Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha

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Talvez você se sinta fraco, então faça o que o Senhor lhe manda fazer.
Diga o fraco: eu sou forte!

⁠Ainda que o homem em si me despreza, fingindo não me ver, mas feliz sou eu, que CRISTO me escolheu, sendo eu insignificante desprezado, que nada é, para ser alguém no coração de DEUS.

"Eu não sou a minha fonte. Tudo o que tenho, tudo o que sou e tudo o que alcanço vem do Senhor.
Nada em mim é autossuficiente;
minha força, meu sustento e minha vitória têm um único nome: Jesus Cristo.
Ele é o Dono de tudo, e eu sou apenas o vaso que carrega a graça que d’Ele transborda."

Sou Eu, o Senhor dos exércitos,
Aquele que chama à existência o que não existe.
Sou Eu que tiro da sepultura quem o mundo já esqueceu.
Sou Eu que coloco de pé o que todos disseram que acabou. Miriamleal

“Sou Eu que te faço viver — e quando Eu dou, Eu dou mesmo!”


Não é remendo, é renovo.
Não é disfarce, é milagre.
Não é força humana, é o Meu poder soprando dentro de ti. Miriamleal

Sou um renascentista


Talvez eu tenha nascido fora do tempo,
mas minha alma caminha pelas ruas de Paris.
Não as ruas apressadas do turismo,
mas aquelas onde a madrugada ainda cheira a vinho, tinta e papel.
Onde os músicos tocam como se o destino dependesse de um acorde
e os poetas bebem a lua em silêncio.
É ali que existo — entre o som e a palavra,
entre o piano e o abismo.
Sou um renascentista: músico, poeta, pianista.
Vivo entre o sagrado e o profano, entre o vinho e o verbo.
Cada nota que toco é um pedaço de mim tentando renascer,
cada verso, uma confissão que o tempo não conseguiu apagar.
Não bebo para esquecer, bebo para lembrar —
que a vida, como a arte, é feita de breves eternidades.
Quando sento ao piano, sinto Paris me ouvir.
Os fantasmas de Debussy e Ravel espiam por sobre meu ombro,
e o Sena, lá fora, parece repetir minhas notas nas águas.
O poeta em mim escreve o que o músico sente;
o músico traduz o que o poeta pressente.
É uma comunhão silenciosa entre o som e o pensamento —
a forma mais bela de loucura.
Ser renascentista é não aceitar a indiferença dos tempos modernos.
É crer que a beleza ainda pode salvar,
que o corpo é templo e o amor é arte.
É brindar com o vinho e com o caos,
com a esperança e o desespero,
porque tudo o que é humano é divino quando há música no coração.
Sou um renascentista.
Poeta, músico, homem que vive nas ruas de Paris —
onde o tempo se curva diante de um piano,
e o vinho se torna prece nas mãos de quem ainda acredita
que a vida é, acima de tudo, uma sinfonia inacabada.

Não sei de que lugar eu pertenço. Em que área eu me localizo, de onde venho ou quem sou. Vivo na incógnita da vida. Nos profundos e intensos mistérios que ela me reservou. Apenas me refaço a cada segundo e sobrevivo intensamente a cada momento. Rita Padoin

REFLEXO DA VIDA

O que importa o que sou? Importa quem eu sou imaterialmente. O que fiz, faço e o que ainda posso fazer para com as pessoas. É o que mais faz sentido hoje. Doar-se.

O que importa é como eu trato as pessoas e como convivo com quem amo. Como luto pelo bem-estar das pessoas. É como um espelho que reflete. Se elas estão felizes também estou. É o meu ideal de vida. Batalhar para as coisas darem certo, para as pessoas terem o direito a algo que já pertencem a elas.

Lutei contra muitos, me magoei na maioria das vezes. Chorei até secarem todas as lágrimas que tinha dentro de mim. Nadei contra a maré muitas vezes sem me cansar. Mas, nunca desisti de lutar. Nunca. Sempre me defrontei com muitos obstáculos, mesmo assim venci todos. Conquistei muitas coisas e outras ficaram para trás por motivos que não consigo descrever aqui.

