Eu sou uma Pessoa Timida
Minha alma escuta
No ritmo surfo
No som me solto
Meu coração acompanha
cada compasso
e cada vibração desperta uma emoção
Que percorre de um braço ao outro
Como um choque eletrico
Cada atómo meu deseja mais
Uma festa interna
Que vaga pela terra
A cada pessoa
que se entrega
é difícil traçar novas rotas quando quem nos acompanha insiste em encarar apenas o retrovisor, sempre de olho no que está lá atrás.
O coração morre lentamente, perdendo as esperanças, como folhas. Até que, um dia, nada resta. Nenhuma esperança. Não resta nada.
Às vezes sofremos só ao imaginar que lugar adorável o mundo seria se nossos sonhos se realizassem.
A adversidade é como uma ventania duradoura. Não quero apenas dizer que ela nos afasta de lugares aonde escolheríamos ir, mas também arranca de nós tudo, menos o que não se pode arrancar, de modo que depois dela nos vemos como somos de verdade, não apenas como gostaríamos de ser.
Estou morta,
Afundando cada vez mais nesse mar que se chama vida.
Hábito um corpo vazio,
Que um dia foi meu.
Você vai fazer amigos (...). Não há dúvida. Será necessário fazer mais esforço para mantê-los do que para encontrá-los, mas posso lhe garantir que é algo que vale a pena ser feito.
Mas o que era a felicidade se não uma extravagância, um estado impossível de se manter, em parte por ser tão difícil de ser articulada?
