Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha
Eu tenho muitos versos,
Na mente e no coação,
No papel já nem falo,
Escrito de montão.
Colocar é meu status para mim,
É uma satisfação.
E públicar no Pensador,
Não tem nem comparação.
Eeta noite eu tive um sonho, sonhei que estava ao teu lado. Querida quando acordei, estava todo molhado.
Molhado do teu calor, do calor dos beijos teus, querida quero que saibas, que meu coração é só teu.
Querida não sei o que faço, não consigo te esquecer, pois sem o calor dos teus braços, meu bem eu não posso viver.
Quero que me respondas, se teus carinhos são meus. Querida minha, minha querida, deusa do meu coração, viver sem ti é tormento em um vale de escuridão.
O Mundo é Senhor.
O Mundo é mau Senhor
E a muitos quer tragar
Mas com teu poder Senhor
Eu posso os libertar.
Embora custe-me a minha vida
Quero trazer Senhor
Teu povo ainda.
Eu quero ser adorador
Com todo o meu ser
Reder graças e louvor
Embora aqui seja difícil
Mas com o teu poder
Tudo é possível.
Se o pecado quer de ti me afastar
Enche-me do teu Espírito
E não achará lugar.
Eu quero ser Senhor
Um vaso novo
Para trazer Senhor
A ti teu povo.
Eu quero ser adorador
Com todo o meu ser
Reder graças e louvor
Embora aqui seja difícil
Mas com o teu poder
Tudo é possível.
Vejo cara que eu elegir, para me representar,
Usando a sua caneta, criando eles para escravisar.
Miserável criatura, foi eu quando neles acreditei, saindo da minha casa, em um miserável eu votei.
Mas eu tenho um pé, de cá te espero,
Você vai voltar e eu estarei te esperando
Pois eu te prometo que nunca mais em ninguém, estarei votando.
Chega de plantar roçado, para safado comer,
Porque de uma coisa estou certo, meu pensamento é verdadeiro.
Agora eu descobri, que todos os políticos, são fuleiros.
Só bate em nossa porta no período de eleição,
Depois que são eleitos, adeus aperto de mão.
Vou chegar bem perto de você
Vou beijar teus lábios com prazer
Vou dizer-te quanto eu te quero
Meu amor a muito te espero.
Não adianta você resisti
Dos meus braços, não irá fugir
Onde Fordes, irei te encontrar
Meu sempre irei te amar.
Sei que não tenho nada pra te oferecer
Meu amor que devo eu fazer ?
Pois tú és a mulher que sempre quis
Só ao teu lado eu serei feliz.
Deus do Universo
Ó Deus do Universo
Ó meu criador
A ti eu me rendo
Ó meu Redentor
A ti eu me rendo
De coração
Ó Deus do Universo
Ó Deus de Abraão.
As tuas promessas
Nunca vão falhar
Aqui neste Mundo
Ao de germinar
Eu sei que és digno
De adoração, ó Deus do Universo
Ó Deus de Abraão.
Meu Cristo, querido
Meu Senhor amado
Na cruz morreu,
Pelos os meus pecados.
Ó Jesus eu ti louvo decoração
E te agradeço, meu querido irmão
Deixar-te tua glória, pra morrer na cruz
Por meus pecados, queridoJesus.
Meu Cristo eu ti louvo enquanto
Aqui viver e após minha morte
Meu louvor vai permanecer.
Contigo na glória, irei me encontrar
E pra sempre Jesus
Irei te louvar.
E pra sempre Jesus,
Irei ti louvar.
Estais bem perto de mim !
Estais bem perto de mim,
e tu não vem me visitar.
Quando souber que eu morri,
por favor fique onde estar.
Ao descer a capa fria, de ninguém
levo lembrança, nem a Deus eu
louvo mais, terminou minha esperança.
Tudo que conquistei em vida,
aproveitei para gastar, não deixo herança,
pra ninguém, pra não terem: que se matar.
Amigo verdadeiro !
Se você for depender dos seus amigos, para alcançar a fama.
Eu lamento em lhe dizer: Caiu de cara na lama.
O amigo verdadeiro, sorrir com o seu sucesso,
mas o que trava os dentes, não aceitam o seu progresso.
