Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha
Corpo de mulher, com sorriso de menina.
Um riso contagiante...
ela é a dona da voz que me fascina.
Misteriosa como toda mulher
as vezes doce como toda menina.
Tem dias que conheço você
mas milhares de sensações já pude ter.
Teve raiva, teve riso, me senti acolhido,
mas também senti desabrigo.
Hora me puxa pra você,
Hora parece nem querer.
Fico confuso, sem saber o que
fazer. Devo seguir ou devo correr?
Tenho vontade de acelerar,
mas é preciso saber se haverá
estrada pra continuar.
A sua boca me instiga, seu corpo
me alucina, sua inteligência me fascina
e o seu jeito..., esse sim me intriga.
Dia brava, dia calminha, quem é o louco que vai dizer que isso não alucina?
Companheira na madrugada,
companheira durante o dia.
Ei, será que ainda vai me
acompanhar pra toda vida?
Vontade de te colocar no colo
e fazer cafuné até amanhecer,
Abraçado com a mulher que
eu amo de todo o meu ser
a cabeça pede explicação mas o corpo entra em erupção com tal sensação...
mas no fim, o que será que vai acontecer?
será que vale mesmo apena pagar pra ver?
no que isso vai dar ? não sei dizer.
mas hoje, com toda certeza, eu posso falar
eu amo muito você.
agora só resta saber...
vai ficar ou vai correr?
Jeito de menina, quase mulher...
extremante linda, sem igual...
simpática alem da conta,fora do normal....
sincera do mesmo jeito...
impaciente, palmeirense doente...
canta, grita e berra, desfaz a princesinha...
ainda bem que ela surge no outro dia.
A menina de cabelos dourados e boca cor de melancia.
Certo dia ela se apaixonou e sofreu.
Anos depois ela se apaixou, sofreu, sofreu.
Não teve medo de amar de novo.
Em um dia lindo de prima-vera ela amou, amou e não sofreu mais.
Neste poema, minha menina, deixo escrita a verdade:
Se um dia você o ler, peço toda a sua atenção e sinceridade.
O que nunca tive coragem de te dizer cara a cara,
Hoje transformo em versos, pois a alma declara.
Sim, eu te amei não duvide, não negue, não tema.
Não foi por anos de história, mas por cada detalhe do teu poema.
Me apaixonei pelo teu jeito, teu sorriso, teu olhar,
Pelos pequenos pedaços de ti que aprendi a admirar.
Em tantas noites pedi a Deus, entre lágrimas a rolar,
Implorei que te trouxesse pra perto, que me deixasse te amar.
Nunca quis só teu corpo, algo simples e vazio,
Queria teu todo, teu mundo, teu abraço macio.
Orei aos céus, aos deuses que a imaginação desenhou,
Chorei até que a dor cansada em silêncio se calou.
Te esperei por mais tempo do que eu deveria,
Mas no dia 31 de dezembro, quando o ano termina, te deixo… finalmente, eu diria.
Guardarei um espaço enorme no meu coração,
Mesmo que você ocupe só um cantinho na escuridão.
Se um dia nos reencontrarmos e meu sorriso surgir,
Se meus olhos brilharem nos teus… estarei pronto pra te seguir.
Mas se décadas passarem e meu peito não balançar,
Se meu olhar não tremer ao ver o teu voltar,
Então morreu o que fomos, aquilo que um dia senti,
E ficará guardado no meu coração, adormecido ali.
Sinto falta do teus cabelos negros, dos teus olhos castanhos,
Da calma que eu encontrava só por te abraçar.
Sinto falta do calor do teu corpo junto ao meu,
Da paz que senti no primeiro olhar que se perdeu.
Mas se não és pra mim, eu aprendo a te soltar,
Te deixo livre pra viver, amar e voar.
Pois não quero tua tristeza, quero ver você sorrir…
E se não for comigo, mesmo assim vou te permitir.
Eu te amo, Lorena M. Monteiro S.
E deixo nesses versos tudo o que viveu em mim. ❤️💭
Ai ai Meu DEUS...
Como essa menina maltrata meu coração com essa graça toda...
Por que tanta beleza pra tanta, tanta, distancia...
Pra que, este monte de açucar nessa moça café com leite, se só um pouquinho ja basta pra agracia-la.
Ai ai Meu DEUS...
Como pode alguêm tal flor, perdida num jadim de Amor.
De que adianta um selva destas, pra uma rosa unica e rara...
Pra que tanto desejo, tiro proveito desse "ensejo",
e pra vc eu deixo um beijo.
