Eu Trocaria a Eternidade por essa Noite
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Te amo de um jeito que nem eu entendo.
Te adoro até no silêncio.
Te venero como quem encontrou um milagre.
Te acho incrível até nos teus defeitos.
Te amo mais do que eu sabia ser possível.
Te adoro como se fosse meu lugar favorito no mundo.
Te venero em cada pensamento que tenho.
Te acho incrível mesmo quando tudo está um caos.
Te amo com calma e com furacão.
Te adoro com cada parte de mim.
Te venero como quem respeita o que é raro.
Te acho incrível em detalhes que ninguém mais nota.
Te amo até nas entrelinhas.
Te adoro como quem não cansa de escolher.
Te venero como quem confia de olhos fechados.
Te acho incrível só por existir.
Te amo tanto que chega a doer de leve.
Te adoro até quando briga comigo.
Te venero como quem sabe que encontrou algo sagrado.
Te acho incrível só por ser você.
Te amo sem vírgulas, sem ponto final.
Te adoro de manhã, de noite, de madrugada.
Te venero como quem protege um segredo.
Te acho incrível até sem esforço nenhum.
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"Espelhos invisíveis"
Se o meu Eu se reflete em tudo que percebo, por que é tão difícil encarar a mim mesmo?
Que enigma perverso, ser a origem e o espelho, de quem olha e se perde na própria imagem.
A percepção... Essa lente frágil que se turva com o tempo, enferruja quando não é cultivada, e mesmo assim, insiste em parecer absoluta.
Mas como concluir o que é feito de fluxo?
Como fixar um sentido naquilo que muda toda vez que se olha?
Sou movimento, sou dúvida, sou o eco de perguntas que nunca cessam...
E talvez, só talvez, olhar para si não seja encontrar uma resposta, mas ter coragem de sustentar o próprio olhar sem desviar!
Carta para uma narcisista
Foram quatro meses, mas o que eu vivi nesse tempo marcou como se fossem anos.
Entrei de coração aberto, mas saí com ele mais forte — e, pela primeira vez, voltado para mim mesmo.
Durante o tempo ao seu lado, fui colocado à prova emocionalmente de maneiras que ninguém deveria ser.
Convivi com comparações dolorosas, ausências inexplicadas, reações agressivas por motivos banais e uma instabilidade que me fez perder a noção de quem eu era.
Até o fim, o desequilíbrio se manteve: bastou eu dizer que queria ir pra casa, e você respondeu com desprezo e fúria — jogando no chão o que simbolizava nossa história.
Mas ali, junto dos cacos, nasceu minha lucidez.
E é por isso que hoje eu escrevo não com raiva, mas com consciência.
Porque o que me parecia amor, era teatro.
E quando percebi, eu apenas sorri — que sorte a minha ter sido o único verdadeiro nisso tudo.
A sua passagem pela minha vida teve um efeito inesperado:
Reencontrei amigos que o tempo e o seu controle haviam afastado.
Reaproximei-me da minha família, que me acolheu e me lembrou quem eu sou.
Todos me incentivaram a sair desse ciclo — e eu escutei.
Eu aprendi.
Aprendi a delimitar melhor para quem eu entrego meus sentimentos nobres.
Aprendi o valor do amor-próprio e da autoproteção emocional.
Aprendi que não posso salvar ninguém que não quer ser salvo — e que isso não é um fracasso meu, é um limite da vida.
Aprendi que há uma hora de parar. Parar de insistir. Parar de sangrar por quem nunca vai cuidar da ferida.
E nessa hora, é preciso abandonar a batalha — por amor à própria vida.
Hoje, sigo a vida sem sofrimento, sem peso, sem mágoas.
Carrego apenas o que me constrói: meus valores, minha força, minha consciência limpa.
Você talvez nunca consiga amar.
Mas eu consigo.
E da próxima vez que eu amar, será com leveza, reciprocidade e verdade — como eu mereço.
Obrigada pela lição.
Eu me despeço, de cabeça erguida, sabendo que voltei a ser quem eu sou — e que nunca mais me abandono.
"Enquanto uns sonham com ideias perfeitas, eu calejei a alma com os estilhaços do real. O mundo não me ensinou — me espancou. Não fui feito pra agradar, fui forjado onde ninguém sonha em pisar."
--Purificação
"Eu morri e continuei em pé.
Chame isso de teimosia, de fé ou loucura — tanto faz.
Só eu sei quantas vezes precisei me reconstruir sem manual, sem aplauso, sem ninguém.
Só quem sangra em silêncio entende o peso de sobreviver ao invisível.
A queda não me matou, me instruiu.
E hoje carrego cicatrizes que não envergonham — ensinam."
— Purificação
O meu orgulho é tão grande que eu me recuso a falar sobre gramática da Língua Portuguesa com quem a concebe como coisas do tipo:
Regrinhas chinfrins e idiotas, vestibular, concurso público, ascensão social, conseguir um emprego, e tutti quanti. Aos que se afeiçoam a estas aberrações, dou-lhes um conselho: dediquem-se ao estudo sério da Educação Clássica, especialmente a que se refere à arte da linguagem, o Trivium; estudem filosofia da linguagem e filosofia da gramática. Essa coisa de uso funcional e social da linguagem é sinal de incultura.
"Alexandre venceu impérios. Epicteto venceu a si mesmo. E eu? Eu sou a junção dos dois: a ferida que continua de pé, a cicatriz que nunca se curva.
