Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Eu resolvo, às vezes com um "tudo bem" e um nó na garganta.
Outras, despejando palavras ao vento.
E, quando já não há mais o que dizer, eu simplesmente resolvo com um adeus silencioso.
Mas sempre, de alguma forma, eu resolvo!
Perdoe-me.
É que meus pensamentos se perderam em um milhão de direções, e eu ainda não consegui trazê-los de volta.
Eu escrevo não porque sou escritora ou poeta, mas porque há sentimentos que só se salvam quando viram poesia.
Eu já olhei nos olhos da fome, já andei em esquinas escuras, já escrevi despedidas e já presenciei o perigo, mas meu maior medo é ficar sem você.
NEM TODA PAZ MERECE SER PRESERVADA
“Se para manter a paz eu precisar assistir alguém indefeso ser destruído, então aquilo nunca foi paz. Há momentos em que não agir também é uma escolha — e eu prefiro carregar o peso da justiça do que a vergonha de ter virado o rosto.”
— Artur
Fragmentos de The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P Sodré
@Jonassaul.ofc
SOBREVIVER PARA ESQUECER
“Eu não quero que você morra. Quero que sobreviva tempo suficiente para esquecer quem era.”
— Belle, personagem
Fragmentos de The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
CORAGEM NÃO É CHEGAR SEM MEDO
“Eu nunca quis ser lembrado como alguém que não teve medo. Só quero que, quando tudo terminar, possam dizer que o medo não decidiu por mim.”
— Dorian, personagem
Obra: The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
HÁ FERIDAS QUE CONTINUAM SANGRANDO MUITO DEPOIS DE QUEM AS RECEBEU
“Talvez eu seja o primeiro a morrer por uma escolha que não fiz. O que me assusta é pensar em quantos ainda sofrerão por escolhas que também não serão deles.”
- O Primeiro Pai Personagem
Obra: The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
"Dorian nunca soube que, quando ele sorria para todos, eu precisava fingir que aquele sorriso não significava mais para mim. Talvez algumas pessoas morem dentro da gente sem nunca descobrirem que tiveram uma casa ali.”
— Anna, sobre Dorian
Fragmentos, The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
E se eu me esquecer, Senhor, lembra-me de tudo o que já fizeste por mim, das mãos que me amparam, dos corações aos quais sou importante e daqueles que, com amor, também se importam comigo. E, acima de tudo, quando eu já não conseguir enxergar além das minhas dores, faz-me recordar o quanto sou preciosa aos Teus olhos. Que eu jamais me esqueça do amor com que me vês, mesmo nos dias em que eu mesma não consiga reconhecer o meu valor.
Eu não sei quantas foram às vezes que já pensei que não iria suportar, mas suportei!
Pensei que não ia suportar o peso de ser eu, como eu sou, e ainda não deu e não sei se dará, mas tentarei até a minha morte à porta da minha vida chegar.
Nildinha Freitas
Eu, tão imerso na corrente da vida, mal percebi que o passado é fugaz: escapa pelos dedos, atravessa os dias, costura memórias ao presente e, silenciosamente, escreve aquilo que chamamos de destino.
Como as águas escuras do Rio Negro, cheias de mistérios, assim eu te imagino.
Desconcerto-me diante dos teus encantos, dessa beleza estonteante que me torna simples e me faz apenas me deixar levar.
Pode até me chamar de Solimões. Serei apenas o curso do teu prazer.
É verão de dezembro. O sol foi tão gentil enquanto eu buscava as palavras de alguns versos. Versos estes que mexiam com a minha inquietude, aquela que não doma o mundo selvagem lá fora, mas que é suficiente para me fazer vagante.
Ainda que eu caminhe nos trilhos que a vida reserva para mim, o tempo e o vento, às vezes, insistem em mudar o rumo, como se soubessem que certos desvios são necessários para nos levar exatamente onde precisamos estar.
Eu declamo o arrebol,
os montes, vales, montanhas...
Eu declamo as tamanhas
alegrias de um dia de sol.
Faço da rima um anzol,
pra pescar conhecimento.
Sou um nordestino isento
do que não traz harmonia.
E quem mal me avalia
é folha seca ao vento...
