Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha
Eu te seguiria para qualquer lugar, mesmo que não fosse notado.
A se eu pudesse mudar todas minhas ações e fizesse você acreditar que tudo que eu queria, era do seu lado estar.
Talvez você não saiba, ou eu tenha dito e você não se lembre...
Que coração lindo você tem!
Generoso, amoroso e respeitoso.
Lembre- se!
Tua alma exala perfume de flor,
na distância que nos encontramos...
Eu sinto esse olor.
E quantos sorrisos eu dou...
Eu penso na vida e a vida pensa em mim, como um fogo que acende e mantém a chama. A vida o que é, senão dias que se repetem? Acontecimentos triviais, alegrias e tristezas. E sem saber o porquê estou eu aqui caminhando nesse solo, que é o solo de todos. O que sou? Uma causalidade biológica? O encontro fugidio de dois corpos? E eu me prosto a Deus, sabendo que minha fé é tão pequena, que precisa de livros que a traduzam. Eu admito ser menor do que mim mesma. Um corpo robusto e uma mente famigerada de perguntas. Livros e mais livros. E se leio é mais por vaidade do que interesse genuíno. Quem ousaria expor assim sua própria fraqueza? Educada sim, eu sou. Mas é uma educação polida, construída socialmente. Eu te trato bem, porque é bonito para mim. E então a vaidade novamente fala por mim. Não nego que tenho afeto genuíno, por pessoas que cabem nos dedos de uma mão. Os demais são uma massa amorfa que aumentam as filas no supermercado. Não sou rica, mas também não sou pobre. Mas sou pobre o suficiente para me achar rica. Eu me isolo, para as pessoas se culparem por ter me abandonado. Sim, atrás da minha voz doce há crueldade inimaginável. E o grande paradoxo: eu sou mesquinha, vaidosa e egoísta. Mas escolho a gentileza como filosofia de vida. Eu posso ser má, mas eu escolhi a bondade para viver nesse mundo. Sou porto seguro e um ombro amigo e sincero para todos os momentos. Eis a minha humanidade."
Eu me reinvento no teu abismo profano,
onde o risco é convite e o pecado e bondade.
É no teu caos escandaloso que descubro a alegria
de te querer sem censura, sem defesa, sem pudor.
Teu olhar é incêndio indomável:
devora minhas certezas,
acende delírios que eu nem sabia guardar.
Mulher devastadora,
és fúria e abrigo,
tempestade que rasga e calmaria que permanece.
Teu amor é veneno doce,
embriaga sem pedir licença,
um feitiço lúcido que eu escolho não quebrar.
Teu corpo, território proibido,
transforma cada toque em revolução,
cada beijo em promessa que desafia o tempo.
E quando me entrego a ti,
não sou apenas homem —
sou excesso, sou vertigem,
sou universo em expansão,
desejo livre,
sem limites, sem volta, sem arrependimento.
Eu não gosto de pessoas "boas", para mim são superficiais. Eu gosto de pessoas completas, com anjos e demônios. Por mais que utilizem apenas um lado, pelo menos que reconheçam que em potencial são ambas.
Eu compreendo o seu medo e a sia vontade de viver a vida de todas as formas possíveis, mas nunca vou conseguir entender, somos diferentes, eu nunca gostei do raso e você que experimentá-lo, admito é tentador, mas para mim o raso é muito pouco, eu sou apaixonada pela intensidade que habita em mim, eu estou preparada para viver o profundo e verdadeiro sentimento, eu almejo viver algo que me consuma com o amo puro e verdadeiro, então eu e você não estamos nas mesmas fases e nem vamos da certo assim, porque ambos já escolheram o que querem nesse momento e eu não vou esperar você mudar de ideia ou o seu amadurecimento, pois o mundo não acaba em você e o tempo passa em um piscar de olhos, pode demorar dias, semanas, meses ou até mesmo anos, mas eu vou encontrar a minha metade e pode até ser você, mas enquanto isso eu vou continuará viver ...
Eu odeio
Eu me Odeio
Odeio as pessoas
Odeio a burocracia
Odeio ter que estar no meio disso tudo
Eu Odeio meu cabelo
Odeio meu corpo
Odeio minha mente limitada
Odeio meu sapato que faz barulho quando eu piso
Eu Odeio propagandas
Odeio anúncios
Odeio que me desperte algum interesse
Odeio que me façam ver isso tudo
Eu Odeio a comida
Odeio ter que comer pra viver
Odeio os doces
E Odeio que eles sejam tão gostosos
Eu Odeio a vida
Odeio o sol
Odeio a chuva
Odeio a terra que suja minha calça
Eu odeio meu trabalho
Odeio ajudar pessoas ingratas
Odeio ter que fazer tudo isso pra ganhar dinheiro
E odeio nunca ter dinheiro pra pagar as contas
Eu odeio meu descontrole
Odeio minha irresponsabilidade
Odeio minha compulsividade
E odeio quando a vida joga isso na minha cara.
