Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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Só pensei, não entendia;
Fiz o que pensei, agora eu sei.

Minha sombra me lembra que tenho a melhor companhia, eu mesmo.

A admiração pelo outro é, na verdade, o que eu admiro absorver para mim, para através disso, eu fazer por mim e passar a me admirar.

Quando eu penso que o outro vai me julgar pelas minhas escolhas, eu estou, na verdade, me julgando antecipadamente pelas escolhas que eu fizer.

O que os outros têm a ver com os problemas que eu invento na mente?

Poucos vão entender esse sentido...
Quando alguém morre, eu não fico triste, eu fico alegre, pois a morte está me mostrando que estou vivo, que eu não morro.

Depois que eu aprendi a amar o mal, quase nada me faz mal;
O mal é aquele bem que eu não aceitava em mim.

Até o desnecessário é necessário para mim; necessário para eu saber que é desnecessário.

Palavras mudam quando eu mudo.

Morte é nascimento, porque se eu tivesse morrido, eu não teria nascido.

Quando eu não quero fazer absolutamente "nada", eu simplesmente aceito não fazer nada, e não faço nada até enjoar de não fazer nada; então passo a fazer algo.

O que eu quero viver não é o que minha família quer que eu viva, não é o que meus amigos querem que eu viva, não é o que a sociedade quer que eu viva; o que eu quero viver, somente eu quero, somente eu vivo.

A morte me tira tudo que eu tenho na vida, mas não me tira nada que eu deixar na vida.

A única diferença que eu vejo entre a superioridade de um bilionário e um mendigo é que se o bilionário perder a fortuna, ele se mata; já o mendigo não.

Ego, em latim, significa "eu".


Não há como viver sem o ego, pois o ego sou eu.


O ego que não aceito em mim é o "eu" que me recuso ser.

Sou eu mesmo para afastar quem eu não sou e atrair quem eu sou.

Se uma pessoa é capaz de me desanimar de algo, talvez esse algo não era algo que eu no fundo gostava tanto assim...
Ninguém é capaz de me desanimar de algo que eu no fundo quero.

Não obedecer é a única ordem que eu sigo na vida.

Eu sou Deus (vida) dentro de todos os corpos (existências).

Demorei bastante para perceber que todos os problemas que eu enfrentava, como angústias, preocupações excessivas, sentimentos de tristeza profunda e tantos outros, eram consequências de algo que eu mesmo criei na minha mente, sem perceber.


Aos poucos, fui acumulando problemas, inventando mais e mais na minha cabeça, até que cheguei ao ponto de não saber mais o que era real e o que eu tinha imaginado. Aqueles problemas estavam afetando minha mente, meu corpo e minhas emoções. Eu via tudo de forma negativa, me cobrava demais, me julgava, me limitava, e me prendia aos meus medos. Isso só foi piorando até que eu comecei a descartar as coisas que via como problemas.


Antes, eu sentia uma pressão enorme para agradar aos meus familiares, amigos e a sociedade, tentando ser aquilo que o mundo esperava de mim. Mas isso não estava em sintonia com meu verdadeiro eu, com o que eu sentia no fundo de mim. Eu me sentia sufocado, preso, escravo da minha própria mente. Foi então que, em um momento de decisão, simplesmente deixei de lado a ideia de agradar a todos e comecei a viver para mim mesmo. Passei a ouvir o que eu ignorava: o meu sentimento, minha essência.


Aos poucos, os problemas foram desaparecendo, porque eu deixei de vê-los como tais. Hoje, qualquer coisa que possa surgir, eu não vejo mais como um problema. E se algum aparecer, sei que é eu criando, mais uma vez, algo na minha cabeça.


O drama que minha mente criava só me prejudicava, então deixei esse drama de lado. Eliminei tudo o que era negativo e passei a olhar a vida de uma forma diferente, mais bela e divertida, como um aprendizado constante.


Agora, não me vejo mais como uma vítima ou injustiçado. Abandonei o drama, deixei a negatividade para trás e passei a viver de forma simples, para mim e para minha alma, aproveitando todos os momentos.