Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Dois exemplos aparentemente simples que demonstram a morte (apagão) do 'eu' que também vem se aplicando nas sociedades no mundo: o (a) cônjuge que dá escândalo por qualquer motivo e o parceiro(a) vai ficando doente e os pais que estimulam a agressividade dos filhos. Repara...
Eu jamais terei vergonha de ser brasileira porque não tenho vergonha de ter sido assaltada. A vergonha pertence ao delinquente, e não a vítima.
Eu sou contra a qualquer discurso político feito durante qualquer rito religioso. Nas Igrejas Cristãs há pastorais e missões para falar sobre o tema. Há de se fazer uma reflexão ecumênica a respeito.
Eu chamo a vontade de canalhas todos aqueles que não querem que as crianças do Brasil tenham acesso às escolas militares. Vocês todos uns canalhas mil vezes canalhas!
Eu entendo a necessidade da existência das correntes políticas de esquerda e de direita, mas não apoio o elogio aos seus respectivos líderes passados que cometeram atrocidades da mesma forma que repudio a Inquisição e a herança dela nos dias de hoje.
Não quero ser prepotente, eu administro a minha rede social conforme a minha necessidade de vida, e não para agradar quem quer que seja.
Eu sou patriota e nacionalista romântica acima da esquerda, da direita e de qualquer coisa que me afaste de amar o meu Brasil Brasileiro que também é feito de gente que nasceu muito longe daqui e escolheu assumir a nossa nacionalidade de corpo, alma e coração.
Eu tive convivência com policiais que nunca precisaram descarregar uma arma ou apontar para serem respeitados, e exerceram a profissão com excelência; e andaram desarmados até o fim.
Não quero recolher
as cinzas desta
nossa democracia
que mal nasceu,
Eu quero ela viva
e sem depender
de nenhum
quinze de março,
Eis o meu recado
de brasileiríssima.
I
A Lua pegou
a cor-de-rosa
emprestada
da Kanzan,
E eu que roubei
um beijo
sabor hortelã.
Flores da árvore...
II
Flores amarelas
da Ukon são gotas
que escorreram
da Lua-de-Mel
de um romance
entre ela é o céu.
Árvore e suas flores...
III
Gyoikou-zakura
têm flores verdes,
Como o céu tem Lua;
E estão para nascer
de um amor que
tem como prever.
Árvore com flores...
Eu amo os povos, detesto os Governos. E sobretudo detesto aqueles que têm campos de concentração e pena de morte, detesto todos eles!
Não tem feito
diferença entre
o dia e a noite,
o importante
é que eu canto,
acendo a luz
das estrelas e da Lua
esperando algum
dia ser só tua,...
A vida não está
fácil para mim,
para você
e para ninguém,
o importante
mesmo distantes
sabemos que
a gente se tem;
Na hora certa
eu sei que tu vens
quando menos
a gente esperar
tudo o quê há
de se encaixar,
vai encontrar
o seu devido lugar.
Como um pássaro
pelo Sol espera
para se aquecer
da noite austera:
esta sou eu
nesta manhã fria
em busca
do calor do teu amor,
que a distância
ainda nos sentencia:
como um adágio
abrigo o meu peito
do mundo áspero
e o idílio do século
te entrego para
que me entreguem
nos braços da Pátria
que me confundem
como parte fizesse,
porque na verdade
deste mundo
não faço parte;
e muitos ainda
não se deram
sequer conta
que pertenço ao Universo,
nos olhos o adverso encaro
e minhas luas disparo
para as almas em chamas enternecer.
O ódio custou muito caro ao Brasil. Quem não se lembra do bordão "eu odeio o Brasil" que foi repetido infinitamente?
Não façam o quê eu faço,
só façam o quê eu mando
A minha vontade
é a Constituição,
E abafem quem
fez a minha indicação.
A dor e as penas alheias
me emocionam de tal
maneira que parecem
que todas me pertencem,
mesmo eu sendo inteira
feita de ferro e de fogo.
O latido do cão no canto
desta pequena cidade,
embala a douta solidão
que me instrui sem receio
a tocar no teu coração.
Enlevando o meu beijo
como oriental incenso
desconhecido que adentra
a janela do teu quarto
sem pedir permissão
trago nudez e celebração:
À ter contigo o previsto
encontro como quem
colhe o fruto raro,
porque de ti angariou
o encanto seráfico,
O pensamento teu
vive a ler o meu
que vive no mundo da Lua
em constante refúgio
deste mundo que remói
o quê nem viveu,
só para ferir o adversário.
O quê a gente anseia
só a nós de fato interessa,
sem relógio no pulso
e sem satisfação ao mundo:
um amor sem nenhuma pressa.
