Eu Vou mais eu Volto meu Amor
O caçador de borboletas
Quando eu era pequeno com 6 anos de idade e morava em uma fazenda no interior da Bahia,eu caçava borboletas pegava elas e colocava em um pote e depois Soltava . Dizia voar minhas borboletas e elas voavam em bandos . Acreditava que elas voltaria para me contar sobre o mundo ,flores, amizade e sonhos . Hoje acredito que elas voltaram em formas de sentimentos, amor e cantos.
Amar
Amar ela ama tu
Amar ela amar eu
Amar ela ama vós
Ama ele ama
Amar ele ama
Amar ele ama
Tu como sua densa angústia
Tu que diz que me trouxe profundo sentimento.
Mesmo que não tenha sido recíproco para você, quero que saiba que eu te amei com todas as minhas forças...
Eu acredito na expressão determinação, coragem me redefine, lutar sempre, a vida é composta por desafios, e hoje é só mais um antre muitos.
Se Não Compreendes o que Eu Falo,Pergunta-me a sua Dúvida,Pois Sempre como Duas Compreensões se Unem,Á uma Compreensão Mais Exata.
Para Aqueles que Acham que eu Perco Tempo Escrevendo sobre Filosofia,Só Tenho a Dizer para Eles,que Todos Nós Temos uma Filosofia,e Todos Nós a Expressamos,eu Expresso minha Filosofia Escrevendo e Refletindo.
Oi tempo
Seria o tempo um benfeitor se me permitisse ao menos uma vez controlá-lo? Ou seria eu, uma falha incorrigível por si mesma, abusando de um mediador (nunca um terminador)?
Eu comia e bebia como eles
Eu me vestia para eles
Tentei fazer parte
Sim, eu tentei ser um deles
Presa nas correntes das aparências
Passei desapercebida por eles
Quanto mais deles me aproximava, mas de mim eu me afastava
Tudo para ser aceita, tudo para ser amada
Onde estou? Quem sou?
Perguntas mágicas que quebram as correntes
Relâmpagos e trovões sobre o oceano
Um furacão arrastando as águas violentamente
Criando ondas gigantescas e imponentes
Enquanto do lado de fora eles brigavam entre si
Eu estava ocupada observando o caos dentro de mim
Tentei manter a casa arrumada
Tentei remendar os objetos quebrados
Mas contra a parede eu era arremessada
Cada vez que tentava impedir meu crescimento
Me deixei levar pela forte ventania, me permiti
Quanto mais longe deles, mais perto de mim
Sim, o vento me trouxe de volta para mim mesma
E me tornei um com o furacão, eu sou o furacão
O amor tá aqui também, tudo bem ser uma aberração
Deixa eles lá se são felizes assim
Deixe-me aqui, sou feliz assim
Daqui eu vejo tudo, inclusive a mim
Aqui há paz, aqui há amor, eu sou o amor.
O hiato e a ponte
Quero escrever algo com que eu me orgulhe mas no hiato entre um trabalho e outro nada sai, nem se quer uma gota de tinta e é insuportável. A mente está vazia, isso é um tanto preocupante e discuto comigo mesma tentando achar algo com que prenda, mas nada a interessa e procurar esta sendo cansativo. Não sei nem porque me doo tanto na escrita se quando não vem sinto tanta raiva que chego a quebrar o toco de lápis e rasgar os papéis que não tenho com tanta facilidade nesse mundo de meu Deus. Há quem diga que a escrita é um caminho sem volta. Bem como se o lápis tivesse passado a borracha na ponte do não saber e o agora. Agora que escrevo sinto a necessidade de escrever mesmo sem ter o quê, e isso irrita. Será que outros escritores se sentem assim ou só eu? "Qualé anne! O mundo não gira em torno de você..." Será que alguém se sente como eu?
Me olhe como as fotos
de visualização
única do teu Messenger.
Me deseje como se eu
fosse aquela fruta
raríssima que ti gosta.
Me tenha como se eu fosse
uma presa a um leão.
Me tenha por completo
Me pegue me arranhe
Me beije como se não existisse
Outro segundo, outro dia,
outro mês outro ano.
Me tenha agora
Como nunca ti teve
E me ame como jamais amou
Ou pensa em amar alguém.
O que esperar da vida ?
O que esperar da vida, se eu não gosto de trabalhar, escrevo-me no CRAS, para o governo me sustentar. Da principal fonte de RENDA que é cobrado do povão.
O imposto federal não pode haver sonegação, eles plantam em doze meses, para que eu possa colher, pois trabalhar é para os otários, enquanto isso eu vou vivendo até ás coisas melhorar, como posso ter boa vida, se não gosto de trabalhar.
Miserável criatura !
Miserável criatura que eu era,
de Deus não queria saber, mas
Ele por sua infinita misericórdia,
e por me amar: Enviou seu único filho,
para morrer e mim salvar.
Hoje venho, através desta também lhe convidar; pra que abra o seu coração, pra queJesus; possa morar.
A vida !
A vida que eu queria,Deus já me deu,
chama-se Jesus Cristo, o galileu.
Morreu na cruz do calvário, dele não
tiveram compaixão, cravado pregos nos pés e nas mãos; e uma coroa de espinhos na maior zombaria, ferindo com a lança, mas sangue e água saía.
O véu do Templo se rasgou, os túmulos abertos foram; e o cinturão reconheceu que Cristo era o filho de Deus.
Hoje não é diferente, ainda zombam de Cristo, por causa dos falsos crentes.
Fazem campanha com Arca da Aliança, mandando os ímpios trocar; em troca de uma oferta; para Deus os abençoar.
Tremenda heresia, falta de temor e respeito, ao Espírito Santo do Senhor.
Arca traz a presença de Deus, naqueles que o amam de verdade; que em pleno século XXĪ não usam de falsidade.
