Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha
Estamos em uma época em que estar pedinte virou a maior alternativa daquele que se frustrou de resolver tarefas, daquele que se frustrou com o meio sistemático, daquele que se frustrou com o meio político, daquele que não conseguiu se posicionar no meio nulo e daquele que, presumivelmente, foi abandonado pelo meio familiar, ou talvez, daquele que desgraçou sua vida e a única alternativa é pedir aos que têm, encenando e manipulando gentes com suas lágrimas, até que apareça alguém de boa-fé a doar uma moeda, a fim de pelo menos saciar a fome.
[...] em África nos foi imposto o conceito de um Deus Europeu, uma versão do Deus Africano que, na verdade, não é o Deus Africano, mas sim o próprio Deus Europeu em expansão.
[...] o solismo defende a ideia de que a verdade é também uma experiência, não somente um conhecimento teórico-científico.
A tradução da frase de uma língua para outra exige interpretação do significado original, além de participação e aprovação do país de origem da palavra.
O livro de autoajuda é uma dopamina. Não ajuda o leitor, mas ajuda o autor. O leitor que acha que ele ajuda ainda não acordou.
Por estarmos em uma sociedade totalmente mórbida e capitalista, o conceito de amor vai deixando de ser amor para se transformar em dinheiro.
Formada em políticas públicas pelo renovaBR uma das maiores escolas de formação política do país sigo minha jornada com um propósito inegociável: transformar vidas e proteger pessoas. Minha trajetória é movida por coragem, conhecimento e uma fé profunda no poder da ação humana.
Todas as transformações pelo qual um indivíduo passa ao longo da vida, leva-o de certa forma à uma única conquista: Autoconhecimento.
Flávia Abib
Mais uma vez me peguei chorando, desejando, no silêncio do meu quarto, que a morte me levasse de uma vez, porque a dor e a solidão já me consomem por inteiro, é um cansaço que não é do corpo, é da alma, um peso que aperta o peito, sufoca os pensamentos e transforma cada dia em uma batalha que eu já começo derrotado. Estou cercado de pessoas que dizem gostar de mim, mas as palavras soam vazias, como ecos sem verdade. Sinto que falam por educação, por costume, não por sentimento e eu continuo ali, no meio da multidão, me sentindo invisível, deslocado, julgado em silêncio, diminuído em cada olhar, é uma solidão que não depende de estar sozinho, é estar rodeado e, ainda assim, não pertencer a lugar nenhum, é carregar por dentro um grito que nunca sai, uma dor que ninguém vê, uma ferida que não fecha. Às vezes, tudo o que eu faço é esperar e esperar que o tempo passe, esperar que algo mude, esperar que essa dor finalmente se cale. Mas o que mais machuca é sentir que estou apenas sobrevivendo, contando os dias, como se aguardasse o momento em que tudo isso termine e o sofrimento, enfim acabe.
Homenagem poética a Moniquinha, descrevo-a como uma pessoa de essência delicada, forte e marcante. Ela é comparada a elementos naturais como um furacão silencioso, uma flor de jasmim, brisa do mar e luz do luar, simbolizando sua serenidade, beleza, força e singularidade. Indico que Moniquinha possui uma presença impactante que transforma situações, trazendo calma e harmonia. Vejo sua história como uma combinação de cultura, arte, passado, presente e futuro; destaco, porém, sua importância única e sua essência eterna. Meu sentimento predominante de admiração, carinho e reverência. Celebro sua personalidade e impacto na vida porque a conheço.
