Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha
Meu desabafo são os textos que eu crio, as frases que eu penso. Não há forma mais prazerosa ao fazer isso.
Eu prefiro a felicidade duradoura. Desesperar-se para ser feliz por meios fáceis, jamais nos trará a verdadeira felicidade.
Não diga o que eu quero ouvir. Diga o que você acha que eu devo ouvir. Para que assim então eu possa evoluir.
Sempre será bom receber conselhos, porém, se eu ainda assim pensar que do meu jeito será melhor, assim farei.
O objetivo de vida do meu 'eu' presente será sempre ser superior ao meu 'eu' passado e sempre inferior ao meu 'eu' futuro. Dispor do mínimo de idealização de um 'eu' futuro soberano já nos torna superior. Mantendo nossos princípios apenas aprimorando-os. No futuro alcançaremos o que no passado era inalcançável. Ascenderemos à utopia da evolução. Praticando a caridade de uma totalidade de formas. Mas jamais presumindo que grandes transformações nos sucedem de um dia para o outro, ainda que seja possível...
Cada vez mais eu controlo o que eu falo e o que eu escuto. Desta forma, preservo meu ser e meus sentimentos, respectivamente.
Não sei dizer se acredito ou não em verdades absolutas. Mas supondo que não acreditasse, eu faria disso uma verdade absoluta. Então, de qualquer forma, todos nós acreditamos em pelo menos uma verdade absoluta.
Quando eu morrer, serei apenas o meu nome: escrito e falado. Nas aulas, nas palestras, nas conversas, nas capas dos livros, nas imagens, nos cadernos e livros de escola, nos textos, nas frases... Serei até a assinatura que se transformará em meu logotipo, como uma marca própria. Permanecerá ao invés da imagem de morte, a imagem de vida, que em meu nome ainda existe e sempre existirá; e podem me tirar até a vida, mas jamais poderão tirar a incrível, simpática e admirável representação simbólica que terá o meu nome.
Quando eu desencarnar, peço que orem por mim. É a única certeza que eu tenho, agora, de que a minha Alma vai ficar bem.
Se eu revivo, na mente, um prazer passado que não existe mais, me sinto mal. Se eu revivo, na mente, um prazer futuro que não sei se vai existir, me sinto mal. Tudo me faz pensar que eu preciso somente (re)viver o presente.
