Eu Trocaria a Eternidade por essa Noite
Sabe aquela sensação quando se está de pé em um lugar alto, aquela vontade de pular? Eu não tenho isso!
Como eu amo você!
Queria sentir os teus lábios sobre os meus, queria você perto de mim pra sentir a todo momento seu carinho e o seu beijo e dizer que você é a pessoa que realmente me deixa louco.
Queria dizer eu te amo.
É como eu me sinto...
Perdida dentro de mim. Um vendaval de confusão invadiu meus sentimentos. De noite o coração me obriga a te querer. E quando acordo, ele já não pensa mais em você. E eu fico desesperada. Sem saber o que fazer. O que será que estou sentindo? Na verdade, eu não sinto nada. Existe um vazio enorme dentro de mim que me impede de amar. Desde a ultima pulsada ele está assim. Intocável. Incapaz de amar. Fraco, com medo. Medo de fazer alguém sofrer por ter tomado a decisão errada. Medo de dizer SIM e depois querer um NÃO.
Me entenda! Eu não tenho culpa de não amar. Eu só preciso de um tempo pra me acostumar com o jeito que o meu coração escolheu pra viver.
e que as palavras
difíceis
que sempre temi
dizer
podem agora ser
ditas:
eu te
amo.
Me deixa ser egoísta. Me deixa fazer você entender que eu gosto de mim e quero ser preservada. Me deixa de fora de suas mentiras e dessa conversa fiada. Eu sou uma espécie quase em extinção: eu acredito nas pessoas. E eu quase acredito em você. Não precisa gostar de mim se não quiser. Mas não me faça acreditar que é amor, caso seja apenas derivado. Não me diga nada. (Ou me diga tudo). Não me olhe assim, você diz tanta coisa com um olhar. E olhar mente, eu sei! E eu sei por que aprendi. Também sei mentir das formas mais perversas e doces possíveis. (Sabia?) Mas meu coração está rouco agora. GRAVE! Você percebe? Escuta só como ele bate. O tumtumtum não é mais o mesmo. Não quero dizer que o tempo passou, que você passou, que a ilusão acabou, apesar de tudo ser um pouco verdade. O problema não é esse. Eu não me contento com pouco. (Não mais). Eu tenho MUITO dentro de mim e não estou a fim de dar sem receber nada em troca. Essa coisa bonita de dar sem receber funciona muito bem em rezas, histórias de santos e demais evoluídos do planeta. Mas eu não moro em igreja, não sou santa, não evoluí até esse ponto e só vou te dar se você me der também.
Sou insuportável e prefiro não me apegar. Mas se por acaso um dia eu te disser que gosto de alguém, serão as palavras mais sinceras que você terá escutado.
Parte de mim dói ao pensar que ela está tão perto e eu não posso tocá-la, mas nossas histórias seguiram caminhos diferentes. Não foi fácil aceitar essa verdade simples, pois houve um tempo em que nossas histórias eram uma só, mas isso aconteceu seis anos e duas vidas atrás. Nós dois temos lembranças, é claro, mas aprendi que as memórias podem ter uma presença física, quase viva, e nisso ela e eu também somos diferentes. Enquanto as lembranças dela são estrelas no céu noturno, as minhas compõem o assombrado espaço vazio entre elas.
Eu sou o que penso, sou o que sou e o que quero ser.
Sou família, sou filha, sou irmã e namorada.
Eu sou o tudo. Eu sou o nada.
Sou a sorte do que tenho e do que possuo. O azar do que a vida não me trouxe e eu desejei.
Sou um verme que um dia quis ser astro e tão depressa se tornou estrela.
Sou mais uma pecadora, com tamanha fé.
Sou um mundo de maldades e um paraíso de boas acções. Sou um quarto com inúmeros espelhos fantásticos que torcem para reflexões falsas.
Sou o meu reflexo num canto de paisagem, ou numa miragem, onde tu não podes ver.
Sou a alegria de quem me ama, a tristeza de quem me odeia e a ocupação de quem me inveja.
Sou uma folha em branco, ou um caderno completo.
Sou os livros que li e os textos que já te escrevi.
Sou os momentos que passei e os que ainda quero passar, eu sou os brinquedos com que brinquei, e os amigos que conquistei. As fábulas em que acreditei e os jogos que inventei.
Sou o amor que dei, o que dou e o que continuarei a dar. Sou os amores que tive, as viagens que fiz e as que quero fazer. Sou todos os desportos que pratiquei, e aquele em que sempre continuarei por ser mais que lazer, é prazer.
Sou a minha disciplina preferida, a minha comida predilecta, sou o cheiro que me seduz, a cor que me apaixona, a bebida que me refresca.
Essa sou eu...eu mesma, será que vais entender?
Sou o ódio resguardado, sou os sonhos realizados, os objectivos alcançados.
Eu sou o meu interior, mas também o meu exterior.
Sou um conjunto de factores que tu não podes entender.
Sou a saudade, os abraços que já dei, eu sou o passado, mas também o presente e o futuro.
Eu sou os meus actos.
Sou o perfeito, mas também sou o imperfeito.
Sou o contraste e a contradição.
Sou a complexidade do mundo.
SOU O QUE NINGUEM VÊ.
Nos últimos cinco anos eu desejei a morte todos os dias. Às vezes cheguei bem perto.
Decifra-me, mas não me conclua, eu posso te surpreender.
Eu já ouvi falar em você, Damon Salvatore.
Um vampiro louco e impulsivo, apaixonado pela namorada do irmão.
Eu colei todos os meus caquinhos, e não vou pedir perdão pela forma que escolhi para consertar aquilo que você quebrou.
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