Eu sou uma Pessoa Timida

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Quando chamo alguém de ignorante, eu estou sendo mais ignorante ainda por não entender quem eu julgo ser ignorante.

Minha mente cria, e meu sentimento dá sentido ao que eu criei.

Faz parte do meu jeito todo jeito que eu estou sendo.

Aceito quem eu estou sendo,
Aceito a situação que estou,
Aceito as pessoas como elas são,
Aceito a vida como ela é,
Para, através disso, me aceitar a mudar.

Meu pensamento é moldado pelo que eu quero, ele direciona minha mente para aquilo que escolho pensar. Ao pensar no que desejo sentir, passo a vivenciar as emoções geradas por esses pensamentos. Cada sensação que se manifesta, surge daquilo que pensei, e então me questiono sobre o motivo dessa sensação. Tento entender o que me levou a sentir o que sinto a partir do que pensei. E assim, continuo pensando, explorando e refletindo sobre esse ciclo constante entre o que penso e o que sinto.

Quanto mais eu vivo por aprovação social alheia, mais eu me abandono individualmente.

Tudo tem sentido, e ao mesmo tempo, nada tem sentido.


O sentido é aquilo que eu invento e me convenço de ter sentido.


Se eu me convenço de que o sentido é não ter sentido, então não terá sentido nenhum;


Se eu me convenço de que o sentido é ter sentido, então terá todo sentido.


O que eu escolho ver como sentido? É o que eu escolher ver como sentido, e mesmo que eu diga para mim mesmo "nada tem sentido", já estou criando um sentido nisso.


A escolha é minha.

Tudo é como tem que ser. Se fosse diferente, não seria assim. E o que eu vejo e entendo depende de como escolho olhar para as coisas. O que vejo no mundo vem de dentro de mim. Se algo não acontece, é porque não deixei que fosse. No fim, tudo depende de como eu escolho enxergar e viver.

O sentimento que eu gostaria de viver, mas tenho medo de viver, é a vida que eu devo viver.

O outro é apenas um espelho daquilo que eu preciso enxergar em mim.

Para eu entender o outro, eu tenho que me entender.

A vida é leve, um alívio, é solto, é livre;
O peso é só o que eu tento controlar, apegar, segurar, manter, prender.

O que me faz verdadeiramente importante é a importância que eu dou a mim.

Todo problema no sentimento faz parte da interpretação de um problema que eu mesmo criei na minha mente.

Tudo que eu procuro na vida está dentro do meu peito, no sentimento.

De todos conselhos que já ouvi do que devo fazer na vida, o melhor foi eu ter ouvido meu próprio sentimento.

Desde que nasci, eu nunca saí de dentro de mim; porque me iludir então, vivendo para o mundo longe de mim?

Neste pequeno texto, existe o início e o fim. O início do texto, o fim do texto, que é quando eu concluir o mesmo, e a passagem, que é a passagem em que está passando, lendo o texto no agora...


Em referência, é como a vida: o nascimento é o início, a vida é a passagem, e a morte é o fim.


Só que perceba: indiferente de quantos pontos finais dê, nunca é o fim, porque esse texto pode ser modificado, transformado quantas vezes quiser, pela minha mente, por em um papel, em uma parede, por na mente de alguém através do que lê, ou por qualquer coisa. Então, não existe um fim, nem um início, já que eu posso mudar o início e também o fim. A vida é transformação, eternidade, já que, mesmo colocando um fim nisso, eu posso transformar, ler esse texto, essa vida, quantas vezes eu quiser...


A morte nada mais é do que a transformação do fim para um início do agora.

Interpreto o que eu quero, quero interpretar isso.

Primeiro, eu escuto;
Segundo, eu entendo;
Terceiro, eu falo.
Se a ordem é ao contrário disso, ninguém se compreende.