Eu Odeio tudo
Odeio todos
Odeio odiar tanto assim
E me Odeio ainda mais por isso.
Hoje você se vai, finalmente eu diria
Sem imaginar a falta que faria
Sem ao menos saber o quanto doía
Ver sua despedida
Vá feliz e sem remorço
Sei que por mim fez muito esforço
Tentou, tentou e não suportou
Até que a mente exausta te calou
Eternamente teras meu coração
Mesmo que so ocupes um canto na escuridão
Autotitulado “Minha verdadeira paixão”
Ou melhor “Dona do meu coração”
Espero te ver sorrir
E lembrar o quanto doeu te ver partir
Mas lembrando que amar é deixar ir
Sem nem mesmo impedir
Nunca aceite menos que eu te dei
Não aceite menos que eu te tratei
Dessa vez nao posso voltar a te procurar
Pois jamais conseguirei te reencontrar
Agora sigo minha vida
Sabendo da sua existência e lembrando da partida
Meu sonho um dia vou realizar
E uma carta escreverei para te contar
Há um silêncio entre as horas que só o teu nome sabe preencher; nele eu deposito todas as palavras que o medo não deixou nascer. Teu riso é mapa e abrigo, e eu me perco feliz nas curvas suaves do teu olhar, onde encontro a promessa de um dia inteiro de paz. Cada gesto teu acende um farol dentro de mim, e eu navego, sem pressa, guiado por essa luz que é só tua.
És amada pelo meu amor com a força das marés que não se explicam, apenas obedecem ao chamado da lua. Amo-te como quem guarda um segredo sagrado: com reverência, com ternura, com a certeza de que o mundo inteiro cabe num suspiro teu. Quando penso em nós, vejo um jardim que floresce mesmo nas noites mais frias, porque teu afeto é sol que não se apaga.
Quero ser o lugar onde repousas quando o cansaço pesa, a voz que te lembra que és inteira e preciosa, o abraço que traduz em silêncio tudo o que as palavras tentam dizer. Prometo cultivar teus sonhos como quem rega uma planta rara: com cuidado, paciência e alegria. E se algum dia a dúvida vier, lembra-te deste verso simples: meu amor te escolhe, hoje e sempre.
Fica comigo nas pequenas coisas — no café da manhã, nas músicas que dançam pela casa, nas conversas que viram madrugada. Fica comigo nas grandes promessas também, porque o que sinto por ti não é fogo de passagem, é lenha que aquece e constrói lar. Te amar é aprender a ser melhor a cada dia, é descobrir que a vida tem mais cor quando és parte dela.
Eu só to mal.
Será simples?
Será saudade?
Será chatice?
Parece tantos motivos para me fazerem querer desabar, mas ao mesmo tempo, só um em específico.
Eu me sinto frustrado.
Eu me sinto insuficiente.
Eu me acho sem graça.
Eu me acho desinteressante.
Eu só queria conversar mais.
Eu só queria que gostassem mais de mim.
Queria ser uma bom filho.
Um bom amigo.
Um bom abraço.
Uma boa conversa.
São tantas coisas, tantas micros histórias. É uma de 3 anos, é outra de meses, e em nenhuma, eu abandono o papel de figurante, de parede.
Eu nunca pensei que me importaria de fato em ser o preferido, mas eu me importo muito. Não é que era cansativo, eu só tinha medo de desagradar, de me verem demais e perceberem que eu nem sou tudo aquilo.
Nada funciona. Eu edito minhas fotos, eu sorrio até pro vento, rio de piadas sem graças, do atenção a banalidades, estou ali, mas nunca sou eu! Ninguém me percebe completamente.
Eu nem sei mais o que falar.
Eu achava que eu era fria. Achava que não precisava do amor, que meu coração tinha aprendido a sobreviver sem se abrir. Eu dizia isso com certa firmeza, como quem repete uma verdade para não encarar o vazio. Mas então você apareceu, e tudo o que eu achava que sabia sobre mim começou a se desfazer.
Quando pensei em você, pensei em presente. Não por obrigação, mas por cuidado. Fiquei me perguntando do que você mais gostava, tentando entrar no seu mundo. A camiseta do time surgiu quase sem perceber, e eu ri sozinha pensando: “como não pensei nisso antes?”. Talvez porque amar seja isso prestar atenção.
Te vi pela primeira vez e me apaixonei. Não foi barulhento, foi silencioso. Um reconhecimento. Como se algo em mim dissesse: é aqui. Nosso primeiro beijo foi no cinema. O filme era de terror, e eu estava assustada, mas você segurou minha mão, beijou meus dedos, acariciou com calma. Ali, no escuro da sala, eu me senti segura. Foi meu primeiro beijo que não pediu nada além de presença.
Foi meu primeiro date. Meu primeiro carinho sem sufoco. Pela primeira vez, o afeto não me prendeu me acolheu.
E não foi apenas um final de semana. Foram idas e vindas, beijos repetidos, carinho constante. Foi esforço. Foi escolha.
