Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha

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Eu consigo ver quando você está triste até quando sorri, até quando você ri.

Ontem eu quis gritar pro mundo o quanto eu ainda te amo, o quanto eu ainda sinto falta de ouvir você me chamar de princesa e de me dar um abraço apertado antes de ir embora. Ontem eu passei o dia pensando em você e lembrando do seu sorriso, e da maneira que você ficava tímido quando eu te chamava de lindo. Mas eu não podia, porque ontem, como muitos outros ‘ontems' que já se passaram, você não está mais aqui, e eu vou ter que continuar negando todo esse sentimento único, porque está errado sentir tanta falta assim. Hoje já me sinto menos desesperada, menos apaixonada, e até acho que não te amo mais hoje, mas isso só dura enquanto hoje é hoje, porque assim que esse momento virar ontem, tudo volta pro início desse texto. É muito difícil tudo isso, por que é como diz minha querida Tati Bernardi, "...nunca passa, mas quase passa todos os dias".

Em meio a essas trocas de olhares, vou te confessar que eu gosto demais do que vejo.

Tem música que eu adoro, mas acabo esquecendo, escuto depois de muito tempo e lembro como ela é ótima. Passo dias ouvindo e tentando entender em que momento eu parei de escutar. Te reencontrar é assim.

Do que adianta ser princesa se eu gosto mesmo é de fugir com os vilões? - Ela pensou.

Me deparei com a pergunta: por que eu não escrevo mais? Não escrevo mais porque todos os meus textos são sobre você. E eu me cansei disso, digo: de você. Cansei de exaltar suas qualidades e até mesmo inventar algumas. Cansei de escrever sobre a falta que você me fazia e ainda faz, por mais que eu odeie admitir isso. Cansei de escrever pedindo desculpas e sobre sua falta de percepção. Eu preciso seguir com a vida, só que dessa vez, sem você. E pra que isso aconteça, eu preciso desatar esse nó que me prende a você. É por isso que eu não escrevo mais. Não escrevo porque você ficou no passado e infelizmente, o momento qual estou vivendo, se chama presente.

Querido John

Nota: Autoria não confirmada

Eu quero ver e compreender o mundo exterior. Não quero morrer dentro dessas muralhas sem saber o que existe lá fora!

(Eren Jaeger)

Eu não sei porque mas o toque morno de seus lábios fez meu coração disparar. (Hiro)

Sim, a tecnologia é mesmo fantástica, só que hoje eu queria sumir com você para um lugar onde não pegasse o celular, não pegasse a internet, não pegasse a televisão, mas que a gente, em compensação, se pegasse muito.

Hoje não há ninguém aqui exceto você, eu e o que sentimos um pelo outro.
Vamos trancar as portas, deixar o mundo lá fora, explorar nossos corações, viver o nosso amor.
Vamos lutar por isso e fazer valer a pena.

Realidade não me impressiona. Eu só acredito em intoxicação, em êxtase, e quando vida ordinária me algemar, eu escapo, de uma maneira ou de outra. Nenhum muro mais.

Anaïs Nin

Nota: Diário de Anais Nïn, 7 de julho, 1934

eu não preciso do tipo de amor
que enfraquece
eu quero alguém
que me energize

As vezes eu acho,
Que todo preto como eu,
Só qué um terreno no mato,
Só seu,

Sem luxo, descalço, nadar num riacho,
Sem fome,
Pegando as fruta no cacho,

Ae truta, é o que eu acho,
Quero tambem,

- Mas eu gosto dos inconvenientes.
- Nós, não. Preferimos fazer as coisas confortavelmente.
- Mas eu não quero conforto. Quero Deus, quero a poesia, quero o perigo
autêntico, quero a liberdade, quero a bondade. Quero o pecado.

Se não desse errado, não seria eu.

Faço tudo que me dá na cabeça, não quero saber de limitações. Eu não pequei contra a luxúria. Quem peca é aquele que não faz o que foi criado para fazer.

João Ubaldo Ribeiro
RIBEIRO, J.U., A Casa dos Budas Ditosos. Editora Objetiva, 1999

Eu não sei, eu não sei o que me motivou, eu não sei o que me motivou a ser deste jeito, eu não sei, eu não sei, mas provavelmente eu serei deste jeito até morrer.

Por que você quer tanto isto?
- Porque disseram que eu não conseguiria.

Pai,

Sempre seguirei teus passos, porque eu te amo! Existem pessoas bem pertinho de nós que amamos de montão, mas nunca falamos o quanto as amamos. Também esquecemos de agradecer aos nossos pais por tudo que fizeram ou fazem por nós. E, principalmente, esquecemos de agradecer a Deus por todas as bênçãos que Ele nos concede e uma delas é você, pai. Por isso vim lhe dizer que agradeço a ti, meu querido pai, por tudo, tudo mesmo que você fez e faz por mim. E agradeço imensamente a Deus por escolher você para ser meu pai, porque, se eu tivesse que escolher alguém para ser meu pai, escolheria exatamente você!

Me desculpe, mas eu não acredito no amor. Eu até queria acreditar, mas a vida vem me obrigando a fazer o contrário. Quando eu acreditei que seria sincero, acabei me deparando com o que costumo chamar de “decepção” ou “tapa na cara”. Sabe aquela escorregada que você precisa dar pra aprender a levantar? Então, é disso que estou falando. E tem sido assim. Não acredito no amor, não acredito nas pessoas, não acredito em mim. As pessoas não gostam de você pelo o que você é, elas gostam pelo o que você pode oferecer a elas. Costumam chamar de “desilusão” quando descobrem que o que queriam, você não pode dar e te descartam como objetos. Então, pergunto a mim mesma: o que move o mundo, o desejo de parecer ou o desejo de ter? Indago-me algumas vezes, percebo que sou incapaz de compreender. Ao menos sei que o que move o meu mundo é o desejo de ser, ser alguém que ama e acredita, confiante, que é amado. Mas, por enquanto, continua sendo apenas um desejo.