Eu sou uma Mulher Super Perigosa
As pessoas do mundo contemporâneo,não vêm mais o ateísmo como uma monstruosidade que era vista em épocas passadas,atualmente a não crença em divindades se tornou uma condição natural na vida do ser humano,levando em conta o grande desenvolvimento de tecnologias e da inteligência do homem,que contribuíram de forma significativa no ramo da cosmologia.
É um grande paradoxo: uma pessoa não pode ser grande sem ser humilde e não pode ser humilde se não for grande.
Se falta de tempo realmente fosse uma justificativa para não tirar os projetos do papel, somente os desocupados teriam sucesso.
A Paixão me queimou, fria e cruel. Me deu uma surra de ilusão, tola que fui, apanhei, nenhum golpe eu revidei... desgraçada. Um dia, na sarjeta do meu coração, veio em minha direção um melindrado desalmado. Ele que só entendia o que é razão me inspirou algum cuidado, então eu lhe dei a mão. Minh'alma toda machucada, de amar sem ser amada reencontrou a sua sina. Nos seus olhos de um triste castanho claro eu me vi, inteirinha a te olhar, um olhar que só fita à quem se quer bem. Me diga, quem na vida acredita que um homem possa amar? Dividimos a mesma rede, alguns beijos e um breve sonho de felicidade. No caminho primaveras, quaresmeiras e maravilhas, a brisa da matina me achegou até seu colo, um sorriso e uma piada que ainda trago no canto da boca. Foi tão real, mas era só carnaval. Desilusão mais canalha que ilusão, e você me deu as duas, se dissipando na escuridão. Não há ninguém mais sozinho do que aquele que quer ser meu e seu também. Eu quis ser só sua, seu amor dos pés à cabeça e no topo do seu ser dei de cara com a razão, insensata a me conter. Um convite que dessa vez não aceitei. Alguém aí já sorriu na solidão? Sei não. De saudade eu não vou morrer.
Toda atitude impensada e demasiadamente emocional é uma semente do remorso que logo brota e quase sempre revela espinhos.
Cálice
Hei -me aqui na penumbra da noite.
Nem sei que hora bate no relógio, se
Uma, duas, quatro ou três da madrugada.
Hei-me nesse canto, aqui, acolá
Me pondo da sala pro quarto a andar.
Do livro que tenho, de algumas linhas
Não pude passar.
Sento agora no velho sofá,
Cor de sangue, como as lágrimas que,
De quando em vez, não consigo segurar.
Já me arrasto de lá para cá, na lembrança
Da moça que sem pensar, pus-me a matar.
Bebi do cálice, das incertezas
E, ao mal dei lugar, delirei, a matei sem dó.
Não ouvi o seu chorar doído, como criança a clamar.
Sim, bebi do cálice maldito e comi da sopa do inimigo
Servida num prato de nó.
Fiquei gorda, empanturrada de insanas besteiras.
Fui um tolo, sem paz, um péssimo jogador.
Acreditei piamente que me traía, aquele amor.
Não vi a razão, encontrei na loucura,
Um lugar sem fronteira.
Ahh.. Como pude não ouvir aquele choro,
Como pude não pegar em sua mão,
Não olhar nos olhos dela,
Não cumprir o prometido?
Como pude dar lugar, ao medo, a ilusão?
Se era eu o homem em nossa cama,
Como poderia ela me afrontar, se
Tudo o que meus olhos pediam,
Era dela concordar.
Ainda vejo, aqui a mão sua, o seu esforço.
Na mesa do canto, no som da música a voar.
Nas marcas entranhadas no colchão, na pele,
Na alma, a sua ausência, lamentar, nas noites
De luar, quando a moça, corria para a janela
E ponhava a me chamar.
Olha a lua, é cheia, amor.. Que linda que está!
Não existe lua mais bonita que aquelas
Que ao seu lado pude apreciar.
Nem essa que a saudade, vem mostrar.
Se não me rasgasse inteira, o silêncio
Quando encontro seu olhar, algo divino, com ela teria pela vida toda, não posso negar!
Nessas horas o silêncio vem espicular,
Um pouco daquele jeito de olhar.
Será que ainda é de ódio, escarnio,
O desprezo que sublinhei,ou de desespero
Porque a golpei?
Foi no mesmo golpe de incertezas que, provei,
Esse gesto que no fundo matutei.
Ó que atimia, caí sobre essa madrugada!
Que quase sempre segue, além da alvorada.
Na falta da namorada, da mulher,
Que vinha desconfiada,um riso de criança
Me tirava e em nossa cama me abraçava.
Bebi da maldita, me arrependo!
Entreguei seu corpo em sua porta,
No final, da tardinha que sumia.
E sob a lua que ainda lumia
Me apartei dela que ia...
Daqueles dias que eramos dois sóis,
Dado a minha covardia,
Não guardo nem fotografia
Ó.. Quando a encontrarei,
Quando serei de novo um rei,
Uma rainha?
Não sei que hora bate no relógio,
Se uma, duas, quatro ou três,
Se é noite, se é dia.
Invento risos para fugir da agonia.
Se é uma, duas, quatro ou três, não sei.
Não consigo confiar nas pessoas. Talvez seja uma qualidade, talvez um defeito. Mas a verdade é que não consigo confiar. O fato de não confiar me impede de mostrar a minha essência por completo. O que sou capaz de fazer e vivenciar. Sinto por isso. O que as pessoas não compreendem, é às vezes é bom dar a chance ao que é novo, é viver algo ultrapassando limites sem avançar os limites da moralidade.
O amor verdadeiro sempre merece uma segunda chance. Cometer erros é da natureza humana, visto que não somos perfeitos. Conceder o perdão uma única vez é acreditar na evolução do indivíduo. Temos o dever de acreditar, que o amor e a compreensão podem vencer todas as dificuldades. Meu erro foi amar demais, querer demais estar ai com você. Essa vontade louca em te amar, obscureceu meus pensamentos e fizeram o que eu não deveria fazer. Amar demais, errar demais e te perder.
❝ ... a você uma noite serena de paz e tranquilidade ... gratidão e alegria sempre para findar este dia abençoado ... que venha uma semana de muitas realizações ... que sejam de felicidades os nossos dias ... que possamos estar sempre unidos nos fortalecendo na fé e na esperança sempre do bem maior ... superando as provações ... edificando e evoluindo cada dia mais ... recebendo com amor todas as bençãos que Deus nos honra a cada amanhecer! ... ❞
"Qual é a tarefa de todo ensino mais elevado?" - Tornar o homem uma máquina. - "Qual o meio para tanto?" - Ele precisa aprender a entediar-se. - "Como se alcança um tal estágio?" – Através do conceito de dever.
Para ter uma vida perfeita, temos de ser feliz, certo? Portanto, temos de aceitar que não há vida perfeita. Aceitar que o que precisamos é o que temos. E isso já é o essencial.
Somos os opostos que se atraíram. Dois teimosos, impulsivos, corajosos. Sempre formando uma dupla, um par, uma combinação - talvez nada combinado -, e assim, um equilíbrio.
A franqueza é uma arma apontada diretamente para os bajuladores, onde há verdade não predomina calúnia!
O amor não correspondido e como um cacto, e só olhar de longe que já sabe que e uma coisa dolorosa, mas ainda sim você insiste em abraçá-lo para provar seu veneno.
