Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha
Há duas coisas das quais o homem deveria ter vergonha e uma da qual ele deveria ficar longe: do fingimento, da inveja e da mulher adúltera.
Uma coisa que você deve evitar e duas que você nunca deve fazer: não confie em quem faz o mal, não seja amigo de quem zomba dos outros e não perca a fé em Deus.
Que o meu Deus, o Deus que levantou o profeta Daniel como líder e autoridade em uma terra estranha, te abençoe em todas as coisas.
Duas coisas que levam o homem a tropeçar e uma que leva o ser humano a cair: a presunção, o orgulho e a soberba.
Há uma distância entre você e algumas pessoas que se foram. Elas não partiram porque queriam, mas porque a espada do Espírito as afastou de você.
Em um mundo saturado de redes sociais, onde cada post pode ser uma arma velada, as indiretas se tornaram o refúgio dos covardes emocionais. Mandar indireta para alguém – aquelas frases crípticas, stories enigmáticos ou legendas cheias de subtexto – é uma prática profundamente antiética. Por quê? Porque transforma o conflito pessoal em um espetáculo público, ferindo sem assumir responsabilidade. Se você não está satisfeito em uma relação, seja ela amorosa, amizade ou familiar, o caminho ético é simples: converse abertamente ou saia fora. Ponto final.Imagine uma discussão que poderia ser resolvida com duas palavras: "Vamos conversar?". Em vez disso, opta-se pelo veneno diluído: uma música que "não é sobre ninguém", um meme que "todo mundo entende" ou uma frase que cutuca sem nomear. Isso não é maturidade; é imaturidade travestida de inteligência. A ética das relações humanas exige transparência. Indiretas sem fundamento – aquelas sem provas, sem diálogo prévio – são puro sadismo digital. Elas humilham, isolam e perpetuam ciclos de dor, alimentando uma cultura de toxicidade onde o outro vira alvo sem direito de defesa.Não tolero isso porque vai contra o básico da convivência: respeito mútuo. Se há insatisfação, expresse-a com coragem. Saia da relação se for o caso, mas não deixe um rastro de farpas anônimas. Relacionamentos saudáveis florescem na clareza, não na névoa da passivo-agressividade. Hora de escolher: indireta ou integridade? A escolha revela quem você realmente é.
Entre álibis a sempre uma verdade...
E...Entre... a verdade a clareza dos fatos a suposições e declarações para os quais o silêncio responde a maioria das perguntas.
Sendo assim é declarado inocente por falta de provas.
O abuso de poder sera uma falha de conduta ou uma amostra do estado psicológico.
E no estado de que se encontra o abuso torna se a tolerância religiosa ou racial ou ate mesmo intolerância sexual.
Para todos veredito é mesmo aplicação jurídica interna.
Então para todos efeitos são dados corretivo para isso não se repita.
Se um outro lado a penalidade jurídica seria dura com reclusão.
Então reflita antes de tudo..
Somos vítimas das circunstâncias.
Somos a luxuria em uma apologia..
Somos servos do capitalismo...
Somos cegos por vaidade não sabemos o tamanho da floresta negra...
Tudo é um ultraje ate amanhã por convivência sempre haverá um percentual absurdo de realismo...
Somos escravos da coisificação...
Historicamente o questionadores são insensatos, cegos e turbulentos.
Os criadores são criados por suas criaturas ...
Escravos do conhecimento carregam o fardo da ignorância e a descriminalização...
Discursos são condenados pois o lup das verdades tem a base em mentiras coletivas... e sombras sao as sobras de ideais frustrado da corrupção moral...
No calor das ideias há uma brisa...
No complexo paradoxo há um rio de alegrias que expressa despreocupação...
No entanto as brumas reluzente são apenas olhares...
No refluxo constante nas nuvens da devastação.
Na púrpura da realidade
Se da escolha ou é escolhido
Se escolhe o que você é?
É uma forma que se cria?
Um desejo que se forma?
Ou que é pela sua compreensão e desejo...
Opção sexual?
Tabus da sociedade?
É aceito ou se torna mais um dentro de um dogma religioso...
Tudo ponto de vista pragmático sera?
Pois tantos preconceitos...
Julgamentos e perseguição...
