Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha
Adotei o OpA...
Sempre será uma expressão de euforia positiva.
Também é o gol da vitória e a defesa por não ter sofrido a derrota.
Toda vez que te vejo, cresce um prazer
Mas não encontro uma palavra para dizer
Pois sei que mesmo de longe, não vai caber
A saudade latente que sinto por você.
Sua beleza se aperfeiçoa em sua pureza
Um sorriso tão lindo, uma flor de delicadeza
Quero te amar puramente, sem avareza
Seja minha conselheira, minha clareza
Seja guiada pelo Espirito Santo, minha bela princesa.
Uma flor me encanta
no jardim?
Sim,
mas nada como
ter você perto de mim.
A feeling came
and changed my mind,
— now it’s all right.
Je sens le climat changé,
maintenant je peux respirer.
⸻
O tempo passa
como a água…
Estou sempre
calma.
Essa poesia vai acabar
e você
não vai nem sonhar
que sem você
eu sou tudo,
e com você
eu sou nada.
Você é como o por do sol
Em uma manhãde domingo;
Vem devagarinho,
como quem não quer nada,
Em seguido toma conta de tudo.
A beleza de uma vida breve esta na diversidade das verdades criadas pelos seus elementos. A criação é muito linda!
Existe uma linha tênue entre a solidão e a solitude.
Até onde suportamos estar sós? No silêncio há o prazer e a liberdade de ser completo em si, mas também a dor e o vazio de quem falta.
O mesmo sentimento que nos liberta é aquele que, às vezes, nos rasga a alma.
A Árvore Que Caiu na Rua de Olavo Bilac
Na esquina da Rua Olavo Bilac
morava uma árvore sem pressa.
Tinha quase meio século de existência,
galhos como braços de mãe,
sombra de abrigo,
e folhas que falavam com o vento
em língua de antigamente.
Os meninos a escalavam
como quem sobe a infância,
os velhos se encostavam nela
como quem repousa a memória.
Pardais faziam festa entre seus ramos,
e um sabiá cantava no fim da tarde,
pontualmente, como um sino natural.
Mas vieram os homens.
Sem nome, sem rosto.
Vieram à noite,
no dia 31 de dezembro de 2024,
quando a cidade brindava o novo ano
sem saber que perdia o que era eterno.
Vieram com motosserras
e um caminhão grande
para levar as galhadas
como quem apaga um traço da história.
Destruíam um legado inteiro
ambiental, urbanístico, afetivo
quando a polícia chegou.
Foi flagrante.
Foram presos.
Mas o crime já estava consumado.
A árvore símbolo de resistência,
de paz, de memória
jazia no chão.
Na rua que leva o nome de Bilac,
poeta da pátria e da civilidade,
a pátria verde tombou
sem discurso,
sem flor,
sem justiça.
As crianças acordaram sem sombra.
O sabiá partiu em silêncio.
E o novo ano nasceu mais seco,
mais quente, mais triste.
No lugar da árvore,
ficou o vazio
e uma placa: Estacionamento.
As redes sociais deram-nos uma percepção do acesso à vida das pessoas sem relação com elas, por isso achamos que conhecemos as pessoas com base no que elas escolhem partilhar. E uma vista distorcida. Há um milhão de camadas numa pessoa que nunca será revelada pelas postagens que ela faz.
Tudo no universo está conectado.
Somos uma grande teia de informações entre seres microscópicos e humanos,
planos físicos e espirituais, nada está separado.
As conexões não são aleatórias; tudo tem um propósito.
Tudo o que chega a nós é Deus nos mostrando algo que antes não víamos,
para permitir que o amor flua em nossos corações.
Nossa família é a principal teia.
Nascemos e vivemos em prol da família, da perpetuação da vida e da humanidade.
Nascemos exatamente na família que precisamos
para desenvolver as características necessárias para moldar nossa personalidade
e, no contexto da vida, trabalhar aquilo que é preciso
para descobrir quem realmente somos.
Esse texto pode parecer absurdo pra você,
que nunca se perguntou o propósito da vida,
e você não precisa acreditar em mim.
Cada ser humano tem sua própria verdade.
Descubra a sua.
Meu processo de autoconhecimento iniciou
quando precisei escalar as paredes do poço escuro onde me encontrei há alguns anos.
No início, eu culpava tudo e todos por ter ido parar lá.
Era mais fácil.
Só que estar nesse papel de vítima não me trazia felicidade,
porque, na real, as vítimas não querem solução,
só aliados para concordar com sua história de tristeza.
Entendi que eu não sabia nada.
Afinal, a maneira como eu vivia até aquele momento
tinha me trazido muito peso e sofrimento,
me afastado das pessoas que eu amava
e criado uma vida de mentiras.
Quando ouvi falar em autoconhecimento,
pensava que era saber o que eu gosto,
saber lugares, preferências e comportamentos da minha personalidade...
O caminho foi longo.
Fez-me questionar crenças, valores,
todas as coisas que vi e ouvi durante toda a minha vida.
Aprendi a não me agarrar mais a verdades absolutas.
Perdi todas as minhas bases, fiquei sem chão,
desestruturei toda a minha personalidade até entender que eu não era ela.
Achei que estava pirando.
Duvidei de Deus, questionei a realidade e a minha própria mente.
Mas eu decidi me abrir para o novo.
Fui atrás de conhecimento, não qualquer conhecimento.
Fui atrás do conhecimento do Eu, da mente, dos sistemas,
do elixir da vida, se é que ele existia.
O que posso te contar é que encontrei, li, vivi e experienciei muita coisa.
Para onde eu estava, não dava mais pra voltar.
Onde estou, não é suficiente.
E pra onde vou, só a vida sabe.
Nesse processo todo, de tudo o que passei,
a única coisa que faz sentido é viver o aqui e o agora.
Simples, mas não simplista.
Afinal, precisei entender, com a mente, o corpo e o coração,
os conhecimentos ocultos da alma.
No aqui e agora posso sentir a força da vida,
a presença daquilo que eu chamo de Deus.
16/11/2021 23h13
Karina Megiato
A Fé racional não é uma pequena ação pura e simples, são vários conjuntos de ações, agindo com paciência e lendo cada palavra com a mentalidade aberta de forma ágil e se for preciso com várias repetições até entender, e depois prosseguindo conforme a quantidade de informações e mecanismos para se ir em frente por cada ação realizada.
