Eu Vou mais eu Volto meu Amor
- Então você estava sendo falsa esse tempo todo, sempre que sorria para tudo e para todos?
- Eu não estava sendo falsa. Não gosto disso. Eu apenas estava sendo educada e tendo senso de humor rindo com os outros quando na verdade eu estava chorando e morrendo por dentro.
As vezes esqueço que o roteirista da minha vida sou eu e acabo não escrevendo um belo dia para viver.
calma a sua insegurança nao te leva a nada eu quero ser seu homem te fazer amada amar amar voc~e até vc se amar e me amar
calma a sua insegurança nao te leva a nada eu quero ser seu homem te fazer amada amar amar vc até vc se amar e me amar. calma
Eu tentei
Tentei ser tudo o que podia
Tentei ser tudo aquilo que você queria
Você não me escolheu
Tentei te dar amor
Tentei te dar carinho, mas tudo que me disse foi que queria estar sozinha
Tentei ser seu amigo, seu irmão.
Tentei ser seu amor e até mesmo uma paixão
Mas nada disso você quis
Preferiu a solidão
A entregar para um cara como eu
Esse teu duro coração
Não sei o que dizer
Muito menos o que fazer
A única coisa que eu sei
E que tentei
Tentei de tudo
Para estar somente com você
Não foi o suficiente mas algumas coisas não são pra ser.
Espero que seja feliz, por que eu vou ser
Vai servir de corolário essa experiência, pois não irei mais sofrer
Quem sabe um dia nós veremos novamente
Nesse dia tudo será diferente.
AUGUSTO BRANCO & MANUEL DE FREITAS
Eu comecei escrevendo contos
- e um contista precisa ter grande poder de síntese.
Mas logo passei a escrever poemas,
e nos poemas o poder de síntese tem que estar aliado
a uma boa melodia.
Mas um certo tipo de texto bastante curto e melódico
que está presente em boa parte de minha obra literária,
eu devo a um exercício ao qual me submeteu meu editor,
Manuel de Freitas.
Antes de publicar meu primeiro livro,
ele tinha a ideia de lançar
uma coleção de livrinhos de pensamentos,
que precisavam ser curtos e bonitos.
Então eu comecei escrevendo mini-poemas com até 12 versos,
daí ele lia e respondia: ainda está muito grande, faça menor.
E assim passei umas duas semanas
tentando chegar ao ponto em que Manuel de Freitas queria.
Por fim, veja que ironia,
a coleção de livros que ele concebeu nem foi lançada
- ele preferiu publicar livros com poemas inteiros
que eu já tinha feito,
mas o estilo que ele lapidou em mim ficou pra sempre.
Talvez seja por eu ter usado máscaras
para te envolver apenas em meus sonhos,.
Talvez seja até porque eu quis me esconder
assim você não me reconheceria...
também porque eu não queria mais me apaixonar..
Coloquei mais uma couraça,
mas temo que ela se desfaça como as outras...
Com apenas um toque seu!
@ssolsevilha
Hoje vivemos na lógica do "se o outro" . Por que eu devo ceder lugar no banco se o outro pode ? Por que eu não devo poluir o meio ambiente se o outro polui ? Por que eu não posso mexer no celular na aula se o outro mexe ? E é desse jeito que o mundo tá.
Me espera lá naquele ponto
Que eu quero te ver,
Dizem que eu quero o impossível,
Porque quero te ter.
Sua essência me acalma , sua paz , sua alma.
Traga um pedaço seu para mim.
Que não vou esperar a parte de fora.
Você me disse : Eu tô bem.
Seu olhar me permite dizer : só você crê.
Não chora menino , você é tudo que consigo entender.
Vem pra cá e me abraça agora,
eu não quero que você só se deixe ser visto de fora.
Mostre este seu eu.
Te espero agora.
Sua esperança morreu ,
nem você acredita no seu eu.
Sua mente pensante , viajante, vagando por aí.
Seu suspiro duradouro me enlouqueceu .
Um sofrimento que é só seu.
Mas você chega com um sorriso de manhã.
Espera a paz da solidão.
Sente falta de uma união.
Vem comigo que eu te mostro:
Nada está perdido.
Independente de onde estejas , estas aqui comigo.
Você se foi.
Por que me deixou ?
Por que escolheu a todos e não a mim ?
Ah ! Se eu pudesse controlar o futuro,
Faria-te ficar.
Você escorreu,
Como um fluído,
Da palma da minha mão.
Não posso te segurar ,
Mesmo querendo que fique.
Espero que um dia saiba voltar.
Eu ja amei Muito , Mas com a Dor e o Sofrimento eu Aprendi que posso Seguir em Frente, não importa o quanto eu Tropeçe , Se eu cair eu Levanto , Se eu cair de Novo , ou eu não tenho Pé ou sou Retardado
Pra não dizerem que não falo de flores...
Quando eu passar, você me ver e eu não te notar, não fique triste! Depois quando lhe contarem que me viram feliz, saberá que naquele momento mesmo não te vendo, eu te senti.
Não posso dizer que não te amo, se assim eu fizesse estaria tentando enganar a mim mesmo, mas posso dizer que não te quero mais, com profunda tristeza, porem, com muita sinceridade. Desculpa!
Olhos Ausentes.
No deserto eu caminhava, inseguro rumo ao nada. Turbilhões de pensamentos na mente. Triste e vazio, o oculto me assombra. Noite fria e escura ao relento eu andava. O frio medo me devorava as forças a Alegria, Já não possuía mais nada. Sem motivos sem vida. Temporal me arrastava. Senti fome e sede. E assim a vida passava, como num Breve instante. Nada eu possuía e ate a fé se apagava. Nem lar nem abrigo nem mesmo um amigo. Tudo isso me faltava. De cansaço e carência Nessa jornada pesada. Trazia no rosto as marcas de uma vida terminada. Angustia tristeza e dor. Sem Lugar nem amor! Dormia nas calçadas. E quando raiava o dia a fome me assolava. E nesse triste vazio, a indiferença cruzava-me no caminho. Procurei... Entre uma imagem e outra, nos rostos que ali passavam. Triste a lamentar minha sina Ate nos fleches da memória tudo se apagava. Nessa triste trajetória de uma vida limitada. Busquei-te na natureza na leveza das manhas. E nem assim te pude encontrar. Perdido sem vida sem amor nem guarida. Assim me findava a vida que a muito não existia. E já no findar de tudo. Em meio os olhos ausentes de Multidão tão carente. Olhei o céu e contemplei. Um rosto reluzente uma luz envolveu-me. Iluminou-se a estrada, e nesse momento eu disse. A tarefa esta Terminada. E de repente senti Suas mãos me afagar tocou-me e disse. -Filho você venceu. Tome de volta as asas. Roguei então aos céus! Senhor Ilumina a esperança de toda pobre criança. Que não tem abrigo, afago ou amigo companheiro na jornada, Ilumina também senhor o pobre trabalhador; Que do próprio suor vive. Olhai pelos andarilhos estes pobres esquecidos Muitas vezes reprimidos. E por fim, rogo-te Senhor! Devolva a visão aos cegos. Aqueles amigos e irmãos que pela jornada cruzei. Abra senhor os ouvidos. Daqueles a quem clamei entre gemidos e dores. E eles não me ouviram nem viram estão cegos eu sei.
A noite está comum... cheia de muros que não se deitam,
Cheia de pontes que se estreitam,
E eu aqui com esse meu jeito incomum de ver as coisas.
Deitado numa ponte iluminada , esperando a lua aparecer.
Narcélio Brito
