Eu sou uma Pessoa Timida

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Eu te escolhi por causa dos olhos.
Não, por causa da boca...
Não, não - já sei - foi o sorriso.

Mas daí paro e penso: mesmo de olhos fechados,
numa cara amarrada e de bico, te acho linda.

Acho que me apaixonei mesmo foi pela sua inconsistência.
Esse seu poder de ser e deixar de ser tão rápido.
- não cai na rotina. Fico o dia todo te desvendando...

O relógio tocou – naquela mesma hora, mas eu não queria levantar.
Naquela hora de todas as manhãs – eu fazia o seu café, mas não sem antes de afagar demoradamente o seu cabelo. Observava suas sardas – espalhadas, coloriam suas bochechas e seu sono era sempre tão sereno!

O relógio tocou – naquela mesma hora, mas eu não queria levantar.
Sabia que haveria um travesseiro vazio onde era o seu lugar.

Eu não imploro amor.


Meu coração não sabe rastejar
por quem escolhe não ficar.
Amor de verdade tem peso,
tem nome dito sem medo,
tem presença que não vacila
quando o silêncio tenta enganar.


Não peço atenção.
Quem sente, oferece.
Quem quer, permanece.
Quem ama, não faz do sumiço
um teste de resistência.


Cansei de esperar por gestos mínimos, por palavras atrasadas,
por afetos que chegam cansados.


Meu amor é grande demais
para caber em descaso.


Se preciso pedir, não é amor.


Se preciso insistir, é ausência.
E ausência não se romantiza,
se enfrenta ou se deixa.
Prefiro a dor limpa da despedida
à esperança enganosa de quem nunca vem.


Porque amar não é implorar para ficar, é ser escolhido sem pedir.
Sou intenso, sou inteiro,
sou feito de sentimento verdadeiro
e por isso mesmo não aceito migalhas disfarçadas de amor.


Clayton Leite

Eu não faria paisagens com aquela sensação. Ou será que fazia? Por alguma razão, a minha avó instalava-se confortavelmente nas minhas insciências.

O que vocês chamam de ensino, eu chamo de obediência, você não está gerando ideias, está obedecendo ideias estabelecidas⁠

Eu nunca julgo pessoas, eu julgo as ideias delas, e você?⁠

Eu entristecia por Borges, Camões, Jonh Milton, James Joyce, Aldous Huxley, Roberto Bolãno... Ele tocou-me no ombro, era a ternura a falar por si.
- Temos um exemplo ainda mais árduo de limitação que cantou tantas histórias, Beethoven! Se a perda de visão não impediu os escritores de escreverem, imagine compor música sem ouvir... Tentei imaginar o inimaginável.

⁠Quero aproveitar o tempo,
sem me preocupar
com as horas que passam...
Eu quero me perder
no doce balanço da vida!

Eu disse 'oi'.
Ele disse 'oi'.

- epa... um beijo.
depois um desejo. Um desejo de não mais acordar.

Eu quero chuva e frio. Quero chá e café. Quero romance e paixão.
Quero tudo e nada. Quero amar e ser amada.

Sampa faz 472 anos, gigante cheia de decoro.
A outra é Dona Elba, se eu falar a idade eu morro.
São Paulo é história viva, orgulho que sempre floresce,
Elba é minha cúmplice, beleza que não envelhece.


Benê Morais




Eu tenho um conceito sobre o amor: amar é ir além de algo simples; é mais do que admirar um ser vivente. O amor faz com que tudo à sua volta, mesmo em meio ao caos, se torne perfeito, pois a presença daquela pessoa, mesmo em situações difíceis, faz com que você não precise de mais nada além de oferecer o melhor a ela.
É místico, é forte, é sobrenatural e fenomenal. O amor é inexplicável, assim como o futuro é incerto para nós, pois, afinal, só conseguimos senti-lo no presente, sendo um sentimento lindo e prazeroso.

É HORA DE FAZER

Já selei o meu cavalo
Hoje eu derrubo gado
Encostado na cancela
Vou amor com ela
É a moça mais bela
Dessa vaquejada
Ela é desgarrada
Topa qualquer parada
Agora eu encontrei
A mulher que eu sonhei.

Vou arma a minha rede
Bota chapéu na parede
Que é hora de fazer
Ela gemer gemer gemer

Poeta Antonio Luís
8:37 PM 21 de julho de 2016

E se um dia eu não acordar, espero que você se cuide. Se cuide muito.

Antes de você existir eu já te queria, antes de você nascer eu já te amava, em menos de um minuto de nascido já daria minha vida por você.

Eu te odeio.
Odeio seus olhos — esse brilho indecente,
como se não tivesse feito nada,
como se eu não fosse o acidente.


Odeio seus cabelos — leves, ao vento,
caindo no lugar com perfeição,
enquanto em mim só sobrou desalento
e um nó permanente no coração.


Odeio seus lábios — precisos, cruéis,
sussurrando promessas rasas demais,
palavras bonitas, verdades infiéis,
que ficaram presas nos meus finais.


Eu te odeio,
porque tudo em você ainda encanta,
mesmo depois de ferir.


E talvez esse ódio que eu canto
seja só amor
que eu não consigo admitir.

Eu não sei se é amanhã
que você chega em fúria, desgovernada por dentro,
ou se é depois de amanhã
que você parte, levando o silêncio embrulhado na raiva.
Essa incerteza me confessa um medo antigo,
uma alucinação lúcida de quem ama sem controle do tempo.
Não sei qual versão tua atravessa a porta,
nem qual mulher decide ficar ou fugir.
Há dias em que você é abrigo,
noutros, tempestade que não pede licença.
E eu aqui — firme, vulnerável —
tentando decifrar teus gestos antes que virem ausência.
Não sei qual será tua atitude,
mas sei da minha:
continuar verdadeiro,
mesmo quando teu coração oscila
entre ficar hoje, ir amanhã
ou nunca mais voltar depois de amanhã.
Porque amar, às vezes,
é permanecer mesmo sem garantias,
é enfrentar o caos com o peito aberto
e chamar isso, ainda assim, de amor.

Eu comando minha vida, enfrento o desconhecido, corro riscos calculados e me torno quem devo ser.

⁠Se for para servir a Deus ou morrer, que eu morra servindo.

Tudo começa a partir de um "SIM".
SIM eu quero,
SIM eu faço,
SIM eu vou,
SIM eu acredito,
SIM eu consigo.!
Então SIM, você pode.!
__________FranXimenes
05*08*2013