Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Angustia
A minha angustia transmite toda realidade que eu desejo esquecer,
Sou mulher, preciso de alguém que possa me envolver em seus braços, me aquecer.
Angustiada, sozinha, triste...
A dor que no coração persiste.
Faz tempo que não sou amada, que não recebo um beijo.
Tenho ânsia de Amor, desejo.
As vezes eu preciso cair num terno laço
De Amor, de afeto, um abraço.
Me resta agora procurar um ombro amigo,
Para encontrar esse afeto, esse abraço, um abrigo.
Aperta forte o peito cheio de angustias, sem muitas alegrias...
Talvez eu só encontre esse sonhado Amor somente em minhas poesias.
O que eu vejo é que a cultura hoje como um todo é uma amostra da mediocridade do homem. É os mesmo sentimentos primitivos do homem sendo contemplados. Tudo aquilo que reflete da tua existência medíocre e dever animal. Nascer, comer, bebe, meter e morrer. O homem presente sempre foi a inspiração do mundo presente. Por isso o mundo hoje em dia é uma merda. No Brasil pessoas com total desprezo e falta de conhecimento sobre a cultura do seu país. Porque o próprio país já não da valor a sua verdadeira cultura e nem estimula as pessoas a busca-la.
O tempo, no fundo é uma eterna criança,
que não soube amadurecer.
Eu posso, ele não vai poder me esquecer!
(Música Resposta ao Tempo, composta em parceria com Cristovão Bastos)
GIRASSÓIS
neste mar de girassóis
eu corro e rodopio
por este todo amarelo
tanto giro e tanto rodo
que de tanto tonto
caio e letargio
desmaio em arrepio
VENTO
eu vi um violento vento
que no último lamento
mostrou o seu tormento
destruiu neste momento
madeira, ferro e cimento
antes forte, agora lento
já não é mais turbulento
dissipou-se o forte vento
foi, e passou a ser alento
BARULHO
no silêncio, e apenas nele
eu ouço um barulho
o ruído suave e contínuo
da vida que não silencia
REFLEXO
eu sou aquilo que vivo
reflexo daquilo que sofro
e daquilo que sinto
mas não vivo o que sofro
nem vivo o que sinto
Não sou daquelas que mata um leão por dia. Eu seria igual a muita gente. Eu ALIMENTO o leão que há em mim.
O beijo dela era tão doce que me fazia flutuar,mas como sempre eu não sabia voar,então cai na realidade,foi o maior choque saber que tudo não passou de uma miragem
Disseram que eu estava vivo! Mas eu não estava..
Disseram que eu era imortal! Mas eu não era...
Essa é a moda do caos, tesoura do caos. Recorte sucinto ao imortais mortos.
Disseram que eu era nada! Mas se o nada era eu, não era nada…
Disseram que eu estava com medo! E sim, eu estava! Medo do caos!
Disseram que o caos se fez por mim! Mas eu não o fiz.
Disseram que semeei o medo que colhi! Mas novamente não o fiz.
No fim disseram que morri, e parece que sim.
Mas eu não vi, nem ouvi, somente senti.
Enfim, a moda do caos caiu sobre mim.