Sou o silêncio que aprendeu a gritar por dentro, a queda que aprendeu a cair em pé.
Carrego a guerra dos outros no peito, mas minha alma não aceita coleira.
Não sou salvação — sou sobrevivência selvagem com olhos de fogo."
— Purificação
"Alexandre venceu impérios. Epicteto venceu a si mesmo. E eu?
Eu sou a junção dos dois: a ferida que continua de pé, a cicatriz que nunca se curva.
Sou o silêncio que aprendeu a gritar por dentro, a queda que aprendeu a cair em pé.
Carrego a guerra dos outros no peito, mas minha alma não aceita coleira.
Fui forjado no vale, ungido na dor, e sustentado por um Deus que não me poupou da fornalha — mas entrou comigo nela.
Não sou salvação — sou sobrevivência selvagem com olhos de fogo e fé que não se dobra."
— Purificação
Nem é sobre ser,
Nem sobre estar,
Nem entender, nem pertencer.
Sem eu,
Sem você,
Sem nós.
O Ser é tudo —
E tudo sou sem ser.
O Nada é absoluto em silêncio.
Ainda além, Aquilo existe.
Tu vibra,
Mas não entende.
Nem tente.
Apenas seja.
E aí, estou.
Antes do Um,
Antes do Zero,
Antes do negado,
Do inverso,
Do compreensível.
Só o que tenho é isso — E basta.
Reconheço.
Agora repouso
E vibro.
Vibro em ti.
Vejo por ti.
Ouço por ti.
E existo
sem existir.
Mistério.
Primeiro, eles vieram para levar os ciganos
e eu fiquei feliz porque eles saqueavam.
Depois, vieram para levar os judeus e eu não disse nada,
porque eles eram desagradáveis comigo.
Depois, vieram para levar os homossexuais,
e eu fiquei aliviado, porque eles estavam me irritando.
Depois, vieram para levar os comunistas,
e eu não disse nada porque eu não era comunista.
Um dia, vieram para me levar,
e não havia mais ninguém para protestar.
Nota: Versão atribuída a Brecht de sermão originalmente dado por um pastor alemão chamado Martin Niemöller em 1946.
...MaisEu passei a não prestar, quando deixei de dizer sim!... Para o que me pediam, foi bem aí que perdi a utilidade. Neste momento foi quando param de querer estar comigo, de querer seguir viagem ao meu lado, de me ligarem, me trocaram por outras pessoas, outros afazeres... E quer saber me fizeram um grande favor, só quero seguir essa viagem chamada VIDA com pessoas que realmente queira, isso vale pra todas as áreas da vida. Como diz PAULO COELHO: Somos todos anjos de uma ASA só, e só podemos voar quando abraçamos uns aos outros. Em busca de anjos que queiram voar.
Do chão sofrido, com a poeira batendo no rosto, eu lembrava cada gemido do velho pau de arara. Era sede e dor, fome e desespero, e mesmo assim, no meio de tudo — um sorriso teimava em durar quase o dia inteiro.
Eu não sou revolucionário e nem ativista. Eu sou antes de tudo e de mais nada um nacionalista e um filósofo em prol do meu povo e da minha nação. Apesar de todos nós termos algo em comum e estarmos ligado: cultural, económica, antropológica e espiritualmente.
Não sou revolucionário e nem ativista. Eu sou antes de tudo e de mais nada um filósofo em prol do meu povo e da minha nação.
"Olha, com esse contrato aí eu assino até de olhos fechados e em duplicata! 😍
Ser 'adquirido' por você parece mais um prêmio do que qualquer outra coisa.
Comidinha gostosa, roupa cheirosa, casa arrumada, amor sincero, uma mulher apaixonada e ainda suas orações? Isso é o pacote completo — até parece que ganhei na loteria do amor!
Prometo retribuir tudo com meu cuidado, minha presença, meu amor e claro… um monte de beijos, surpresas e momentos nossos.
Negócio fechado, minha futura 'dona'docoração
"Texto que nunca será enviado"
Eu entendi. Não foi fácil, mas eu entendi.
O tempo, as circunstâncias, as escolhas — tudo pesou mais do que o que a gente sente.
E por mais que eu quisesse só continuar sendo alguém leve na tua vida, até isso agora seria demais.
Te ver indo, mesmo com carinho, mesmo com respeito, foi como fechar uma porta devagar, tentando não fazer barulho, mas ainda assim sentindo o impacto.
Você foi importante. Ainda é.
Talvez sempre seja — e tá tudo bem se eu nunca mais puder dizer isso diretamente.
Porque o que a gente sente não precisa de palco, só de verdade.
Eu nunca quis atrapalhar nada. Nunca quis virar um problema.
Mas você sabe… existem pessoas que chegam e ficam, mesmo quando não estão mais por perto.
E você foi uma dessas.
Eu espero, de verdade, que você esteja bem. Que esteja rindo à toa, que encontre paz em tudo que te rodeia.
E se um dia a vida for leve o bastante pra permitir uma conversa sem culpa, sem esconderijo, talvez eu ainda esteja por aqui.
Mas se não… obrigado.
Por tudo que foi.
E até pelo que não pôde ser.
E quando uma música minha tocar,
mesmo que eu não diga,
tem um pedaço seu ali.
Não esperava que a última ligação telefônica fosse um adeus. Amigo, se eu soubesse jamais teria desligado o celular. O pior não foi a sua partida, o mais difícil é que meu coração não consegue aceitar sua ausência. Que sua alma encontre paz, companheiro!
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