Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha

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Eu só quero me livrar das coisas que me atrasam, que me impedem de seguir em frente, que me puxão para trás, tirando o sorriso do meu rosto e me fazendo retroceder.
Está na hora de criar uma nova história, rasgar as páginas do sofrimento, e fazer um livro de recomeço. Criar minha própria história e ser a personagem principal, e ter o poder de modificar a tragetória no momento que eu estiver percorrendo caminhos tortos, modificar no transcorrer que a história se desenvolve e traçar uma unica Linha: Linha que me leve para o caminho da felicidade.

Como dizer eu te amo? Se estamos separados.
Como dizer que te amei? Se ainda te amo.
Como vou te esquecer? Se viver sem você é quase impossível.
Volta para mim, por favor!!!

Eu quero escrever, mas não sei se eu posso.
Eu quero demonstrar, mas não sei se eu devo.
Queria eu poder demonstrar ao mundo tal amor, tal ódio.
Poderia talvez gritar a todos minha felicidade,
e esconder de tudo tamanha saudade.
Eu necessito de um afago, de um beijo, um carinho.
Preciso ver seus pequenos olhos para os meus sorrindo.
Eu não sei se posso mais escrever coisas belas...
Eu não sei, talvez eu saiba sim...um sorriso sincero de um
estranho realmente me destes, destes lágrimas, destes choro,
deste uma volta por cima.
Eu sei, eu realmente descobri... obrigada meu grande anjo por estar aqui.

Estou esperando faz tanto tempo aqui
Mas agora parece que o momento chegou
Eu vejo as nuvens escuras vindo de novo

Correndo dento da monção
Além do mundo
Para o fim dos tempos
Onde a chuva não machuca
Combatendo a tempestade
Dentro do azul
E quando eu me perder, eu pensarei em você
Juntos vamos correr para algo novo.
Através da monção
Só eu e você

Uma lua crescente some da minha visão
Eu vejo sua imagem nesta luz
Mas agora ela se foi e me deixou tão sozinho
Eu sei, eu tenho que te encontrar agora
Posso ouvir o teu nome, não sei como
Porque não podemos fazer dessa escuridão o nosso lar?

Eu posso ficar chorando 1 mês inteiro! dia após dia, mas eu vou poder falar que eu tentei e fui até o final! E que foi por algo que realmente valeu a pena na minha vida . Independente da resposta .

Eu cavo
Tu cavas
Ele cava
Nós cavamos
Vós cavais
Eles cavam.

Não é bonito; mas é profundo

O que eu tenho pra mim,ainda é pouco.
Eu me rasgo,pra me caber em algo mais.

Eu sei bem. E sei que você mente também. E sei que a gente se atura porque perder pessoas é muito triste.

Pensar em tudo que um dia eu fiz por você, é talvez se eu tivesse racional não faria, porque você sempre foi a minha irracionailidade, sempre fugi das minhas regras quando estava com você, era inesplicável, bastava chegar perto que a minha irracionalidade entrava pela porta e a racionalidade saia pela janela. As vezes penso que não faria se fosse hoje, mas ai refltito mais um pouco e vejo que foi bom pelo simples motivo: ARQUIVEI COMO EXPERIÊNCIA.

Quando eu tô superando sempre aparece um vestigio pra mim derrubar.

E a cada dia eu passo a desacreditar e esperar menos de você.

Eu estava instalado no vazio.

Mesmo que eu pudesse voltar atrás
Não adiantaria pois os erros que cometi
São para serem lições de vida

Sei que errei quando tentei te mudar
Sei que errei ao apontar seus erros
Mas queria que soubesse que o que me diz
É verdade
Pois cada um faz suas escolhas
E ninguém consegue mudar ninguém de uma hora para outra

Espero que saiba o que está fazendo
E que nunca se esqueça de que um dia você teve um amigo que errou
Ao tentar te mudar

Só espero que a solidão nunca tome conta de você
Pois isso é o que eu menos quero

Sempre serei seu amigo
Não importa o que aconteça
E não importa a distancia
Você sabe onde eu estarei...

Hoje eu quero a rosa mais linda que houver
E a primeira estrela que vier
Para enfeitar a noite do meu bem

Dolores Duran

Nota: Trecho da música A noite do meu bem.

Gostaria de...
Voltar ao passado e concertar o que eu fiz de errado.
Poder dizer que te amo.
Fugir do mundo para esquecer dos problemas.
Gostar de quem gosta de mim.
Fazer o que gosto,sem ouvir criticas.
Conhecer o abismo mais profundo:meu coração.
Mergulhar nas águas frias do meu espirito.
Mudar o que já está determinado.
Achar a razão de viver e ser feliz.

Minha vida é como um labirinto, eu acho continuamente que saí, apenas para encontrar outro corredor bem na minha frente.

Tenho um afeto por coisas simples. Nesse ponto eu maravilho! Gosto de dar ao amor costumes de sorriso. O sorriso é um delírio de ser. Ele é estado. O amor honra a sua significância. E regozija no sorriso cúmplice.

Eu pego tudo o que estou sentindo, tudo o que importa para mim.

Guardo tudo isso no meu punho e eu luto.

Ando na fase dos nãos. Talvez eu não quisesse passar por isso, mas ainda não encontrei um atalho, um desvio qualquer que fosse, desse tal destino que nos é entregado sem qualquer opção de escolha. Odeio o destino, odeio não ter controle, odeio não poder escolher os dias sem compromisso, os encontros que poderiam esperar pelo momento certo. Acredito que Deus tenha feito um ótimo trabalho com o mundo, mas e eu? E o mundo com milhões de “eus” e “outros” que carrego dentro do corpo? E os dias em que chove e meu pneu fura a mais de 50km de casa? E os domingos tão pacatos em que não saio e nem ao menos consigo escrever? E os compromissos em que me atraso porque não consegui decidir por uma roupa? Eu penso sobre inúmeras coisas. Penso se da mesma forma que eu olho o céu procurando Deus, será que alguma vez Ele olhou para baixo me procurando? Será que Deus orou para seu Deus por mim? Que fé Deus tem em nós? Por que essa dolorosa fase dos nãos? Do meu não-sentir, não-pedir, não-ir, não-falar, não-acreditar, não-seguir, não-responder, não-suplicar. Não arrisco, porque eu não tenho mais nenhuma crença. Não duvido, porque até o perigoso pensar das dúvidas me incomoda. Não olhar, não retribuir um olhar que me fita com alguma esperança. Não ser recíproca, porque eu tenho tão pouca coisa para dar, para partilhar, embora que o outro tenha tanta miséria também, mas ter um monte de nãos na boca, nos gestos, no falar, não é ainda mais miserável do que qualquer outra coisa? Não ir, não estar pronta para os novos amores e amigos. Não cogitar uma mudança. Não dar a possibilidade de chegarem muito perto. Não dormir, ter medo do escuro. Não acordar, ter receio da luz que pode mostrar as marcas da minha face. Não responder, dizer uma besteira que me faça ainda menor, ainda mais negativa. Não mexer, não limpar, não se desfazer das cinzas que transbordam o cinzeiro, da poeira que se agarra com as unhas nos quadros da sala, da maresia que deixa o vidro da janela encoberto, das frutas que amanhecem por dias seguidos sobre a bacia na mesa, das manchas de café na camisola ou no chão do escritório. Não dizer não ao não. Me acomodar a essa vontade do não mudar, do não orar por qualquer salvação.

"E é aí que eu caio na gargalhada. Eu estou ficando doida e o pior: Eu acho graça disso. E daquilo. E dele. Ah, como acho graça nele... Eu acho tudo nele. Até a mim".