Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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Pra Sempre Vou Te Amar -

Minha princesa Tanto tempo se passou Até pensava que acabou nosso amor Nas noites frias eu lembrava de você E hoje me pergunto Como fui te perder Naquele dia que eu te vi Meu coração ia explodir E o teu olhar Tocou meu coração Renascendo a paixão Quero seu amor só pra mim Quero te fazer bem mais feliz Esqueça o ... Minha princesa Tanto tempo se passou Até pensava que acabou nosso amor Nas noites frias eu lembrava de você E hoje me pergunto Como fui te perder Naquele dia que eu te vi Meu coração ia explodir E o teu olhar Tocou meu coração Renascendo a paixão Quero seu amor só pra mim Quero te fazer bem mais feliz Esqueça o que passou Vem pra cá Deixa eu te querer Deixa eu te amar Olha meu amor como eu sofri Queria ter você E você não estava aqui Quando chegava a noite Eu começava a chorar Pedia para deusPra você voltarMas você não voltou E o tempo se passou E hoje estou aqui Frente a frente a ti E sei que não te esqueci Quero seu amor só pra mim Quero te fazer bem mais feliz Esqueça o que passou Vem pra cá Deixa eu te querer Deixa eu te amar

Vou curtir enquanto você pensa!

Palavras

Não vou deixar a sua amizade, em minha vida,
Ser igual às nuvens perfeitas que passam sobre minha cabeça
Neste lindo céu azul.
Mas, de que adianta serem belas
Se não posso mantê-las junto a mim?...
Por isto não quero que a nossa amizade seja como
Essas lindas nuvens perfeitas...
Quero que seja como o Sol que sempre brilha nos dias claros...
Em algum lugar.

São as batidas do meu coração,
Que ao passarem em meus pensamentos
Se transformam em palavras como
Estas...

Pé no chão e cabeça na lua... vou caminhando.

Não vou falar nada.
Odeio ser grossa e muito espontânea gratuitamente.

Se chocolate traz felicidade, acho que vou me associar ao coelhinho da Páscoa...

E se a saudade bater aqui dentro, vou procurar lembrar dos momentos bons que vivemos, não importa o que você foi, é ou ainda será pra mim.
Você já foi meu grande amor, e nada apaga isso.
Pode ser que um dia me esqueça disso, mas tenho certeza que enquanto tiver coração, você sempre estará dentro dele.
Talvez foi melhor assim... você longe de mim.

Vou parecer totalmente louca ou não, mas quero você, não só o teu beijo, o seu olhar ou o seu sorriso...
Mas quero você inteira, quero você me olhando sem parar e sem dizer nada; acaba por falar tudo...
Quero poder dizer que te amo, sem ao menos pensar se vc me ama de volta, quero todas as coisas substanciais como também as supérfluas..

Resolvi mudar, vou pôr um fim e tentar te esquecer
Não sei como pude amar assim, mas sei o que fazer
Não me enrole, nem me use, fique longe, não abuse
Nada vai me convencer, deus me livre de você

Decidi vou dar um tempo, levantar o meu astral
Meu instinto agora diz que olhar pra cima é o canal
Não me obrigue que eu não brigo
Não me ligue, eu te ligo

Vou parar, meu ego diz, se assim quiser ser feliz

Bye, bye, me toquei e decidi
Bye, bye, demorei mas aprendi
Bye, bye, só vou amar de novo assim
Se alguém demonstrar o mesmo amor por mim

Não consigo (mas quando vou conseguir?)
uma força estranha me puxa e me faz ser assim (assim)
me puxa pra baixo (sempre)
esperanças se perdem com o tempo
quero chorar (mas não encontro nenhuma lágrima)
eu quero parar e apenas sentir o momento,
o nada me atrai por sua simplicidade,
eu me encontro aqui (e isso dói)
você pode ver meus olhos gritando?
você pode escultar isso?
você suportaria?(eu acho que não)
dentro da malícia existe um pureza,
há em mim um coração que bate,
e a cada batimento, ele perde um pedaço
um dia ele não mais existirá...
e ninguém pode ver isso,
eu estou fora desse jogo,
eu estou condenada a ser o que tanto escondo
ninguém vai gostar de mim (mas e dai?)
você me ensinou a ser assim (você)
felicidade é algo que se esconde de mim,
e eu nem sei se quero continuar procurando...

"DA vida só vou levar o que fiz mas NA vida só vou me arrepender do que deixei de fazer."

Agora que achei um atalho, sinto muito, mas não vou olhar para trás.
Carrego comigo apenas aqueles retalhos de algodão, que enxugaram o suor póstumo e as lágrimas que nunca derramei.

