Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Se eu pudesse voar,voaria para longe daqui,
tudo está rodeado de doenças,de heróis,
não me encaixo neste lugar,pois não sou o herói,
me sinto fora deste local,esse mundo me faz tão mal,
tento ignorar tudo na noite,mas acabei louco.
Tento voar ao acordar,esquecer de todas memórias,
escrever um novo capítulo pq esta dor está acabando comigo,
tento dar uma nova chance para mim mesmo mas não está dando,
pareço uma espécie de anti-herói e isso acaba comigo.
Peço á mente para criar asas sobre meu corpo,de asas a minha imaginação e tire-me da desgraça que o mundo me dá.
Eu penso muito na minha morte. Eu penso que não posso morrer agora, não posso morrer e ser esquecida, não posso morrer sem ter escrito meu primeiro livro, ou sem ter publicado para o mundo algum dos meus sonhos. Penso que não passei a vida inteira fazendo algo que eu nem mesmo sabia o que era para morrer assim do nada, não antes sem me entender, ou deixar os outros me entenderem. Penso que não posso morrer sem pelo menos uma vez andar de balão, e ver a vida de cima. Não de baixo como eu costumo fazer. Penso que não posso morrer antes de provar café e me libertar a gostar de certas coisas que eu sempre venho evitando. Penso que morrer não será uma grande aventura, não. Morrer será o fim de uma aventura que nem começou… Penso que não posso morrer sem ao menos criar uma trilha sonora para minha vida, e chorar por algum romance que deu errado, deitar na cama e fazer mil planos, e realiza-los na manhã seguinte. Eu penso muito na minha morte, e por mais que eu viva, sem nem ao menos saber pelo que estou vivendo, e por mais que eu lute, sem saber pelo que eu estou lutando, eu quero viver. Penso que quanto mais eu vivo, mais confusa eu fico, e quer saber? Eu sempre amei uma confusão mesmo.
Ele parece estar tentando entender que tipo de pessoa eu sou, rezo para que ele nunca descubra, é bem capaz de ele se afastar de mim depois disso. É o que as pessoas normalmente fazem.
Eu suspeitava que o fato era que eu nunca tinha me entregado de verdade. Eu estava indo pelo fato de nunca ter ido. Eu estava me despedaçando. Me fragmentando. E o que eu menos queria admitir é que tive que esquecer a mim mesma, para não ter que me forçar a esquecer você.
Antes eu sentia falta de algo e não sabia o que era… Era como um vazio constante. Eu sempre saia a procura de algo…Mas como procurar por algo que não fazemos a menor ideia do que seja? E por mais que eu andasse por aí, nada parecia me completar, nada nunca deu certo. Não para mim. Mas ele apareceu, um sorriso se instalou em minha alma, e tudo pareceu se encaixar. E eu que já fui tão vazia, transbordei. Mas aí ele se foi, e desde que ele se foi, o vazio permaneceu e manifestou-se impetuosamente. Porém, pelo menos agora, eu sei de que modo posso fazer para completa-lo
Era uma vez, tempos atrás, eu. Poderia começar dizendo que era inverno, e que mesmo assim, minha vida nunca esteve tão quente. Meus cabelos tinham uma mania irritante de cair em cima do meu rosto, e eu tinha uma mania mais irritante ainda de reclamar sobre eles e mesmo assim recusar até o fim a cortar. Sim, eu era esse tipo de pessoa, o tipo que amava problema. Então não foi nenhuma surpresa pro meu subconsciente quando eu comecei a cada vez mais permanecer ao lado dele. Eu negava até a morte qualquer tipo de envolvimento com uma pessoa que nem ao menos ligava para algo. Eu negava que ele me intrigava, e que passava horas tentando entender suas palavras, que ele jogava em forma de enigmas para mim. E estava ficando tarde, estava escurecendo, e eu não conseguia olhar mais adiante. Ele me dizia coisas que ninguém nunca teve coragem de dizer, e muitas vezes me fazia me sentir como se eu não prestasse para nada. Mas segundos depois lá estava ele me olhando como se eu fosse tudo. O que mais me surpreendia é que, eu sempre quis alguém que ouvisse tudo além do que eu sempre dizia. E ele ouvia o que eu nunca disse… O que minha alma não tinha coragem de dizer. Ele me ouvia, e eu nem precisava gritar… Com o passar dos tempos comecei a achar que ele tinha entendido minha fissura com o problemas. Porque ele vinha se tornando cada vez mais um problema para minha sanidade mental. “O que eu estou fazendo?” – Eu sussurrava, em quase todas as vezes que estávamos juntos. “O que eu estou fazendo?”– Eu gritava, em todas as vezes que estávamos separados. Eu não entendia o que estava acontecendo, eu não sabia nada sobre o amor, ou sobre ele. E eu lembro de que alguém naquela época me disse: “Arrisque-se, você não tem nada mesmo a perder…” E foi aí. Eu me arrisquei, e foi logo depois que eu perdi. Perdi, ele. E me perdi, tentando encontra-lo. Era uma vez, tempos atrás, eu. Tinha umas obsessões por problemas, um sorriso estampado na cara, um cabelo que sempre insistia em me desafiar e por mais incrível que pareça era inverno, e que mesmo assim, minha vida nunca esteve tão quente.
A borboleta vive apenas 24 horas e morre, mas tem uma vida linda e intensa de muitos voos, eu tenho a vida inserta, não sei que hora e a onde vou morrer, mas me dou a vida intensa igual as das borboletas, quero fazer todos os voos possíveis pra ser feliz enquanto a vida me levar.
Em luta de ringue, eu torço para que os dois homens se matem, em uma brincadeira de rua com um touro, eu torço para que o touro arranque as pernas de todos que correm atrás dele, em uma tourada, eu torço pra que touro meta o chifre bem no meio dos olhos do toureiro.
Eu não diria jamais que sou gorda, porque são seus olhos que me veem assim, os meus só me desejam, e se eu deixar eles me pedem em casamento.
“Sei lá” e “Não sei”. Acho que este tem sido eu, no último mês. A confusão personificada. Na minha grande chance de falar sobre o assunto, tudo que tenho é um reticente “Sei lá” e um aéreo “Não sei”.”
Sou assim como o céu, minha mente sem limites para voos, meus sonhos pairam no ar, desejos eu realizo, o tempo conspira a meu favor e me joga onde eu sempre quero, '' nos braços da vida''
Quando eu sinto que as coisas caminham contra mim, procuro ir na mesma direção pra quebrar o efeito de colisão.
Eu não me incomodo quando você sub estima a minha inteligencia, pois a minha sabedoria rebate a sua esperteza fique certo disso!!!
Anos atrás me perguntaram: O que espera do futuro?
Sem perspectiva respondi, eu o espero chegar
Esperei tanto que acolhida tive de ser
Flores não nascem mais de uma vez no mesmo lugar, ouvi
Essa é a minha esperança, esperar!
Em um passado remoto me perdi...
...perdi-me por querer esclarecer o que não tinha que ser
Somente a mim pertencia a decisão e a escolha,
coisa que poucos entendem
Eu quero algo maior do que eu possa agüentar!
Não quero ideais criados pela sociedade
“Seu sorriso sem jeito me inspirou”
Eu só penso que esperar não é tão ruim
Se valer a pena, vale esperar
Hoje se me perguntarem: O que espera do futuro?
Responderia com perspectiva, eu O espero!
O espero chegar com meu amor, com O meu sorriso
Trazendo muita alegria e aliviando toda dor!
