Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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“Se alguém um dia me entender por completo, vai descobrir que eu nunca fui forte… apenas aprendi a sangrar por dentro sem fazer barulho para não assustar a vida.”
— Anderson Del Duque

“Às vezes eu sorrio para o mundo, mas por dentro estou abraçando todas as versões de mim que ficaram pelo caminho, tentando não desabar de saudade de quem eu já fui.”
— Anderson Del Duque

“Eu não sou feito apenas de dias vividos, mas de tudo aquilo que eu senti em silêncio e ninguém jamais percebeu — e é isso que mais me constrói e mais me desfaz.”
— Anderson Del Duque

“Se um dia me perderem no tempo, me procurem nas palavras que eu deixei pelo caminho… porque é nelas que eu continuo vivendo, mesmo quando o mundo me esquecer.”
— Anderson Del Duque

“Eu não sei quantas versões de mim já se foram, mas todas deixaram um pedaço de silêncio que ainda ecoa quando a noite me pergunta quem eu realmente sou.”
— Anderson Del Duque

“Há uma parte de mim que ninguém conhece, porque ela vive escondida nas lembranças que eu não tive coragem de contar para o mundo — nem para mim mesmo.”
— Anderson Del Duque

“Eu sigo em frente com passos firmes, mas por dentro ainda caminho devagar, respeitando cada lembrança que insiste em me chamar de volta para o que já passou.”
— Anderson Del Duque

“Eu aprendi a sorrir para não assustar a vida, mas por dentro ainda existem noites inteiras em que eu me abraço em silêncio para não me despedaçar de saudade.”
— Anderson Del Duque

Eu não apenas escrevo — eu deixo marcas. Cada história que nasce de mim carrega propósito, intensidade e verdade. Não caminho atrás de reconhecimento; eu o construo em cada linha. Os prêmios virão como consequência inevitável de uma obra feita para permanecer. Meu nome não será apenas lembrado — será sentido. Eu sou Anderson Del Duque, e minha arte não passa… ela fica.

"Eu sou todas as emoções.


Eu sou a mistura de todos os sentimentos e de todas as emoções: eu sou o amor, eu sou o ódio, sou a mistura de tudo. Eu sou a chuva, eu sou o sol, eu sou a mistura de todas as estações. Eu sou o perdão, eu sou a condição, eu sou a mistura de todas as sensações. Eu sou a calmaria e eu sou a agitação, eu sou a soma de todas as motivações."


Autora: Priscila da Silva Oliveira Orphanides

"Não esperei ter tudo para começar, eu comecei".

Ainda Vejo Você

Você dizia “eu te amo”, mas não embalava as palavras em nuvens negras.
Era sempre luz cintilante.
Era puro — até um tanto ingênuo.

Ali não era o ator falando, e sim o ser humano em sua mais pura essência.
Ali, eu era sua.

Agora, sentada na relva do meu jardim, eu te vejo.
E, com água nos olhos, você não me enxerga.

Vejo seu esforço, suas quedas, seu desespero e sua solidão.

Ontem, você disse “eu te amo”.
Eu sorri.
Hoje, o amor inexiste.

No entanto, ainda há amigos verdadeiros, amizades sólidas
e responsabilidades conduzidas com dedicação.

⁠EU ERA A PEDRA


"Tinha uma pedra no meio do caminho"
Essa pedra era fruto do espinho
Do vinho que bebi sozinho
Das lágrimas que chorei baixinho
Quando estava perdida no redemoinho


"No meio do caminho tinha uma pedra"
Que originou-se da espera
De um sentimento que um dia era
E principalmente do coração que acelera
Quando se depara com a fera


"Tinha uma pedra no meio do caminho"
Que por ser mesquinho
Desejei me sentir certinho
E fui pra casa rapidinho
A PEDRA CONTINOU NO CAMINHO

Já me adaptei tantas vezes que já me esqueci quem eu sou.

O Estigma do Nome


Me deram um nome…
Sem me perguntar se eu queria.
Sem saber se cabia.
Sem saber se dizia
quem eu realmente sou.


E, junto do nome,
vieram rótulos,
sobrenomes carregados de histórias,
algumas que nem me pertencem,
mas que eu fui obrigado a carregar.


Filho de quem?
De onde veio?
O que faz?
O que tem?
O que vai ser?


A vida virou esse questionário infinito,
onde eu sou menos eu
e mais o que esperam de mim.


No RG, um código.
Na escola, uma carteira numerada.
Na sociedade, um cargo, uma função,
um endereço, um CNPJ
um destino pronto.


E eu, me debatendo dentro do próprio nome,
tentando entender se sou mais que ele.
Se sou mais que um verbo conjugado no passado de alguém.


Até que um dia eu percebi...
O nome é só um eco.
Uma casca.
Um som.
Uma história contada por quem nunca me conheceu por inteiro.


Meu nome não me contém.
Meu nome não me explica.
Meu nome não me limita.


Eu sou aquilo que nem tem nome.
Sou aquilo que se sente,
mas não se escreve.
Sou aquilo que nasce
quando o silêncio apaga as palavras.

Eu sou corno
Para o bem da pecuária
Brasileira
Que está por cima

Um compêndio
de flores
eu te daria.
Para
Tu sorrires
para o dia. ⁠

A imensidão do mar
É para te dizer
que eu te amo.
Mesmo você
Não acreditando.

⁠Depois que eu virei
boi chifrudo
Fiquei poeta.
Só pra lembrar
em versos
O que me aprontou ela.

⁠Eu te levaria
para o céu
mesmo não
sendo Deus