Terminei sendo alguém que por ações pouco consegui avançar, porém, que profundamente procura expor o que sente através das palavras. As palavras escritas e publicadas jamais serão destruídas ou mesmo vencidas.

Elas serão imortais e exprimem sentimentos que brotam das profundezas ocultas do meu íntimo.

⁠Eu me adapto em qualquer lugar, com qualquer pessoa e em qualquer momento. Sou adaptável como a água. Escorro, contorno, infiltro, desliso, tropeço e acabo sempre me encontrando com o meu destino.

Se sou romântica? Extremamente romântica. Sem essa força poética, quem seria Eu?

Eu sou o teu amigo, não pelo bem que possuis. Mas pelos conselhos, pela companhia, pelo sorriso, pela honestidade e pela confiança que há entre nós.

Sou bastante criticado por ser sério, calado e observador.
É que eu aprendi que o sorriso e as palavras enganam,
O olhar não.

Eu corto o laço,
Não sou obrigado a provar veneno,
Em taça de desrespeito de senhor ninguém.

Eu corto o laço,
Não sou obrigado a provar veneno,
Em taça de derrespeito de senhor ninguém.

Eu sou fruto de um absurdo,
Do que é mais valioso no mundo,
Talvez você não entenda,
mas sofra por não ter.

Logo eu que não sou a favor do tabagismo,te trago na mente.

Fui acusado de ser sensível demais, e eu aceito a acusação, ainda bem que sou movido a emoções.

Eu — eu mesmo:
sou aquele que, de si,
tudo e nada sei.
O que não deveria saber,
ainda assim, sabendo,
de mim quero o bem.

SaMarSi


Eu sei quem sou.
A sua opinião não é necessária.


Não escrevo para receber curtidas.
Basta que leiam.


Quero provocar.
Mexer onde ninguém toca,
onde o véu permanece
e a ilusão toma conta.


Quero apenas que saiam
da zona de conforto
e encontrem o “eu” oculto.


Se você leu
e se incomodou, de alguma forma,
com o que escrevi,
então eu consegui
o que eu queria.

Entre dois mundos


Não sou do tipo “normal”.


Mas eu sempre tive histórias
que não cabem no comum.


Logo depois da adolescência,
vivi algo que nunca esqueci.


Acordei…
ou achei que acordei.


Levantei da cama
e caminhei até a porta do quarto.


Tentei abrir.
Uma vez.
Duas.
Várias…


Nada.


Foi então que, sem entender,
olhei para trás —


e me vi.


Deitada.
Dormindo.


Havia duas de mim no mesmo espaço:


uma presa no corpo,
outra presa no quarto.


Me aproximei devagar…
como quem teme atravessar um espelho.


Tentei me acordar —
toquei, chamei…


mas era como tentar alcançar o vento.


Voltei até a porta.
Insisti mais uma vez.


Nada.


Então desisti.


Voltei para a cama.


Sentei ao meu lado
e, meio irritada, meio rendida, falei:


— Já que não consigo sair…
vou ficar aqui,
esperando você acordar.


E esperei.


Sem saber o que havia lá fora,
sem saber se alguém poderia me ver,
sem saber, sequer,
onde eu realmente estava.


Depois…


acordei.


Como se nada tivesse acontecido.


Mas, aos poucos,
as lembranças foram voltando —
como ecos de um lugar
onde ainda existo.


Nunca entendi
por que fiquei presa naquele dia.


Mas entendi outra coisa:


eu vou.
Vou a lugares,
tempos,
dimensões…


E, às vezes,
nem preciso estar dormindo.


Sempre vivi
entre dois mundos.


E, por muito tempo,
tentei negar isso.


Fingir.


Me encaixar.


Ser outra.


Hoje, não.


Outro dia, disse
a uma das minhas Pessoas Favoritas:


— Eu sou assim.
Ou me aceita…
ou não.


Ela ficou.


E, desde então,
não questiona mais —


admira.


Talvez porque, no fundo,
todo mistério só assuste
até encontrar
quem não tenha medo de olhar.


E eu aprendi:


não existe calmaria
sem a coragem da verdade.🌙