Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Gratidão tia Luísa!
Todas as noites, ao término de minhas orações, eu concluo que a vida é tão maravilhosa, tão cheia de lindas recordações, de colos, de feridas que cicatrizam, de amigos que celebram ou choram junto, de gente que só pensa nos outros, de quem trabalha, e de quem se esquece até de si mesmo.
Que a vida é feita de tão poucas pessoas, que direcionam todo o seu potencial para melhorar a qualidade de vida de suas famílias e até mesmo de gente que elas nem conhecem.
Que a vida é feita de pessoas sedutoras, que têm o dom de curar, com sorrisos suaves, e com lições de vida que ficarão guardadas para sempre …
A vida pra mim, é tão maravilhosa, porque me deu a tia Luísa, a mãe que eu mais precisei, nos momentos mais difíceis da minha vida.
Obrigado tia Luísa por cuidar de mim, e que sempre me fez sentir muito amado e abençoado.
Descanse em Paz!
Não importa se pratico bem ou mal a minha religião. Sei apenas que quando a pratico, eu me sinto bem!
Ainda não encontrei argumentos que me façam parar de trabalhar, mas quando os encontrar, eu terei tantos mais, para continuar trabalhando.
Fé, a simples fé, é a única coisa necessária para que você e eu possamos ser perdoados. Nós vamos pela fé até Cristo, como pecadores com nossos pecados, para crer Nele, descansar Nele, depender Dele, confiar Nele, entregar nossa alma a Ele, abandonar todas as outras esperanças e nos apegarmos somente a Ele; isso é tudo que Deus pede. Permita a um homem fazer somente isso e ele será salvo. Suas iniquidades serão encontradas
completamente perdoadas, e suas transgressões serão inteiramente removidas. Cada homem e mulher que assim crê são totalmente perdoados, e são considerados perfeitamente justos. Seus pecados são purificados, e suas almas são justificadas aos olhos de Deus, por mais culpados e maldosos que eles possam ter sido.
Eu entendo que minha posição nesse lugar e nessa posição da história vai entrar nos livros como a voz dessa geração. Nesta década, eu serei a voz mais alta de todas.
Isso é o máximo de ofendido que eu já estive... Esse é o máximo de bravo que eu posso ficar. Estou digitando com tanta força que estou com medo de quebrar meu Macbook Air!!!!!!
Eu não estou em uma competição com ninguém, nenhum de nós será lembrado, nossa existência como uma raça, a humanidade é um blip, um milisegundo na história de todo o universo. Todos esses muros que não nos deixam amarem uns aos outros como uma só família, como uma só raça: racismo, religião, classe social, tudo isso que nos torna tão egoístas, tão focados em nosso legado individual ao invés do legado de toda nossa raça, por exemplo, os dinossauros não são lembrados por nada além de seus ossos, então quando a humanidade estiver extinta, o que nós acrescentamos a esse pequeno planeta ?
Eu quero viver morrendo em sua teia
Seu sangue correndo em minha veia
Seu cheiro morando em meus pulmões
Era uma casinha branca de janelas azuis e um alpendre em vermelhão. E eu com os pés no chão era feliz e não sabia.
Eu não sou inimigo de ninguém. Não carrego rancor, não forjo barreiras invisíveis entre mim e o outro. Sou a quietude no meio da tormenta, o rio que segue seu curso indiferente aos obstáculos que encontra. O inimigo não sou eu; são as sombras que habitam nas mentes alheias, são os medos e inseguranças que projetam nas suas percepções distorcidas. As pessoas se debatem contra os espelhos das suas próprias inquietações, guerreiam contra fantasmas que criaram. Eu permaneço aqui, inabalável, testemunha serena de uma batalha travada no íntimo de cada um. A verdadeira luta é interna, e, enquanto não reconhecem isso, continuam a ver inimigos onde há apenas reflexos de si mesmos.
Eu não consigo consertar o passado,
as páginas rasgadas, o tempo calado.
As dores que vieram sem eu chamar,
as palavras que faltaram para me salvar.
Mas eu tenho o hoje, inteiro, presente,
um sol que insiste em nascer, persistente.
Tenho o agora, que pulsa e respira,
um tempo que acolhe, que cura e inspira.
O ontem ficou na curva da estrada,
com suas sombras, sua voz calada.
Mas aqui estou, viva, de pé,
refazendo o caminho com o que a vida é.
Não posso voltar, mas posso seguir,
plantar novas flores, voltar a sorrir.
Eu não conserto o que já passou,
mas no hoje, enfim, algo em mim renasceu e brotou, e como muitos dizem: suave como furacão e tranquila como um vulcão.
Eu sou analítica, mas não fria. Sinto o que a maioria não percebe que nao sei como mas leio silêncios, interpreto entrelinhas e enxergo nuances que muitos ignoram. Vejo além dos gestos e questiono o que se cala. Carrego no peito um laboratório de dores que ninguém catalogou, feito de mapas mentais e cicatrizes emocionais, de hipóteses sobre o mundo e feridas que ainda não viraram tese.
Ser analítica não é uma escolha: é uma forma de existir, é medir a profundidade de um abismo com os olhos abertos e, mesmo assim, tentar atravessá-lo. Não se trata de falta de fé, mas de excesso de percepção, é saber que um sorriso pode mentir e que um toque pode calar, é doer no ponto exato onde os outros passam batido.
Ser analítica me custa noites mal dormidas, me leva a refletir sobre o que ninguém disse, me faz questionar até os próprios sentimentos, mas também me salva dos enganos que machucam sem nome, é viver entre o sentir e o pensar, entre o racional e o sensível, como quem caminha sobre uma linha fina entre dois mundos.
No fim, ser analítica é existir com lupa em um mundo que prefere o raso, é doer com consciência, é amar com profundidade. É viver mesmo que doa com verdade.
