Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Ressurreição Silenciosa
Eu tenho vivido como quem caminha entre escombros — tentando juntar os pedaços do que sobrou de mim, tentando entender onde foi que o brilho se perdeu. Às vezes, sinto o cheiro do fim antes mesmo de acordar, como se o dia viesse com um aviso: hoje vai ser pesado de novo. E é.
É como viver dentro de um corpo que não responde, uma alma que não sente, um coração que cansou de pedir socorro.
Já tentei gritar.
Aos céus, ao travesseiro, ao silêncio.
Já segurei a própria garganta, tentando expulsar a dor por onde pudesse sair.
Mas meu grito nunca teve som — só ecoava dentro de mim, como um trem desgovernado, como a música que eu sempre escolho porque fala a língua da exaustão que carrego.
E mesmo assim… Deus ouviu.
Eu pedi anjos, Ele me enviou pessoas.
Gente que consegue me alcançar quando ninguém mais vê, que percebe minha ausência mesmo quando estou presente, que insiste em me segurar quando tudo em mim está escorregando.
Eu não sei agradecer, não sei sorrir do jeito que gostaria.
Quimicamente, emocionalmente, fisicamente, estou esgotada.
Mas por dentro, há gratidão — quieta, mas viva.
No meio desse caos organizado que sou — dessas ideias que nascem de sentimentos embolados, dessas certezas plantadas num chão de dúvidas — eu tento existir.
Mas confesso: às vezes, viver dói.
Respirar dói.
Levantar dói.
Ser forte por quem precisa de mim dói ainda mais.
É um dilema cruel: enquanto luto para não desistir de mim, preciso ser força para quem enfrenta batalhas visíveis, enquanto as minhas são todas internas.
E, mesmo assim, algo em mim insiste.
Uma faísca minúscula, quase apagada, mas ainda ali.
Talvez seja fé.
Talvez seja o amor pelo meu filho, meu potinho de mel, que um dia segurou meu dedo como quem segurava meu futuro inteiro.
Talvez seja o desejo de deixar algo meu — um conselho, um afeto, uma verdade — que permaneça quando eu não conseguir mais permanecer.
Eu não quero romantizar nada.
O que eu vivo é bruto, cru, real.
É depressão, ansiedade, burnout, dor física, dor emocional, dor espiritual.
É anedonia.
É o vazio que engole até o que era mais bonito em mim.
Mas ainda assim… há algo aqui dentro que se recusa a morrer.
Talvez eu seja mesmo uma fênix cansada.
As asas queimadas, o peito em cinzas, a voz quase sem som.
Mas ainda assim… cinzas não são fim.
São começo.
Então, Deus, se por acaso ainda houver em mim qualquer sopro de recomeço, qualquer possibilidade de renascer, eu te peço:
seja bálsamo para as minhas dores, sustento para a minha alma.
Me ajude a ressurgir.
A encontrar no silêncio um pouco de paz.
A reconstruir o sorriso que perdi pelo caminho.
A reencontrar a luz que um dia brilhou nos meus olhos.
Porque, mesmo que eu não me sinta viva todos os dias,
mesmo que eu caminhe tropeçando entre sombras,
eu ainda acredito — lá no fundo —
que a fênix que existe em mim ainda pode se levantar.
Nem que seja devagar.
Nem que seja quase sem forças.
Nem que ninguém veja.
Mas eu…
eu ainda quero renascer.
10 de Dezembro 2024
Agora todo mundo me ama.
Todos choram e dizem o quanto eu fui incrivelmente incrível…
Engraçado, né?
Porque enquanto eu estava aqui, inteira nos meus pedaços, ninguém percebeu o quanto eu estava desmoronando.
No meu dia normal, ninguém viu o silêncio que gritava, o sorriso que tremia, a exaustão que escorria pelos cantos dos meus olhos.
Agora — agora, quando imaginam minha falta — dizem que eu era luz.
Que eu era forte.
Que eu era especial.
Que fiz falta.
Mas quando eu estava aqui, precisando de um abraço,
de um ouvido,
de um “eu tô aqui”,
as pessoas se confundiram, se calaram, se distanciaram…
ou simplesmente não souberam olhar pra mim.
E é isso que dói:
só valorizam quando acham que perderam.
Só enxergam quando acreditam que acabou.
Só sentem quando a gente já não tem força pra sentir nada.
Eu sigo viva, mesmo sem saber como.
Sigo tentando existir num corpo cansado, numa mente pesada, numa alma que luta todos os dias contra o invisível.
Sigo aqui, mesmo sem saber se alguém realmente vê.
Porque a verdade é essa:
não é que eu queira morrer.
É que, às vezes, dói demais viver invisível.