Ai ai meu DEUS.
Tem menina que nos rege
Encoraja com riso e arte
Muita energia feminina
Que a vida põe em toda parte
Não se enterra nenhuma fase
Mistura a força e a base
Pra ser inteira em toda a idade.
Sorriso lindo, que sempre me fascina, têm aquela menina.
Menina mulher, mulher com jeitinho de menina, é assim, aquela menina.
Menina perfeita, menina linda, que sonho sempre em chamar de minha.
Girassol é a flor preferida da minha menina, flor que, como ela, imita o astro lá em cima.
Como o Sol é a minha menina, que mesmo longe, me aquece e é a luz que me ilumina...
Que é isso, menina?!
Ora o vento te empurra, ora te balança...
E tu deixas-te ir, julgando ser um passo de dança!
Cora coralina
Que desde menina
Mesmo sem ser muito letrada
Conseguiu abismar a moçada educada
Seus versos simples !!
Como de uma cabocla
Desse imenso Brasil
Varonil
Monstrou a todos nós ,
Que as mulheres
Desse pais continental
Que ela é a tal
Inteligente ......simples
Bem humorada
Deixou....... imaculada
Saudades em nossos corações
A menina que fui, queria crescer depressa, que o tempo passasse, queria o ano seguinte...
Hoje, mulher, só me preocupa a minha mudança interior.
Menina apaixonada
Com dedicação você se faz surtada
Surtada, mas é um surto bom
É um surto apaixonado... E um surto de coração
Em um curto momento o seu surto é preocupante
É um surto que dá susto
É um surto discrepante
Mas mesmo assim eu não me afasto
Sou todo esperança e ainda sou apaixonado
É um surto que dá susto, volto a repetir
Não consigo me encontrar sem seu surto nesse mundo
Mas menina apaixonada, seu surto é mesmo inevitável
E volto a dizer que ainda estou apaixonado!
Sorri, por entre as lágrimas, como a menina que fui, já não agarrada à mão da minha tão amada avó, mas para sempre, presa a ela, por lindas penas brancas a esvoaçar até ao Céu.
Quem és tu bela menina
De sorriso cativante
De brilho no olhar
De carinho no abraçar
Quem és tu bela menina
Que tropeça e
Pernas tremem
Ao se levantar
Quem és tu bela menina
Que a alma gemi
Não de dor triste
Mas de alegria e contentamento
Quem és tu bela menina
Que quem a olha
Enxerga
A beleza dos teus olhos
A alma límpida
O coração puro
Enfim
O ser mais lindo de se vê
Coração de menina...
Tem a delicadeza dos anjos,dos sonhos de amor,dos contos de fada,e o desabrochar de uma flor,uma borboleta a sair do casulo,tem o dom da bondade,o jeito de princesa,é pura vaidade mas só na delicadeza,coração de menina é anjo vindo do céu para encantar nossa vida enviadas de Deus.
Maio...jardim onde Deus me plantou
e me fez flor...
Flor menina...Flor mulher...
E florescer nos caminhos da vida
Obrigado Senhor...
Meu divino companheiro que me guia
me protege e me ilumina...
Obrigado pela longa caminhada
Bem aproveitada nas estradas dessa vida
Obrigado Senhor...
Por mais um ano completo e muito
abençoado graças a ti Senhor...
De feliz aniversário estou eu...
E o melhor presente que recebo é teu...
A minha vida...Obrigado Senhor.
Ivânia D.Farias
15/05/1966 ❤
Aprendendo regular dopamina
Menina nascida na cidade do barulho, já com a vida cercada de muros.
Recebida não com colo, mas com sentença.
Chamaram-na excesso antes de ser presença.
Aprendeu cedo que amor, em certas casas, é moeda rara e grito frequente.
Cresceu calibrando o próprio pulso pelo humor de quem deveria cuidar e dar o exemplo,
lendo o clima como quem estuda tempestades para sobreviver.
Hiperalerta.
Hiperativa.
Hiperconsciente.
O sistema nervoso virou quartel.
O coração, radar.
Enquanto era chamada de vários nomes que podem ferir,
ela decifrava o mundo pela tela azul da madrugada,
internet discada como portal secreto,
ICQ piscando como farol de outro continente,
músicas baixadas em silêncio,
fitas gravadas como quem arquiva provas de que existe beleza.
Trancada, mas não pequena.
Sozinha, mas não vazia.
Ela estudava pessoas como quem estuda maré.
Observava. Comparava. Não engolia narrativas prontas.
