Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha

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Sou ainda autora e criadora de projetos educativos, livros e materiais que aproximam ciência, cidadania e proteção social , porque educar é plantar futuro.

"Não sou prepotente nem antissocial, mas evito certos diálogos, pressentindo — sem qualquer previsão — que minha essência é uma ilha de luz navegando além da compreensão."

"Não sou viciado em você, sou apenas um entusiasta das péssimas decisões."

“Não sou um homem de me arrepender. Se foi bom, foi rock and roll. Se foi ruim, foi algo que pensei ser amor. Se foi errado, provavelmente foram os dois ao mesmo tempo.”

"Nunca liguei para o tipo de presente, mas adoro quando sou lembrado. Feliz Natal."

A cada dia sou surpreendido pela decepção que surge quando as certezas sobre as pessoas se revelam ilusões.

Sou pele em alerta,
respiração aberta,
fome que aprende teu nome no escuro.
Cada aproximação tua me rasga por dentro,
sem ferir — só abrindo.

Não troco minha autenticidade por nenhum tipo de aprovação. Entendi que sou única e especial. Opiniões alheias jamais irão moldar quem sou.


— J.

⚘ Fragmentada...

Sou feita de
sonhos interrompidos,
excesso de sentir
e a teimosia de ser
simplesmente assim.

Sou feita de
lágrimas sem motivo,
pessoas guardadas no coração,
impulsos intensos
e lealdade absoluta.

Sinto falta
do que não vivi,
do que passou despercebido
e do que ficou em mim.

Já fugi,
já sorri para não chorar,
já desisti antes de tentar.

Tenho saudade
de quem fui,
de quem perdi.
E, mesmo assim, continuo
aprendendo, com cada
pedaço de mim.

– J.

⁠Reticências


Será que sou muito esperançosa?
Por esperar o inalcançável,
acreditar no impossível?
Ou apenas sou corajosa
ao sonhar com um futuro tangível?


Não entra na cabeça
a ideia de te perder,
de te ver com outra,
de deixar de te amar.
E pensar que, quando te tive,
não soube lidar.


Mas me entenda:
você foi tudo,
foi tanto
que transbordei.
Peço perdão pela última vez
pelo amor que desperdicei.


Agora, luto ao ver seu sorriso,
luto, pois ele já não é causado por mim.


Ainda insisto em nós,
pois ainda vejo algo em seu olhar,
algo que percebo desde a paixão.
E desde então,
as pessoas ao seu redor
vêm mudando,
e você se reinventando,
mas isso em ti permanece,
mantendo uma pequena brasa
que, pouco a pouco, nos aquece.


Insisto, pois sei que ainda existe algo,
algo profundo, não tão visível como antes.
Mas, se reparar um pouco demais,
como eu reparo,
notará que, mesmo com outro alguém ao seu lado,
nossa conexão permanece imutável.


Notará que o brilho em seu olhar sobre mim nunca deixou de existir.
Notará que não é infidelidade,
mas uma involuntária sensação de não querer partir.


Não nego:
ainda te amo,
ainda te espero.
Mas me calo.
Demonstro em sorrisos contidos,
em olhares desviados,
ocupando discretamente
teus espaços.


Se estivesse no meu lugar,
saberia como é fácil te amar.
Você torna a paixão simples,
a poesia inevitável.
É a perfeição humana,
vislumbrada
num instante raro,
que tive o privilégio de ver
sem qualquer amparo.


Falo de você para todos,
não como algo que passou,
mas como algo a se perpetuar,
pois acredito que não chegou ao fim.


Dizem que as mais belas histórias de amor têm um ponto final.
A nossa, porém,
teve sua pertinência.
E, ao invés de um ponto,
escolhemos
as mais honestas e dolorosas
reticências.

Sou intensa demais pra viver de migalhas

Não estou quem sou. Sou de fato. A minha acomodação não pode ser confundida. Não sou resignado nem me olho com resquício de alguma insatisfação.

Sou um ateu ativo. Vim do amor e ao amor voltarei.

LEVEZA

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Agora sou de algodão;
já fui de aço,
mas o peso do passo
me afundava
no próprio chão.

DE GRAÇA

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Quem achar que me usa, comprou algo errado,
e não sou esse algo, pois não me vendi,
se me dei foi de graça e de afeto sincero
num agrado espontâneo do meu coração...
Como não me vendi, não sou algo de alguém,
me retomo e reponho meu eu no lugar,
pelo bem do sentido que agora não faz
pro meu dom de me amar como a quem faça jus...
Ao achar que me usa, quem achou se perde,
pois me perde no vácuo dessa pretensão,
retenção não combina com laços humanos...
E se não me vendi, não sou algo e sim quem,
vou em busca de alguém que me ache aqui dentro,
que me leve de graça e veja graça em mim...

Sou piauiense de nascimento, mas herege por vocação climática: gosto do frio, não sou calorenta, e isso me coloca numa categoria à parte, quase teológica, entre os meus conterrâneos.

Não sou ludibriada.
Vivo a realidade das coisas.

Sou peregrino nesta terra, vim para crescer, evoluir e completar a carreira. No tempo do Pai, voltarei para Casa.

Sou meu próprio diabo, enforcado na minha auréola e afogado em minhas asas.

E sei que você me quer de volta
É hora de encarar os fatos
Que sou aquela que foi embora
Deus sabe que seria preciso outro lugar, outra época, outro mundo, outra vida
Graças a Deus encontrei o lado bom em dizer adeus