu não sei quem inventou essa pressa,
essa obrigação de dar conta, de sorrir, de continuar,
como se ninguém estivesse desmoronando por dentro.
Mas eu sinto, todos os dias
que estou tentando acompanhar algo que não espera por ninguém.


O tempo corre.
O mundo cobra.
E eu… eu faço o que posso.
Às vezes menos do que gostaria,
às vezes mais do que consigo.


Mas sigo.
Mesmo nesse turbilhão em que o relógio nunca para,
e eu tento me encontrar
num mundo que corre mais rápido do que o meu coração aguenta.

Hoje a solidão toma conta de mim, me sinto só como se nada mais fizesse sentido algum, te amo demais e não sei como lidar com isso, por sei que esse amor só vem de mim.
Hoje sinto falta de você como nunca sentir, quero viver intensamente pra você. Te amo demais.

Para o que está entre os vivos há esperança; porque mais vale um cão vivo do que um leão morto.

Bíblia Sagrada
Eclesiastes 9:4.

Às vezes, mais vale desistir do que insistir, esquecer do que querer, arrumar do que cultivar, anular do que desejar... No ar ficará para sempre a dúvida se fizemos bem, mas pelo menos temos a paz de ter feito aquilo que devia ser feito, somos outra vez donos da nossa vida e tudo é outra vez mais fácil, mais simples, mais leve, melhor! Ás vezes, é preciso mudar o que parece não ter solução, deitar abaixo para voltar a construir do zero, bater com a porta e apanhar o ultimo comboio no derradeiro momento e sem olhar para trás, abrir a janela e jogar tudo porta fora, queimar cartas e fotografias, esquecer a voz e cheiro, as mãos e a cor da pele, apagar a memória sem medo de a perder para sempre, esquecer tudo, cada momento, cada minuto, cada passo e cada palavra, cada promessa e cada desilusão, atirar tudo para dentro de uma gaveta e deitar a chave fora, ou então pedir a alguém que guarde tudo num cofre-forte e que a seguir se esqueça do código!!! Às vezes, é preciso saber renunciar, não aceitar, não cooperar, não ouvir nem contemporizar, não pedir nem dar, não aceitar nem partilhar, sair pela porta da frente sem a fechar, pedir silêncio paz e sossego, sem dor, sem tristeza e sem medo de partir... E partir para outro mundo, para outro lugar, mesmo quando o que mais queremos é ficar, permanecer, construir, investir, amar... Porque quem parte é quem sabe para onde vai, quem escolhe o seu caminho e mesmo que não haja caminho porque o caminho se faz a andar, o sol, a única companhia, a certeza que fizemos bem e que não podia ser de outra maneira... Quem fica, fica a ver, a pensar, a meditar, a lembrar... Até se conformar e um dia então ESQUECER...

O choro da mágoa é muito mais sofrido porque nele as lágrimas não gotejam.
Elas escorrem tépidas, incessantes e lânguidas pelo rosto, atingindo a alma na tentativa de estrangulá-la.

Os limites do mundo os meus pés não ultrapassam, mas o que de mais alto existe, minha alma alcança.

Último dia do mês

Hoje o barco do tempo deixa para trás mais um mês. Levanta âncora, iça vela e parte para explorar um novo mar. Embora eu não saiba o que vem pela frente, sigo confiante na certeza de que Deus me guiará por caminhos de luz, porque foi em suas mãos que entreguei o leme da embarcação da minha vida. Senhor, traga-me um mês de águas calmas, traga-me um mês abençoado!

Se o plano A não funcionar, não se preocupe. O alfabeto tem mais 26 letras pra você.

Estou aprendendo a apreciar cada vez mais esse tal de tempo, pavor de alguns e aliado indiscutível de outros. O tempo é soberano, irredutível, democrático. Fala, mostra, oferece, retira, instrui, aprimora, seleciona. Ele está sempre por perto, sutil, passando aqui e ali, modificando formas, cores, situações, pessoas. Trabalha silencioso, levando embora o ímpeto, o viço, “aquele” momento, a glória de outros tempos, mas deixa ao alcance dos que se dispuserem a buscar, o conforto da experiência, da sabedoria, da cautela, do auto conhecimento. Pacientemente
ele tenta nos mostrar que os momentos são únicos, que a vida é passagem, que nada nos pertence. Que ninguém é tão insignificante ou tão importante quanto supomos. De uma maneira ou de outra, o tempo acaba sendo o nosso (severo) mestre.
Por vezes, duramente, ele nos retira coisas valiosas para nos fazer simplesmente enxergá-las. Impõe limites, forçando-nos a viver no presente. Noutras, generosamente, nos compensa com oportunidades inúmeras de superação, crescimento e reciclagem, dando-nos espaço e condições para reavaliar (pré) conceitos e valores, de alterar rotas, fazer novas escolhas e até de compensar a leviana juventude. Para os que percebem (e aceitam) a impermanência, surge o desafio, a mudança, novos (e talvez maravilhosos) momentos e finalmente a adaptação, o aprimoramento, a renovação. Um tempo para viver de forma seletiva, em outra velocidade. Um tempo de se vestir de si mesmo. De se ver singular. Um tempo em que o instante vivido basta. Para aqueles que rejeitam a passagem resta a estagnação, o desconforto de um corpo que muda, de uma cortina que se fecha, de uma história que virou antiga.