Sois é nada mais que é...
Tudo que é compreendido é a ignorância.
Pois o que somos dentro deste mundo alucinante...
Estarei em o mundo do desconhecido....
Meros mortais nos tais deslumbre serei mais uma estrela no meio do universo...
Somos alucinantes seres que na escuridão, somos pássaros errantes...
Todavia o repente o seria o amanhecer.
Mas, antecede o bravo do alvorecer...
Para simples protagonista se afoga em lágrimas no esquecimento.
Essência do ser humano...
Um espírito em busca de um sentido por existir.
É uma alma que existe pela Essência.
E para essa conexão apenas um corpo.
Dentro da existência de 80 anos em média a vida resiste com espírito envelhecido.
Muitas vezes as experiências vividas são parte da existência e tornam-se a essência do ser humano.
No lucidez o cego vê formas numa fogueira imaginaria.
Sua cegueira não é mais uma muralha.
E sim uma oportunidade de vivência novas experiências embora sua limitação seja sombras.
Num mundo caótico tenha apenas dentro de um sonha a liberdade de viver,
Suas escolhas estão tão perto da realidade que as correntes da cegueira só sejam sombras da desconexão esses lapsos são exposição a fogueira.
A caverna escura se opressão política.
Seu sonho é envolto de dias melhores...
No dia a dia seja repleto de dificuldades.
A luz no final do túnel seja apenas luzes do farol.
A diferença social seja mais capítulo do dia a dia, a fome e cansaço seja um gole de vinho seco.
Paralisado num estado fumegante tenho certeza que atormenta a mente no final do mês as contas a pagar,
No instante que mente consciente faz pate da inteligência artificial será mesmo ser ou uma cópia de um ser humano?
O ser da inteligência artificial é um ser pensante ou é um conjunto de dados comparativos.
Sendo um fantoche científico ate comece a pensar e criar suas experiências.
ALLAN KARDEC E A OBSESSÃO - UMA ANÁLISE DOUTRINÁRIA E MORAL - COMBATÊ-LA.
O texto apresentado, extraído da Revista Espírita de dezembro de 1863, sob a assinatura espiritual de Erasto, constitui documento de elevada importância histórica e doutrinária para a compreensão das crises iniciais do Espiritismo. Trata-se de uma comunicação mediúnica recebida em 25 de fevereiro de 1863, no contexto das reuniões dirigidas por Allan Kardec, e que reflete, com notável lucidez, os mecanismos psicológicos, morais e espirituais que acompanham a difusão de uma ideia nova.
Segundo a própria obra em que se insere, a Revista Espírita, fundada em 01 de janeiro de 1858, tinha caráter experimental e investigativo, reunindo fatos, comunicações e análises que posteriormente seriam consolidados nas obras fundamentais. Nesse sentido, o texto de Erasto não é isolado, mas dialoga diretamente com princípios desenvolvidos em O Livro dos Médiuns de 1861 e em O Evangelho segundo o Espiritismo de 1864.
A primeira tese central do texto é a inevitabilidade do conflito. Toda ideia nova, especialmente quando portadora de renovação moral e intelectual, encontra resistência. Tal princípio encontra respaldo na própria codificação espírita, quando se afirma que “as grandes ideias jamais se estabelecem sem luta”, pois confrontam interesses estabelecidos e estruturas mentais cristalizadas. Esse embate não se limita ao plano humano. Erasto enfatiza a coexistência de adversários encarnados e desencarnados, introduzindo o conceito de uma dupla oposição: material e espiritual.
No plano psicológico, o texto revela uma análise penetrante do fenômeno da obsessão associado ao orgulho. A obsessão, definida em O Livro dos Médiuns, capítulo XXIII, como a ação persistente de um Espírito inferior sobre um encarnado, encontra terreno fértil nas imperfeições morais. Erasto aponta com precisão que muitos médiuns iniciantes sucumbem à sedução da vaidade espiritual. A promessa de grandeza, missão excepcional ou revelações extraordinárias atua como mecanismo de captura psíquica, explorando o amor-próprio.