Porque algumas vezes... Em um bom dia... Se eu tentar, com muito esforço eu não sou somente um Senhor do Tempo que fugiu... Eu sou o Doutor.
Eu não cheguei para ensinar o mundo a ver.
Cheguei para servir.
Empresto meus olhos
não porque vejam melhor,
mas porque aprenderam a parar.
A permanecer.
A respeitar o que é simples
e o que quase passa despercebido.
Há beleza onde ninguém olha.
Há histórias onde ninguém fica.
Há luz mesmo quando o dia parece opaco.
Eu empresto o meu olhar
para que outros possam enxergar
o que meus olhos aprenderam a vislumbrar:
o sagrado do cotidiano,
a dignidade do silêncio,
a esperança que insiste
em morar nos detalhes.
Meu trabalho não é sobre imagens.
É sobre presença.
É sobre revelar sem invadir,
mostrar sem ferir,
acolher sem explicar.
Sirvo quando fotografo.
Sirvo quando observo.
Sirvo quando escolho não passar rápido.
Se você aceitar,
te empresto meus olhos por um instante.
Não para fugir do mundo —
mas para reencontrá-lo
com mais cuidado,
mais verdade,
e um pouco mais de alma.
Cores, flores, leveza, estrelas, doçura, nuvens e sorrisos.
Sei que eu repito essas palavras muitas vezes, em todas as frases, em todos os textos.
É que meus dias têm sido desse jeito, compostos por essas delicadezas.
Feitos dessas bonitezas da vida, que fazem tudo parecer mais...leve.
Que Deus permita que eu siga bordando meus versos com milhares de cores e flores, e lindezas, assim.
Transformando passado em poesia, desenhando no presente, um futuro mais bonito. E doce. E todinho enfeitado de fé.
[amém]
Eu sinceramente tenho vergonha de viver em um mundo tão hipócrita, injusto e ignorante.
Já está na hora realmente de tudo deixar de existir!
Ela: Se eu ficar feia?
Ele: Eu fico míope.
Ela: Se eu ficar triste?
Ele: Eu viro… um palhaço.
Ela: Se eu fiar gorda?
Ele: Eu quebro o espelho.
Ela: Se eu ficar velha?
Ele: Eu fico velho junto.
Ela: Se eu ficar rouca?
Ele: Eu fico surdo.
Ela: Se eu ficar chata?
Ele: eu te faço cócegas.
Ela: Se eu não te amar mais?
Ele: Todos os dias eu te
conquisto novamente !!!
Eu sou assim, quem quiser gostar de mim eu sou assim.
Eu sou assim, quem quiser gostar de mim eu sou assim.
Meu mundo é hoje não existe amanhã pra mim
Eu sou assim, assim morrerei um dia.
Não levarei arrependimentos nem o peso da hipocrisia.
Tenho pena daqueles que se agacham até o chão
Enganando a si mesmo por dinheiro ou posição
Nunca tomei parte desse enorme batalhão,
Pois sei que além de flores, nada mais vai no caixão.
Eu sou assim, quem quiser gostar de mim eu sou assim.
Quando criança conclui : se Deus, como todo mundo me dizia, era bom, por que eu não era o cara mais fofo do mundo ? Decidi que Deus não existia. Ou não era bom. O ateísmo é uma conclusão óbvia, não há nenhuma grande inteligência nisso. Qualquer golfinho consegue ser ateu.
Algum Dia Minha Moto Pode Ate Me Matar,
E Eu Chegar A Morrer, Mas Eu Não Sentirei Raiva Dela Simplesmente Pelo Fato Deu
Estar Perto de Deus.
Ahh! o Mundo Dá Voltas..., eu Não preciso que o mundo de uma Volta para perceber que eu te amo, mas, você precisa que o mundo de uma volta para perceber que nem sempre estarei aqui.
Você está vivo. Você vai sobreviver a isso, porque eu sobrevivi. Você também sabe disso. Eles tentaram te destruir, roubando seu orgulho e sua força mas essas coisas não podem ser roubadas.
Não quero uma pessoa perfeita, eu quero alguém que me ame e sorria para mim quando me sinto triste. quero alguém que me envolva em seus braços e me chame de linda quando mais ninguém acha isso. Não quero o mais bonito, quero apenas o normal para me manter feliz. não quero o mais engraçado, mas quero aquele que me faça rir apenas por seu jeito meigo.
Não precisa ser o mais criativo do mundo, mas quero alguém que me surpreenda com uma ligação no meio do dia, apenas para ouvir minha voz.
Eu queria alguém fiel. Alguém que me visse como a única. alguém que apontasse para mim e pensasse que eu sou a menina de seus olhos. Eu não quero uma pessoa perfeita aos olhos do mundo. eu quero uma pessoa perfeita aos olhos de Deus.
