Eu Trocaria a Eternidade por essa Noite

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Ontem tivemos uma recaída.
Você estava diferente, não era a mesma que eu conhecia, na forma de conversar, rir e de transar.
Parecia que era a sua primeira vez comigo.
Me fez carinhos e me desejou.
Pena que você não percebeu que, enquanto estávamos juntas, eu sentia isso toda vez que te via!

K.B.

A Despedida desse Amor

Eu sempre fui sincera com você e com o que sinto, por mais que eu não fale, eu sempre fui.
Eu fico me perguntando todos os dias por que nunca fui suficiente para que você não pensasse em me "deixar".
Você sempre foi minha prioridade e todos enxergaram isso, até mesmo você!

Eu já senti atração por outras pessoas, mas jamais imaginei te traindo, porque eu sabia o que era importante na minha vida, no que podíamos construir, por mais dificuldades que passamos e passaríamos.
Eu jamais me imaginei beijando ou me deitando com outra pessoa enquanto estava com você.

Você me disse algumas vezes que o amor não era o suficiente e eu persistia em acreditar que você estava errada, porque o meu amor era, e me fazia acreditar que um dia eu faria você mudar de ideia.
Queria que você me enxergasse da maneira que eu te enxergava, ou pelo menos um pouco!

Duas vezes… duas vezes você se perdeu de mim ou, pelo menos, quis fugir do que tínhamos.
Não sei por qual razão, mas você escapou.
Eu me culpei por diversas vezes, até entender que não era comigo.
Você vive dizendo que não gosta de mudanças, mas as procura.

Parece que o que está ao seu redor, por um tempo, não te satisfaz — e então vem a tal da mudança.
Não te culpo por tentar suprir o que nem você sabe o que é.

Quero poder sentir isso novamente com outra pessoa.
O amor é suficiente.
Pois com ele vêm o respeito, o carinho e a superação.
Mas, infelizmente, não será com você.

Eu sempre superei tudo com amor, mesmo quando me faltava alguém que o retribuísse.
Mas jamais desistiria do que me mantém viva: amar.
Desde pequena aprendi a me agarrar ao que tinha por perto, por mais curto que fosse.
Por tudo que passei, eu não ousaria perder o único sentimento que me mantém aqui.

Espero que um dia você encontre esse sentimento.
Ele é magnífico.
Traz paz e te dá coragem para enfrentar o que for.

Espero que você seja feliz, assim como um dia eu irei ser.

K.B.

Talvez o que esteja me confundindo não seja exatamente o que sinto, mas o fato de eu não saber o que fazer com isso.
Passei tanto tempo aprendendo a me reconstruir, a não criar expectativas, a não me entregar antes de ter certeza, que agora qualquer coisa que desperte algo em mim parece exigir uma resposta que eu ainda não tenho.
Existe uma parte minha que quer mergulhar, conhecer, viver o que está surgindo sem tentar controlar. E existe outra que observa tudo de longe, procurando sinais, tentando entender se estou diante de algo real ou apenas encantada pela sensação de voltar a sentir.
E é estranho.
Porque eu não sei se devo me aproximar ou esperar. Se devo demonstrar ou guardar. Se devo confiar no que meu coração está dizendo ou ouvir aquela voz que insiste em perguntar: “e se você estiver entendendo tudo errado?”
Talvez eu esteja procurando uma certeza que só o tempo pode me dar.
E, enquanto ela não vem, fico aqui, nesse lugar entre a razão e a vontade, tentando descobrir não apenas o que estou sentindo, mas quem eu me torno quando alguém consegue despertar em mim aquilo que eu já tinha aprendido a deixar adormecido.
K.B

Não sei… talvez eu tenha medo de perder isso antes mesmo de descobrir o que é.


Às vezes me pego pensando se ela também está pensando em mim, e, quando percebo, minha cabeça já foi longe demais. Cria possibilidades, interpreta silêncios, transforma pequenos sinais em perguntas que não sei responder.


E então vem a voz dela na minha cabeça.


Será que eu estou sentindo demais?
Será que ela sente alguma coisa também?
Será que eu deveria me aproximar ou esperar?
Será que estou confundindo vontade com sentimento?


Talvez seja isso que mais me assusta: não saber qual dessas perguntas merece uma resposta.


Porque eu quero sentir, mas também quero entender. Quero me permitir, mas não quero me perder. E, no meio de tudo isso, fico tentando descobrir como se reage quando o coração começa a querer alguma coisa antes que a razão consiga explicar o quê.
K.B

Enquanto o mundo insiste em calcular os anos, eu me perco no mistério do seu charme natural; pois o amor não conta o tempo de uma vida, mas reconhece a alma que aprendeu a florescer com o tempo.

Não há apoio para o amor... como eu já lhe disse: dar amor é, precisamente e essencialmente, não dar nada do que se tem, porque é precisamente na ausência de algo que existe uma questão de amor.

Queria ganhar de você.

Odeio perder pra você
em meio aos olhares.
Tu olha pra mim,
eu pra você,
e nesse tempo onde tudo paralisa,
você já sabe quem vai vencer.

Por isso, odeio perder pra você.

Será que um dia vou vencer?

Sou um Deus, não tenho o porquê me desenvolver como os serviçais deste universo. Eu também tenho meus planos.
Ou as crio.

⁠Nas sombras do meu exílio voluntário, eu teço as teias do destino alheio, onde cada sussurro é uma lâmina e cada sorriso, o prelúdio da ruína.

