Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Eu fugi do seu olhar
Eu fugi do seu olhar
Por varias e constantes vezes
O medo me tomou
E ainda estou
Correndo
Como quem corre pra não ser apanhado
Eu fugi incansávelmente
Mas meu refúgio era frágil
E aquele olhar brindado
Falando comigo
Me alcançava em meio a distância
Corri tanto perigo
Mas não conseguia distrailo
Era sempre uma covarde disputa
Talvez proibido
Me fazendo refém
Que olhos são esses
Que nunca vi em ninguém
Já me escondi
Ja viajei pra fora daqui
Mas o seu olhar
Junto comigo fugiu.
Incertezas
Eu falhei
Quis desistir
Eu só errei
Muita coisa mudou
Muito eu pensava ser
Bem pouco descobri que sou
Perdi tudo o que sentia
Lutei pra sentir
Mas fiquei vazia
Tentei me refazer
Colando os cacos
E com eles pude me surpreender
Questionei tudo noite e dia
Desconfiança
Desacreditei de tudo que um dia cria.
Fugi de tudo que tinha para fugir
Eu posso me moldar,
acomodado as bordas
do teu coração,
Divino, entregador de cartas.
Mas não diga quem sou,
ou o que fui,
não me meça pelas palavras.
Tenho sido duro,
doce apenas em segredo,
um tanto por vaidade,
dois tantos por medo.
Existindo em uma mistura
de beleza e fúria.
Eu tenho, um corpo de 1,40 macio,
revestido por uma armadura,
e pelo desejo de ser sozinho.
Mas você sabe de tudo,
e não sabe nada,
anjo de toque macio,
senhor atirador de facas.
Então não me chame por outro nome,
não me tenha como um segredo,
não sei viver em sociedade,
não sei não ser verdadeiro.
Por isso, sai de casa naquela manhã,
e fugi de todos os meus amigos,
fugi daquele grupo de poetas,
fugi do desejo de ser redimido,
fugi de tudo que tinha para fugir.
Porque na verdade estou cansado
de ser azedo.
Querido...
Eu fiz teu abraço de lar. Os teus beijos a minha perdição. Encontrei-me quando olhei em teus olhos. Perdi-me nas ondas dos seus cabelos. Enlouqueço aos teus lábios macios. Ferve meu corpo quando seguro tua mão.
Procuro-o a cada pessoa, és escolhido dentre todos eles. Seja você o meu maldito poeta. Dos romances mais belos, o meu Romeu. Fale-me sobre o amor da sua perspectiva. Meu bem, você poeta, eu poetiza. Se pararem as palavras de rimar, se importaria? Ou se não mais te escrever em estrofes e linhas?
Se faço morada em você, te incomoda? Quando estou imbróglia, ainda assim te quero. Encontrei em ti, amor, a calma que eu tanto buscava. Querido, agora eu tenho um milhão de borboletas, sobrevoando serenas, que agitam-se a sua presença apaixonadamente extraviadas. Há quanto tempo eu não via-me perdida. Perdidamente apaixonada.
Declarar-se é coisa antiga, atos decrépitos, cartas de amor são ridículas. Então pergunto-me, por que as faço? Uma a uma como o mesmo objetivo: dizer amá-lo. Sou uma mulher com paixões pérfidas, escritora e também aspirante a poeta. Fervorosa, intensa como a primeira vez.
A primeira vez em que estivemos juntos, você lembra? A primeira vez que senti teu palpitar. Quando cogitei falar contigo sobre amor, mas era cedo demais. Atormentou você meus dedos passeando teu corpo, lembra-se? Ou porque eu não parava de te olhar. Quando nossos sonhos se entrelaçaram a primeira vez, senti meu coração descompassado acelerar. Quando pedi-te um beijo roubado. Quando fui tua sem que ao menos me tocasse.
Eu fiz do teu abraço o meu retorno. Teus beijos a minha perdição. Nas ondas dos teus cabelos eu perco-me. Reencontro-me ao olhar seus olhos. Deixe-me não medir esforços para falar que é você. Sempre foi. Querido, tudo acontece como a primeira vez. Exceto o amor, que não nega batizá-lo meu doce, doce, doce...
Maldito poeta
Se o destino te escolheu porque era tua vez,
por infinitas vezes que eu tente,irei fracassar.
pois a minha ainda ha de chegar, para que possa mostrar do que sou capaz,e finalmente brilhar
mas continuo caminho sem pressa, Deus,é o pai! ele vai me dizer o momento certo dessa conquista .
E no calor do teu abraço, que de toda dor e tristeza eu me desfaço, nunca imaginei precisar de algo assim como preciso do teu abraço.
Eu te escrevo porque não sei te esquecer.
Posso fingir que segui em frente, que sua ausência não pesa mais nos meus ombros, que seu nome não me arrepia quando alguém o menciona por acaso. Posso me convencer de que o tempo apagou as marcas que você deixou em mim. Mas, no fundo, toda vez que seguro uma caneta, é sobre você que minhas palavras derramam. Escrevo porque sinto sua falta. Porque ainda lembro do jeito que você franzia a testa quando tentava entender o que eu dizia, do calor da sua mão na minha, do som exato da sua risada, não uma qualquer, mas aquela mais genuína, aquela que você soltava quando estava realmente feliz. Escrevo porque ainda te amo, mesmo que eu não devesse. Mesmo que eu saiba que algumas histórias não foram feitas para continuar. E se um dia essas palavras chegarem até você, quero que saiba: eu tentei. Tentei ser menos seu, tentei não transformar você em poesia. Mas algumas pessoas entram na nossa vida como um verso que nunca conseguimos parar de recitar. E você... bem, você sempre será minha rima favorita.
