Eu Vou mais eu Volto meu Amor
como posso ser alguem melhor que voce se tenho os mesmo desejos de sua mente,eu so quero ter alguem do meu lado que possa me completar meus desejos e que realmete se sinta verdadeiramente preenchida eu te amo muito vida.
Eu quero você. Quero dividir uma cama bem apertada — e olha que eu sempre odeiei a ideia de “nós”, todos sabem que sou mais do tipo “sai pra lá”. Eu quero beijos longos e abraços eternos. Eu quero tudo sem me preocupar com nada. E que esse nada nunca atrapalhe nosso tudo. Eu quero o mundo inteiro pra nós, e nós em cada canto do mundo. Eu quero declarações no meio do nada, brigas por causa de tudo e reconciliações terminadas na cama.
Eu pulo, eu danço eu grito, eu canto....
Eu choro, e depois sorrio;
Sou feliz, as vezes triste.
Sou romântica;
Sou irônica;
Sou fria;
Sou sensível;
Tenho raiva,
Tenho ódio,
Tenho amor,
Tenho paixão,
Tenho ilusão;
Eu escrevo, depois apago...
Sou assim, movida a emoções. Tudo vai depender do dia, da hora, do momento, das pessoas e exclusivamente de me. Pois, eu posso escolher o que sentir, quando sentir, e por quem sentir...
Prazer, me chamo ilusão.
Coração bate rápido
Cores e promessas
Como ser corajoso
Como posso amar quando eu estou com medo de cair
Mas vendo você fica sozinho
Toda a minha dúvida de repente vai embora de alguma forma
Será que é uma miragem ou uma ilusão, antes de ir baby por favor me dê sua mão, eu senti um arrepio quando eu te olhei.
Não tenho culpa garota se me apaixonei..
O conto dos dois caminhos
Eu estava perdida em sofrimento, solidão e agonia. Desejava tanto a morte quanto a luz do dia. Já não sabia se amava mais a vida ou se desejava mais a morte. Só que eu era covarde. Tão covarde que eu não sabia viver e nem morrer. Tinha medo da vida e da morte. E eu vivia vazia, parada nessa encruzilhada. Olhava para os dois caminhos, sem saber qual seguir. Então peguei a direita, o caminho da vida. Fiquei tão apreensiva que eu chegava a subir nos barrancos da vida, só para não entrar de cabeça nessa estrada. Olhava para todos os cantos, todas as sombras... Eu prossegui pelo caminho da vida solitariamente. Durante algum tempo... Mas, ao decorrer desse, eu encontrei outras pessoas nesse caminho. Pessoas como eu. Que também haviam parado na encruzilhada e que também haviam ficado indecisas. Conheci um senhor que havia dito que havia conhecido um homem sofredor, como nós dois. Esse homem optou pelo caminho da esquerda, o da morte. E o senhor me disse que não sabia por quê. E eu lhe disse que também não sabia. Então nós rimos, aquele riso triste. E então o senhor começou a narrar-me sua história de vida. Disse-me que, quando tinha a minha idade, também havia chegado na primeira encruzilhada. Nesse instante, arregalei os olhos. E o senhor entendeu porquê. E ele disse-me para não me assustar, pois no decorrer deste caminho eu hei de encontrar mais encruzilhadas como essa primeira. E eu perguntei-lhe como ele sabia disso, sendo que nós dois estávamos apenas no início do caminho da vida. Ele me disse que ele já não estrava mais no início. Disse-me que havia nascido, prosseguido feliz e chegado à primeira das encruzilhadas. Disse-me que passou pela vida e que a seguiu até encontrar outras tantas encruzilhadas, iguais à primeira. E disse-me que, como eu podia observar, ele havia optado sempre pela vida, mesmo desejando também a morte. Ele me disse que a única certeza que tinha nessa vida era que um dia ele teria de seguir o caminho da morte, mesmo querendo ou não. E então ele me disse que não havia porque em apressar o fim, já que ele viria de qualquer jeito. Ele me disse, então, que optou pela vida porque queria saber mais sobre ela. Queria encontrar, no fim disso tudo, mais uma vez a alegria que sentia ao ser criança. Perguntei como ele sabia que a encontraria. Ele me disse que não sabia. Perguntei, então, se ele havia encontrado. Ele me disse que sim, mas que já à havia perdido. Ao me ver com um olhar desentendido, ele disse à mim que havia encontrado o amor. E então eu perguntei a ele por que ele havia voltado. Ele me disse que não tinha mais o que viver. Que sua vida já estava no fim e que jamais encontraria felicidade nessa, já que seu grande amor se fora. Ele me disse que optou por voltar, apenas para narrar aos outros, como eu, suas histórias. Disse também que queria terminar no início. Que gostaria de morrer na primeira encruzilhada. Que esperaria pela morte ali mesmo. Disse-me que estava apenas voltando no tempo. E disse-me também que queria prosseguir, antes que esse já não o deixasse mais fazê-lo. Assim, o velho me disse um adeus e se foi. E eu prossegui meu caminho, desejando, lá