Quando você disser que te abandonei, isso é mentira, por que sempre vou estar ao seu lado.

Vou pegar as minhas coisas, sairei pela porta da frente, e seguirei para o norte com destino incerto. Quero encontrar um lugar que eu possa apenas escutar o som da minha voz, sem ouvir risos e reclamações das minhas toscas e idiotas idéias.
Quero ver o por do sol lá do alto do morro onde as borboletas dançam aquela musica silenciosa que nem eu mesma pude entender a melodia.
Eu vou sorrir sozinha, chorar apenas quando os risos não derem conta de tanta emoção. Quero renascer no tempo, viver novos horizontes e deixar de lado aquela vida privada a quatro paredes.
Quero sair correndo no imenso jardim da vida, sem me preocupar com o que eu deixei para trás, pois de hoje em diante sou só eu e mais ninguém.
As pessoas desapareceram e o ultimo sobrevivente certamente será você.

Você é linda por natureza, é bela como uma flor, te levo no pensamento para todo lugar que vou, tudo issio é uma prova do meu verdadeiro amor.

De desventura em desventura, vou me descobrindo um sonhador incorrigível.

Cantando com sorrisos, e assim vou vivendo, driblando a rotina e mergulhando na felicidade.

Não posso deixar que te leve
O castigo da ausência,
Vou ficar a esperar
E vais ver-me lutar
Para que esse mar
não nos vença.

Não posso pensar
que esta noite
Adormeço sozinho,
Vou ficar a escrever,
E talvez vá vencer
O teu longo caminho.

Quero que saibas
Que sem ti não há lua,
Nem as árvores crescem,
Ou as mãos amanhecem
Entre as sombras da rua.

Leva os meus braços,
Esconde-te em mim,
Que a dor do silêncio
Contigo eu venço
Num beijo assim.

Não posso deixar
de sentir-te
Na memória das mãos,
Vou ficar a despir-te,
E talvez ouça rir-te
Nas paredes, no chão.

Não posso mentir
que as lágrimas
São saudades do beijo,
Vou ficar mais despido
Que um corpo vencido,
Perdido em desejo.

Quero que saibas
Que sem ti não há lua,
Nem as árvores crescem,
Ou as mãos amanhecem
Entre as sombras da rua.

A cada dia que vou vivendo, aprendo que a dor é algo tão inevitável quanto nascer ou morrer. Tão inevitável, tão improvável, tão difícil. Não sou acostumada com a dor, não vou e nem quero me acostumar a algo ruim, MUITO menos então, conformada, não posso me conformar com algo tão injusto. Não acho certo alguém tapar os olhos por estar com medo, pode até ser egoísmo da minha parte, mas o medo irracional de outra pessoa me machuca. Sei que essa pessoa não tem o dever de me proteger, e não tem também a intenção de me machucar, pelo contrário. Sei que nela eu posso confiar a minha vida, meus olhos e meu sorriso, somente pelo fato de ser o motivo disso tudo. Sinto me perder naqueles olhos castanhos. E quando me pego, estou o encarando, sem conseguir desviar o olhar. Como pode haver maldade naquele olhar? Como pode dali, daquela criatura tão indefesa, sair o meu maior sofrimento... e maior amor? Porque eu não consigo simplesmente fechar meus olhos que nem ele e fingir que não está acontecendo nada? Eu quero esse poder, eu quero ter essa força de fingir! Não estou sendo covarde, nem estou sendo infantil, mas nem sempre devemos num jogar no mar, ainda mais se não sabemos nadar! Já mergulhei uma vez, e por fim, desmaiei na praia. Não vou me jogar lá de novo, não sozinha.

A massagem que te prometi

vou cumprir...
feche os olhos por um instante
imagine...sonhe...
faça uma viagem alucinante
sentiu minha presença?
estou bem atrás de ti
levanta que já estou tirando tua roupa...
beijando teu pescoço
descendo mais um pouco...
indo bem devagar nas tuas costas
com a língua molhada...
quente e cheia de desejo...
descendo um pouco mais...
tirando a tua calcinha...
que está toda molhada
do prazer infinito...
arrepiando tudo
ouvindo tua boca
gemer baixinho...
beijo teus quadris...
que se mexem...agitam...enloquecem
e me fazem ver todo o corpo
bem aqui...explendido e macio
querendo me sentir.
Meus dedos
percorrem tudo...
dedilhando o teu corpo
que treme
e me pede mais...
Desço mais um pouco
beijo tuas coxas sem demora
deixa eu adivinhar
percorrendo tudo...
sem esquecer de nada...
(Fouquet, maio 2010)