No dia do meu nascimento, eu não apago velas — eu acendo fogueiras sob os pés dos tolos, enquanto meus aliados juram lealdade eterna. Parabéns a mim, o arquiteto do caos calculado.

"Eu tenho princípios e valores e defino minha oralidade!!"

"Não renunciarei ao destino que eu mesmo teço."

"Se a geopolítica não me consumir, eu consumirei o mundo com minha visão!"

Eu troquei a pressa de chegar pela coragem de permanecer. E no permanecer, finalmente me encontrei.

Despedidas que Não São Adeus
Eu ainda sou daqueles que não acreditam em despedidas. Talvez porque, ao longo dos meus caminhos, aprendi que algumas pessoas podem se afastar dos nossos olhos, mas jamais conseguem se afastar completamente do nosso coração. Há quem parta para o mundo espiritual e continue caminhando conosco através das lembranças, dos ensinamentos e dos momentos que o tempo não consegue apagar. Há também aqueles que continuam aqui, neste mundo, mas que, por alguma razão, seguiram por outros caminhos. Mesmo assim, permanecem presentes em nossa memória.
Quando alguém que amamos parte, precisamos encontrar uma força que muitas vezes nem sabíamos possuir. Não é fácil aceitar a ausência de quem fazia parte dos nossos dias, das nossas conversas e até dos nossos silêncios. Mas talvez nem todas as perguntas precisem de respostas. Prefiro acreditar que algumas despedidas são desafios que Deus coloca em nosso caminho para nos tornar mais fortes, mais humanos e mais agradecidos.
Acredito também que algumas pessoas passam por nossa vida para nos presentear com momentos, ensinamentos, sorrisos, abraços e exemplos. E, quando partem, deixam sementes que precisam continuar florescendo através de nossas atitudes. Afinal, não somos donos das pessoas que amamos; temos apenas o privilégio de caminhar ao lado delas durante um trecho da nossa jornada.
Por isso, diante de certas despedidas, talvez a palavra mais importante não seja ”adeus”, mas “obrigado”. Obrigado pela companhia, pelo carinho, pelos ensinamentos e por tudo aquilo que ficou dentro de nós. Obrigado a Deus por ter permitido que nossos caminhos se encontrassem, mesmo que por um tempo que hoje pareça tão curto.
Agora percebo que o sentimento de perda, que senti à primeira vista, começa a se transformar em saudade. A dor ainda existe, mas já vem acompanhada de gratidão. E talvez seja essa a grande lição de quem caminha muito: algumas pessoas deixam de caminhar ao nosso lado, mas passam a caminhar dentro de nós.
Por isso, não quero dizer adeus. Quero apenas agradecer e continuar caminhando, levando comigo aqueles que um dia fizeram parte da minha estrada. Porque aprendi como peregrino que existem caminhos que fazemos com os pés e outros que fazemos com o coração. E quem passou pela nossa vida e deixou amor nunca vai embora completamente.
Peregrino Nino Carneiro

Quem é você garoto?
-quem?! Eu.
- sim , você!
- sou um Zé ninguém trazido numa terra desconhecida mas conhecida.
Brincado e manipulado por um sistema que prometia,
Aspirei ajudar o crescimento,
Não sabia que estava sendo fomentado,
Agora vivo os males de meus ossos,
A fome me corrói além do peito,
Vive querendo,
Me joguei se esforçando,
Mas, tudo que consegui foi lutas esforçado,
Lutas sem fim,
Dias sem compromisso,
Me entreguei as lutas e desafios dessa vida como se fossem minhas,
Mas, no final não passava eu de um corpo de Tróia.
Quero reclamar,
Mas, eu mesmo não me posso bater,
Quiz bater as minhas palavras na minha boca,
Descobri que minha linguagem não passava de uma esfinge,

Egito onde estás?
Não sabes que o meu Senhor depende u de ti para progredir , aonde é que tu participante nesta geração.
És uma cópia.
És uma cópia, diz o verdadeiro.
Finge da morga,
Foge da morga,
Diz o morcego.
Quero parar a dor e ver se avanço,
Diz o Senhor.

Os carniceiros espreitam, eles te vigiam

Não possuo amigos, te conto fidalgo, te conto, são inimigos fingindo ser amigos, eu nunca apareci lá, acredite em mim! É um fantasma criado para me assombrar..
Fidalgo! Fidalgo! Acreditas em mim...

Questiono, faço a minha realidade.

Desculpas não vencem.
Eu aprendi que a vida não muda por acaso: muda quando eu encaro minhas próprias verdades.
Questiono.
Questiono meus limites, minhas crenças, meus medos e tudo aquilo que tentaram impor como destino.
Porque quem não questiona, aceita.
E quem aceita tudo, vive pouco.
Faço a minha realidade.
Realidade não é algo que encontro — é algo que construo com disciplina, visão e coragem.
Cada passo, cada escolha, cada renúncia molda o mundo que eu decido viver.
A diferença entre quem vence e quem reclama está na capacidade de assumir o próprio poder.
Desculpas aliviam por um dia.
A atitude transforma por uma vida inteira.
Por isso, não espero.
Eu ajo.
Eu crio.
Eu me movo.
E sigo escrevendo a história que eu escolhi viver.

Alguns buscam reconhecimento imediato; eu prefiro construir uma obra que sobreviva ao meu nome.

Não é só ela que eu perco nesse casamento. É uma família inteira que também foi minha.