Sua mente nunca coube em moldura doméstica.
Quando o portão abria,
virava oceano.
Skate no asfalto,
corrida na areia,
prancha rasgando a água,
dopamina como milagre bioquímico,
liberdade como direito ancestral.
O mar não gritava com ela.
O mar respondia.
Ali descobriu irmandade feminina,
descobriu biologia como idioma do planeta,
descobriu que justiça não é conceito e sim
instinto.
Desde criança defendia quem nem gostava,
porque desigualdade lhe doía na carne.
Onça quando preciso.
Silêncio quando estratégico.
Memória absoluta quando traída.
Ela não guarda ódio.
Ela arquiva.
Inteligente o bastante para liderar,
sensível o bastante para sentir antes de acontecer.
Sonhos lúcidos, pressentimentos,
um tipo de percepção que não cabe em manual clínico
nem em catecismo.
Chamaram-na intensa.
Era apenas desperta.
Confiou demais,
porque quem ama com verdade não imagina cálculo alheio.
Teve ideias roubadas,
amizades rasgadas,
lealdades quebradas.
E mesmo assim continuou oferecendo água num mundo que vende sede.
Há nela uma dualidade quase mitológica:
a menina que sobreviveu à casa em guerra
e a mulher que escolheu proteger águas e florestas.
Trauma e missão dividindo o mesmo corpo.
Ela se trata.
Regula a dopamina.
Aprende a dialogar com o próprio sistema nervoso como quem domestica um cavalo ferido sem quebrar sua força.
Não precisa mais viver em modo incêndio.
Pode viver em modo construção.
Às vezes o passado aciona alarmes invisíveis
e a tristeza senta ao lado.
Mas agora ela sabe nomear o que sente
e nomear é poder.
Há quem diga que ela carrega memórias de outras eras,
que já andou por sombras antigas
e retorna vida após vida tentando equilibrar a balança.
Talvez mito.
Talvez metáfora.
Talvez apenas a forma poética de explicar
por que alguém tão jovem carrega tanta responsabilidade.
Ela é virgem na análise,
áries no impulso,
escorpião na emoção,
tigre na defesa,
oceano na profundidade.
É abrigo para segredos.
É ombro firme.
É aquela que chega quando todos vão embora.
E, paradoxalmente,
ainda se pergunta por que foi rejeitada no início.
A resposta não está nela.
Nunca esteve.
Ela nasceu inteira demais
para caber em lugares rasos e pequenos.
Agora caminha com o aperto no peito de quem enxerga o mundo ruir, a
geopolítica em combustão,
a natureza saqueada,
os heróis sociais e ambientais tombando pela missão,
e mesmo assim escolhe plantar.
Porque há pessoas que vieram para consumir.
E há as que vieram para criar e cuidar.
Ela não é ingênua.
Ela é deliberadamente boa.
E isso exige mais coragem
do que qualquer guerra.
Menina borboleta
nunca percebeu
que o jardim morava dentro
carregava primavera nos olhos
vento nos cabelos
e um silêncio cheio de cor
aprendeu que crescer
não é deixar pétalas pelo chão
é criar asas
mesmo com medo
menina borboleta
abrindo o mundo devagar
sem pressa
só luz
Acelera aí menina.... Foguete não tem ré e muito menos tem freio, Adiante! Só pare quando chegar no ponto final.
Simplismente sorrio como forma de gratidão, a menina cresceu e hoje ela não chora mais em vão.
Chorar agora só se for de felicidade!
A menina na cozinha,
muitas louças pra lavar.
A casa inteira em desalinho,
muita coisa pra arrumar.
Se aproximou da pia,
começou a esfregar.
Mas no meio da rotina,
começou a imaginar.
Nada muito coerente,
mas ela estava contente.
Perdida nos próprios sonhos,
sorrindo docemente.
Enquanto lavava os pratos,
via estrelas no azulejo,
transformava o barulho da água
em música e desejo.
Entre espuma e porcelana,
criava mundos sem peso,
pintava cores no dia
e dançava no seu devaneio.
O tempo foi passando,
ligeiro como o vento.
E ela, feliz por dentro,
morava no pensamento.
Quando olhou para a pia,
já não havia o que lavar.
Suspirou, satisfeita:
“Consegui terminar.”
Mas ao virar-se devagar,
o coração deu um salto —
a casa ainda a esperava,
silenciosa no seu espaço.
Ela ficou parada.
Sorriu de canto.
Porque os sonhos são leves…
mas o chão
sempre está lá.