Você sorrir de longe, mas eu sangro aqui perto de mim...
Você observa olhos cheios de brilho, enquanto os deseja, mas eu observo nossas memórias assombradas...
Você está vivendo, enquanto estou morrendo...
E no meio de toda essa dor, eu falo sem mentiras
"Ainda amo você."
O que são míseros 10 meses entre 7 doces anos de pura desgraça?
Bem eu havia prometido
E bem é o que ando a tentar cumprir
Oh Deus nem imaginas o quanto.
Nestes anos todos ansiei
Ansiei ser normal mas eu esqueci
Eu nunca vou o ser de nenhuma das duas formas
E agora pergunto-me
Com o coração ferido , magoado
e que anseia uma solução,
Valerá a pena?
No final das contas tudo isto é apenas um ciclo.
Um ciclo que roda de solução em solução
Embora todas elas acabem por serem igualmente problemas que se juntam á minha desgraça.
Agora cá estou eu ,
eu e ela,
apenas.
Quem havia prometido companhia não acompanhou
e coitada seja eu de acreditar que alguma haverá de ter companhia.
No fim o ciclo sempre vive a sua rotina
Um:"prometo"
Seguido de um :"não consigo mais "
Tudo por culpa minha por escolher acreditar ser um ser vivo digno de amor,
mas um amor simples, puro , reciproco e sem problemas que se juntos aos solitários meus.
Enfim, um ciclo que se juntou á minha desgraçada ilusão.
No passado eu esperava para o futuro um Brasil próspero, sem corrupção, seguro, sem pobreza, sem desemprego, com acesso de todos à educação de qualidade, ao lazer e a um ótimo atendimento no setor da saúde.
Agora, estão fazendo a mesma pergunta que me era feita no passado.
Continuo desejando o Brasil que esperava no passado para o presente e não apenas para o futuro.
No peito, a falta fincou raízes, e eu nem sei dizer como seria viver sem ela.
O que me resta?
Não há restos…
há apenas o que sempre houve:
esse existir em silêncio,
um constante suportar.
A falta caminha comigo todos os dias,
é o único lar que conheço,
não importa para onde eu vá.
Hoje eu entendo:
um abraço talvez me curasse,
uma palavra, um abrigo, um olhar…
mas o tempo levou quem podia oferecer isso,
o tempo para o antídoto, não existe mais.
E agora, não há remendo.
Ficou a ausência,
e as marcas abertas
de cada eco dessa dor interminável,
ressoando dentro de mim como algo que nunca cessa,
apenas aprende a continuar..
Nesse dia dos Mortos (Finados) eu só tenho uma coisa a dizer a todos.. "Aquele que crê em JESUS CRISTO ainda que morra, Viverá".
Eu amei, amei com sinceridade e com lealdade a ti me entreguei. Eu amei, amei como o dia ama o sol, como a noite ama a lua e assim sem tardar me apaixonei. Eu amei, amei com carinho e com ternura e ao seu amor eu me entreguei!
Eu
Testemunha de minha passagem
Com minhas palavras divina
Como criatura nesta viagem
Busco algo que as defina
Infinito são os vestígios e o clarão,
Que deixarei em minha biografia,
Procuro explicação
Tecendo meus versos e poesias
Em equilíbrio com meus pensamentos
Buscando arte e conhecimento
Vida bela que conquistei
Esposa, filhos e netos
Tecendo os meus sonetos
No Redentor sempre acreditei.
LIS
Sabe o que eu agora?
Que vocês pudessem me ouvir!
Não o que são de minha boca.
Apenas aquilo que minha psiquê não pode expressar.
Só você, para compreender aquilo que o verbo não sabe expressar.
"O amigo é um outro eu, que passa a mão na cabeça quando preciso e chama atenção quando necessário!" Feliz dia do amigo 20/07.
" Oração do terapeuta".
Senhor, dei-me discernimento!
Que eu receba de braços abertos a todos os que você a mim encaminhar.
Que eu nunca perca um dos seus pequenos!
Que eu fale apenas o que precisa ser dito! E que cada um escute - no seu coração e na sua mente - apenas aquilo que eles(as) precisam escutarem!
Que eu reconheça e possibilite-os reconhecer a nossa dignidade de sopro divino!
Tu que és o consciente e inconsciente supremo, nos possibilite o poder de autocura interior!
Que assim seja, Amém!"
(HUMANIZADO, Carlos Henrique - CH²) Filósofo, Mentor de Alta Performance e Relacionamentos Neuropsicopedagogo e Terapeuta de Resultados!
Você nunca vai saber como é a continuação se você não continuar. Baixa então sua guarda e deixa eu te mostrar.
Eu sei exatamente o que eu quero, e se você se apaixonar por mim, você só vai estar retribuindo o sentimento que você estará recebendo de mim.