Essa observação converge com o ensino kardeciano de que “o orgulho é o maior obstáculo ao progresso moral” e de que os Espíritos inferiores utilizam exatamente essa fragilidade para exercer domínio. A analogia com Macbeth não é casual. Tal referência literária ilustra a tentação do poder ilusório, onde a sugestão externa encontra ressonância em uma disposição interna já existente.
Do ponto de vista sociológico, o texto descreve um fenômeno de fragmentação doutrinária. A chamada “Torre de Babel” simboliza a proliferação de interpretações divergentes, muitas vezes baseadas em comunicações mediúnicas não submetidas ao crivo da razão. Kardec, em diversos trechos da Revista Espírita e em O Livro dos Médiuns, estabelece como critério essencial o controle universal do ensino dos Espíritos, isto é, a concordância geral das comunicações obtidas em diferentes lugares e por diferentes médiuns.
Erasto reforça esse princípio ao advertir que o valor de uma comunicação não reside no nome que a assina, mas em seu conteúdo intrínseco. Tal orientação é de rigor metodológico. Ela antecipa, em linguagem espiritual, o que hoje se poderia chamar de crítica epistemológica da fonte. A autoridade não é nominal, mas moral e racional.
Outro aspecto relevante é a denúncia das promessas ilusórias. Espíritos mistificadores oferecem riquezas, descobertas científicas fantasiosas e previsões detalhadas. Essas práticas são descritas também em O Livro dos Médiuns, onde se alerta contra Espíritos levianos e pseudossábios. A fixação de datas e eventos específicos é particularmente condenada, pois contraria a lógica da providência divina e a natureza progressiva das revelações.
No plano ético, o texto estabelece um critério claro de autenticidade espiritual: a modéstia. Os bons Espíritos se caracterizam pela sobriedade, pela ausência de pretensões e pela submissão à verdade. Já os Espíritos inferiores manifestam-se por meio da exaltação, da infalibilidade proclamada e da busca de destaque. Esse contraste é reiterado em O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo XXIV, quando se afirma que “reconhece-se a árvore pelo fruto”.
A dimensão moral do conflito é ainda mais aprofundada quando Erasto aborda os “falsos irmãos”. Aqui se evidencia uma análise quase clínica do comportamento hipócrita. Trata-se de indivíduos que, sob aparência de virtude, disseminam discórdia, investigam a vida alheia e propagam maledicências. Essa descrição encontra eco direto na máxima evangélica citada no texto: “O que estiver sem pecado atire a primeira pedra”, registrada em João 8:7. A advertência não é de exclusão, mas de vigilância e discernimento.
No campo teológico, o texto apresenta uma concepção dinâmica da providência divina. Deus permite a prova para fortalecer os fiéis e evidenciar a verdade. O conflito, portanto, não é um acidente, mas um instrumento pedagógico. Essa ideia é desenvolvida em O Céu e o Inferno de 1865, onde se demonstra que as provas têm finalidade educativa e regeneradora.
A conclusão de Erasto é de notável equilíbrio. Ele não nega o caos momentâneo, mas o interpreta como fase transitória de um processo maior. A vulgarização da ideia espírita, isto é, sua difusão ampla, é vista como resultado inevitável desse embate. A verdade, submetida ao crivo da razão, da moral e da universalidade, emerge depurada.
Do ponto de vista historiográfico, essa previsão mostrou-se coerente. Ao longo do final do século XIX e início do século XX, o Espiritismo consolidou-se como movimento filosófico-religioso estruturado, especialmente no Brasil, onde encontrou terreno cultural propício.
Em síntese, o texto de Erasto constitui um tratado conciso sobre os riscos internos do movimento espírita. Ele articula elementos psicológicos, morais, epistemológicos e espirituais, oferecendo um verdadeiro manual de prudência doutrinária. Sua atualidade permanece evidente, pois os mecanismos descritos não pertencem apenas ao século XIX, mas à própria condição humana.
A lição final é de rigor e serenidade. A verdade não se impõe pelo ruído das pretensões individuais, mas pela harmonia entre razão, moral e universalidade. E é justamente no crisol das crises que ela se depura e se afirma com maior esplendor.
É impossível ter uma conversa com um crente, ele sempre tem uma explicação pra tudo..e é sempre a mesma.. Deus!! Minha incredulidade resiste.. Não me convencerão.. Depois da morte não há nada e a morte também não é nada..