Eu te tocava com cuidado, fazia massagem no seu corpo, te dava beijos como quem aprende uma língua nova a do afeto sem medo. Com você, meu corpo não pediu defesa. Ele descansou.
O tempo está frio, nublado, com chuvinhas finas. Você está distante agora. E dói. Mas há algo que ninguém pode me tirar: eu vivi isso. Eu senti. Nunca vou te esquecer. Estou aprendendo a viver sem você, e enquanto a chuva cai, as lágrimas escorrem dos meus olhos. Mas não são só de perda. São de descoberta. Porque foi com você que eu descobri que havia amor em mim. Compaixão. Doçura. Presença. Talvez essa história nunca tenha sido só sobre nós dois. Talvez, no fundo, sempre tenha sido sobre mim sobre quem eu me tornei ao permitir sentir.
E isso, mesmo doendo, é para sempre.
Querida
Pra que quer achar culpado
Não temos culpa querida
Você não conseguia gostar
Eu ficava com minhas cartas
Minhas flores
E meu amor a deriva
Enquanto você se ausentava
Rezando pra que eu te vangloriasse
Ilusório
Não posso
Não sou seu brinquedo
Me desculpa querida
Estou indo
E joguei as cartas, as flores
E chocolates no lixo
Espero que entenda.
Jean César
Mulher de chapéu e não nego
Me orgulho em ser caipira
Estado que eu nasci
Defendo com alegria
Não aceito falatorio e desrespeito a minha tradição
Nasci com a música no sangue e o sertanejo no coração.
Muitos não me conhecem e tenho orgulho em dizer
Sou caipira com prazer.
Eu não quero que você vá embora.
A gente fica se perguntando o que tá acontecendo e como vai findar tudo isso, e acho que eu já sei responder.
Pouco difícil falar, mas você me ensinou que e bom expor o que se pensa, né?
A gente gosta da companhia um do outro. Isso faz bem.
Um dia após outro até que vira um sentimento maior, sem explicação.
Desses que nos tira o sono na madrugada.
Desses que nos faz sonhar, querer estar perto. Perto sempre, bem mais do que já estamos.
Perto como ficam nossos corações quando nos abraçamos.
Eu cresci ouvindo que querer não é poder e ontem a noite ouvi novamente.
Ouvi de você.
O certo é a gente se afastar agora, né?
Mas será que é certo abafar essa vontade, sufocar ela e fingir que não existe?
Eu não quero que você vá embora.
Mas é inevitável né?
Daqui um mês você vai e o que hoje é vontade vai dar lugar pra saudade, que por sua vez é mais complicada ainda.
Porque enquanto é vontade dá pra resolver, dá pra estar perto ou ficar junto, basta querer.
E a saudade machuca, complica. Porque envolve a distância e a distância costuma atar as mãos.
Eu não quero que você vá embora.
Porque não quero que a saudade more aqui do lado. Ela não vai cantar altas horas da noite pra me fazer dormir.
Você canta e isso nunca me incomodou.
A saudade não vai sorrir vez ou outra quando passar por mim.
Vai fazer companhia, mas não será agradável como a sua.
Ela nem pode massagear minhas mãos.
E quando ela me abraçar, vai doer.
A saudade não vai nem passar a senha do wi fi. Tá vendo que chata que ela é?
Mas é inevitável e como diz Matheus e Kauan: "Já não me alcançam as palavras não, pra lhe explicar o que eu sinto e tudo que você está causando em mim".
Parece que não tem nada que eu possa fazer pra você ficar, né?
Mas deixa eu aproveitar o tempo que me resta?
Me faz companhia? Pelo menos pra eu ter saudade de algo que foi bom, que existiu e aconteceu aqui, entre eu e você.
Imagina a gente carregar dois sentimentos feito o arrependimento e a saudade por tanto tempo. Anos talvez.
Hoje eu posso responder as perguntas difíceis que surgem quando estamos juntos, daqui alguns anos talvez eu não possa mais.
Eu não quero que você vá embora, mas se você for, cante por lá. E se os vizinhos reclamarem, cante mais alto ainda, como se eu pudesse escutar. Eu vou lembrar de você toda vez que aquela música tocar.
Eu só não consigo entender porque é que deixei todo esse tempo passar, se você esteve aqui do lado por um ano e só agora que vai embora que eu fui notar.
Não vai embora não.
Fica aqui comigo, me abraça e deixa eu ficar pedindo pra que fique.
Porque o tempo tá passando e é impossível não pensar nisso.
Quando você tá comigo o tempo parece que para. E agora eu não sei mais o que dizer.
Mas me abraça, que com certeza meu coração vai saber.
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Eu acordo tranquilo a cada dia que passa, de ter a responsabilidade de dar continuidade em minha vida profissional e pessoal. Sempre com meus princípios e doutrina. Sigo caminhando em linhas tortas, porém sabendo me equilibrar e me esforçando para manter meu caráter até pegar o caminho certo.