Vou revelar algo, que há muito me foi inspirado, o verdadeiro amigo, está sempre ao seu lado.
O amigo verdadeiro, é igual a esposa fiel, que nunca abandona o marido, pra ir morar em arranha-céu.
Vá em frente e não desista, dos sonhos que estão guardados.
Nunca revelem par ninguém, para não sererem frustados.
Vivemos em uma ilha, sercados de olhares perigosos. Se você quer vencer na vida, cuidado com os olhares maldosos.
O diabo corre da cruz !
Vejo que corre da igreja,
como o diabo corre da cruz.
Mas hoje eu te convido,
vem para os braços de Jesus.
Ele bate a porta do seu coração,
se você deixar ele entra para contigo ceiar, dando-lhe uma nova vida, pra poder recomeçar.
Mas, ele não força e nem nos obriga a servir,
pois quando ele voltar, muitos irão ficar aqui.
Gritos e lamentos, dentes a ranger, quando a
igreja subir, o que será de você ?
Vem vem agora, para os braços do Senhor Jesus. Ainda dá tempo, a porta aberta ainda está.
Cristo no trono de glória, te esperando pra fechar.
Sabe? Naquela noite, eu jurei que fosse você...
Os olhares se encontraram, a química explodiu
E nos beijamos, sorrindo com um sorriso sincero
Pena que era apenas verão
Quando não sei pintar, eu escrevo; quando não sei escrever, eu pinto. E quando nenhuma dessas linguagens me basta, eu esculpo. Se não há nada para escrever, pintar ou esculpir, uso meu corpo como instrumento, expressando meu ativismo através da linguagem. Essa é a essência da minha arte: uma busca constante por comunicar o que palavras e formas não podem captar plenamente. É a tradução das profundezas do meu ser em atos criativos, sempre explorando as possibilidades infinitas da expressão.
Bosch e eu: entre a crítica e a ferida colonial
De todos os artistas europeus, há apenas um que ainda me atravessa: Hieronymus Bosch. Ele me coloniza — não pela forma, não pela técnica, mas pela crítica feroz que carrega. Bosch é o único colonizador que ainda habita meus delírios, talvez porque a acidez do seu olhar sobre o mundo medieval encontre eco no que eu também preciso denunciar.
Ele pintava o colapso moral da Europa — os vícios, o poder podre, a queda da alma. Eu pinto outro colapso: o da terra invadida, dos corpos silenciados, da memória arrancada pela violência da incursão portuguesa.
Se Bosch mostrava o inferno como consequência do pecado, eu mostro que o inferno chegou com as caravelas. Não há punição futura — o castigo já está aqui: na monocultura do eucalipto, na esterilização do solo, na morte do camponês brasileiro , no apagamento dos povos indígenas.
Há em nós uma fúria semelhante, mas nossos mundos são outros. Ele critica o homem que se perde da alma. Eu denuncio o sistema que rouba a alma dos povos. Bosch pinta o desejo que conduz à danação. Eu pinto a resistência que surge depois do desastre.
E, mesmo assim, ele me coloniza. Como assombro. Como espelho invertido. Às vezes penso que sua crítica me provocou antes mesmo de eu saber meu nome. Ele habita uma parte do meu gesto. Um inimigo íntimo. Uma fagulha que queima, e que às vezes me ajuda a incendiar o que precisa cair.
Pelo longo caminho onde eu atravessei, eu encontrei a verdade. A verdade que leva a liberdade de tudo que é existente nos caminhos infinitos.
Eu Saulo.
Como eu posso agradecer? Como eu posso retribuir? Todo o bem que o Senhor me fez, e todas as oportunidades que eu nem vi.
Como pôde o seu amor me atender? Como pôde ter chego até mim? As escamas dos meus olhos tirou, e hoje eu só penso em como servir.
E tentar ser sempre o mais útil possível, e tentar retribuir o que me fez, e tentar amenizar os danos que eu causei, ainda o ouço dizer:
— Saulo, Saulo! Por que me persegues?
— Conhecereis a verdade, e a verdade o libertará!
Eu combati um bom combate, eu combati um bom combate, eu combati um bom combate Senhor!
