Eu te Amo mas Ta Dificil Conviver

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Cada vez mais eu estou convencida que amor de verdade é provido de imensas atitudes e quase nada de palavras.

E se eu aceitar namorar você?

Você promete que não vai me largar? Que vai ser legal comigo, que vai ser o melhor possível! Vai estar ao meu lado todos os dias! Vai me ligar, mandar áudio, whats app, carta, telegrama sempre que der! Vai sorrir sempre que me ver, vai me levar com você aonde for, vai gostar de mim, dos meus defeitos, da minha família e dos meus cachorros. Vai me amar! E se eu aceitar ser sua namorada, você vai querer ser meu namorado pra sempre? Vai casar comigo? Vamos ser felizes? E se eu aceitasse, iríamos fazer as coisas que gostamos de fazer ? Ou iríamos cair na rotina? Ainda existiria festas? Bebida? Amizade? E se eu namorar você? Você vai me namorar também?

Eu não dei por esta mudança
Tão simples, tão certa, tão fácil.
Em que espelho
Ficou perdida
A minha face?

Mostra o teu lado mais mulher, mais ousada, mais provocante. Eu juro que seu lado mais frágil me apaixona, mas é teu lado mais provocante me faz perder o controle

- Esta é a parte onde você me diz que se eu machucá-la, você vai me matar?
- Não. Se você machucar Clary, ela é bem capaz de te matar por si mesma. Possivelmente com uma variedade de armas.

E se um dia os seus motivos pra sorrir acabarem, me avisa que eu te dou os meus.

⁠Desabafo: O medo silencioso de ser vista

Eu sei o que é se sentir refém de uma construção que fizeram de mim. Uma construção que, por muito tempo, me prendeu a um medo constante de ser quem eu sou, de ocupar os espaços ao meu redor. O medo de ser vista, de ser notada, e de como, ao estar em ambientes cheios, os olhares parecem pesados demais para carregar.

Sinto que, em muitos momentos, a insegurança me paralisa. É como se toda minha essência fosse transformada em algo que precisa se esconder. Tento desviar os olhares, encontrar os cantos mais discretos, aqueles onde posso me perder sem ser observada. Onde a pressão de ser vista não me sufoca.

E quem, entre nós, nunca se sentiu assim? Quem, entre nós, nunca se desconfortou com o peso de ser mulher, de ser vista e julgada? O desconforto de estar em um espaço cheio e, mesmo assim, se sentir sozinha, impotente.

Eu sei que esse medo não é só meu. Sei que há outras mulheres que também preferem a invisibilidade, que também buscam lugares silenciosos e discretos, longe dos olhares que nos desconstroem, que nos fazem sentir pequenas. Mas o que me dá esperança é saber que, ao escrever isso, estou falando em voz alta o que tantas de nós guardam. E, ao fazer isso, me permito ser verdadeira, e quem sabe, dar espaço para que outras também possam se permitir.

O que quero agora não é mais me esconder. O que busco é entender esse medo, aceitar que ele existe e, aos poucos, me fortalecer para que ele não me defina mais. E, talvez, juntas, possamos construir um espaço onde todas nós possamos ser vistas sem medo, sem julgamentos, sem a pressão de sermos algo que não somos. O mundo precisa entender que ser mulher, com todas as nossas complexidades e inseguranças, é, sim, uma força.

A luxúria nunca me atraiu, eu gosto de coisas simples, livros, estar sozinha, ou com alguém que me compreende.

A sabedoria só surge quando a consciência do “eu que é a criadora, a causa do sofrimento, é dissolvida

Eu não jogo indiretas, é você que sempre tem o molde da carapuça.

– Eu tenho medo de ferir o coração de alguém.
– Por quê?
Suspirei.
– Porque eu sei como dói.

Eu não quero encontrar a pessoa certa, não, não mesmo.
Quero que ela seja toda errada, toda torta, que venha na hora errada, que entre pela janela ao invés da porta, que chegue em uma data qualquer e sem aviso prévio, que venha despreparada ou chegue atrasada, mas que aos poucos, não queira partir, não consiga ir embora.
Não quero que ela me ame assim que me veja, talvez até que não vá com a minha cara, que me ache de repente superficialmente chata ou antiquada, mas que entenda que gostar ou não de alguém é algo que só depende da convivência e do "se permitir" conhecer o outro.
Não quero que ela veja minhas qualidades de pronto, nem que me ache incrível no primeiro encontro caso eu lhe arranque suspiros, não, não quero, quero sim é que descubra aos poucos o melhor de mim.
Não quero que ela seja irresistível, daquelas pessoas que só de olhar dá vontade de engolir ou pôr no bolso, não isso não, eu quero é alguém a quem eu não queira resistir, com todas as coisas erradas e certas que ela possa ter.
Não quero que ela seja super interessante, quero que ela tenha manias e erros irreparáveis e tudo isso a torne antes de tudo singular.
Não quero a pessoa certa.
Quero a pessoa errada, que vá contra minha racionalidade, aos padrões da sociedade, aí sim, saberei que realmente é pra ser!

❝ Caso não tenha notado,
eu sou estranho.
Esquisito.
Eu não me encaixo, nem quero.❞

Pai, eu sou mau por dentro? Não, mas as camadas de maldade na superfície vão quase até o centro.

Meu livro favorito era, de longe, “Uma aflição imperial”, mas eu não gostava de falar dele. Às vezes, um livro enche você de um estranho fervor religioso, e você se convence de que esse mundo despedaçado só vai se tornar inteiro de novo a menos que, e até que, todos os seres humanos o leiam. E aí tem livros como “Uma aflição imperial”, do qual você não consegue falar – livros tão especiais e raros e seus que fazer propaganda da sua adoração por eles parece traição.

Eu vim de Deus. Não há nada mais para eu fazer aqui! Envie-me de volta para Deus, de Quem eu vim!

Eu

Eu sei que sou romantica,
romantica assumida.
Sou sonhadora e muito iludida com a vida.

Voou longe com mil e um sonho tentando realizar,
pensamentos voam alto e eu não consigo me encontrar.

As vezes eu começo a rir e lembro
de tudo que aconteceu durante o meu dia,
mas as vezes eu choro de tristeza por não ter
feito tudo aquilo que eu queria.

Eu quero ser o símbolo de algo, isso é o que acho que é vencer, quer dizer que você significou alguma coisa. Até onde eu sei Marilyn Monroe conquistou o mundo... ela significou algo.

Mate-me ou aceite-me como eu sou. Antes de ser um homem da sociedade, sou-o da natureza e eu não mudarei.

Se eu gosto de vestidos, saltos e maquiagem? claro. Mas cabelo bagunçado, moletom gigante e música alta é muito mais a minha cara.