no fundo, encontrar a alegria. Prossegui. Após um tempo, encontrei um garotinho. Estava escondido no meio do mato que crescia pelo barranco em que eu andava. Ele se escondia da vida, mas ela não o deixava. Perguntei a ele por que se escondia. Ele me disse que era a vida quem se escondia dele, e não o contrário. Ele me disse que a vida é que não quis ser gentil com ele. Ele era tão pobre com um rato. Era sujo e imundo. Olhei para ele e disse-lhe que a vida também não me é gentil, mas eu não desisti de conquista-la. Disse à ele para prosseguir que um dia daria certo. Dei então um abraço bem forte no garoto sujo e prossegui. Ao olhar para trás, vi que ele sorria. Eu continuei andando. O tempo passou. Encontrei pelo caminho água, comida e ar fresco. Encontrei o necessário para continuar vivendo. Mas não encontrei a alegria que, lá atrás, aquele velho senhor dizia ter encontrado. Eu, hoje, sou tão velha quanto ele. Estou tão cansada que resolvi parar na próxima encruzilhada que me vier. E farei a mesma coisa que fez aquele velho. Vou ficar parada na encruzilhada, pensando na vida e na morte. Esperando-a chegar. Pensando em como fui feliz antes da primeira encruzilhada. Tudo porque eu tinha conhecido a alegria que um dia aquele velho sentiu. Eu só não dei a sorte que ele deu. Eu apenas vi a alegria andando ao longe, já o velho pode abraça-la. Ele pode amar e ser amado. Já eu, parei na primeira parte, na primeira encruzilhada.
Eu te desejo paz de espírito para enfrentar a escuridão que lhe encobre. A caminhada é solitária e andar sem prever o próximo passo, é um jeito de viver sem muitas expectativas. Erga sua cabeça e o ombro também, reinicie tudo e reze por um amanhã menos cruel. Esse é o seu papel, não o meu. Me limito ao campo das vibrações positivas, pois, o resto vem, como um bumerang azul.
Fumaça? Dispersa a solidão!
Eu, você, conhaque e vinho no chão
O bar, pessoas, sempre tudo tão banal
Promessas ilícitas que juram o irreal...
Mas não.
Eu não deveria tê-lo deixado torturar-me tão docilmente, embebedar-me com doses de decadência e afogar-me em sonhos pesados e profundos; agora não consigo mais acordar. Essas correntes que me aprisionam a você e a vida que cultivamos têm de serem partidas, quebradas, estraçalhadas sem dó ou piedade. Mas cadê meu martelo, minha coragem, minha ousadia? Cadê eu? Estou precisando urgentemente de alguém para me salvar do nada que me tornei, das páginas da história que escrevi e das consequências que, infelizmente, não pude prever. Cansei de esperar pela chuva que não cai, pelo sol que se esconde atrás das nuvens e pelas nuvens que se desfazem antes do dia terminar. Cansei do repertório de músicas penosas que não paro de ouvir, das minhas insanas palavras e do entorpecimento mortal que vive em mim. Eu não deveria deixá-lo encher o quarto com espelhos, conquistar-me desse jeito tão certeiro, fazer-me sentir, ao mesmo tempo, como se fosse mil e nenhuma e alimentar-me tão somente de metades. Não me sinto mais inteira, amor; e quer angústia maior do que essa? Acalentei meu próprio coração, afaguei as mãos nos meus cabelos e, através dos reflexos, fitei meus olhos negros, a pele branca, as pernas, braços, mãos, rosto, tronco. Agora confesso-lhe: apesar de ter me enxergado não consegui me ver, porque não sou pessoa, sou além. E como além, contemplei no silêncio da solidão umas lágrimas aprisionadas, uma gargalhada louca para ser libertada e uma alma ansiosa para dar à gargalhada motivos para tal. Eu não deveria tê-lo permitido roubar minha felicidade enquanto eu dormia, arrancar meus sonhos como se não fossem preciosos e apagar a luz que emana esse meu ser frágil. Sei disso, e não é tarde demais. Portanto, se não houver machado, pistola ou espada, tudo bem; hei de destruir esses laços com meus próprios dedos e a força que restou, e então tornar-me meu sol.
Eu não sei o que é pior,se é gostar de você e não poder dizer porque não tenho coragem ou saber que minha melhor amiga gosta de você.Prefiro sofrer sozinha na solidão do que acabar perdendo minha amizade com ela e até com você,porque é capaz de você se afastar de mim
eu sonhei
não de imaginação
conquistei
enchi o coração
eu cresci
antes não
pois agora na união
vivi
sonhei com o futuro
eu e você
no fundo do fundo
não vou te esquecer
Eu. Você. Eles. Somos tão iguais. Mas é raro aquele que enxerga além da carcaça humana e consegue sentir o interior de uma pessoa.
Lembro-me bem que ele tinha uma camisa branca e tinha um astronauta desenhado nela. Eu amava vê-lo naquela camisa.
E quando eu vi os seus lindos olhos pela primeira vez eu realmente percebi que sim ele é o homem da minha vida.
